A consciência do indivíduo

Posted in Conselhos with tags , , on outubro 6, 2014 by Helen Ians

CARAPUÇAEu estava brincando com um amigo meu, há pouco, e disse assim: se a carapuça passar voando, e parecer do seu tamanho, vista! Se não servir, não precisa jogar fora, dá para alguém, deixe o vento levar para quem precisa.

Parece que o consciente coletivo anda meio contaminado. Muito barulho, pouca solução. Muito movimento e na verdade pouca ação. E com certeza o inconsciente coletivo anda retardado. Não consegue processar as mudanças necessárias e não consegue visualizar o inexorável ponto de inflexão à mudança. Assim, espera-se que cada um de vocês tenha certeza de si mesmo. Quando dizemos para que interiorizem – agora, reforçamos, é quase que a necessidade de que vocês virem do avesso para que se vejam pelo menos no reflexo de um espelho.

Estamos precisando de indivíduos inteiros. Indivíduos presentes, atentos, que não se deixam levar como aquela carapuça que voa por um vento qualquer, mas pela brisa do conhecimento, eliminando o excesso da informação, barulhenta, inútil, desagradável, que confunde a cabeça de vocês e afeta os seus sentimentos lá dentro do coração. Selecione aquilo que precisam conhecer, incentivem a sua curiosidade Aproximem-se de quem vale a pena, como disse a nobre senhora – agradeça! Às vezes, de joelhos, por aquilo que tem de bendito. Por aquilo que lhe foi dado como atributo. Entretanto sem egoísmo ou vaidade, desenvolvam estes atributos em qualidades que vocês muitas vezes negam: ”eu não tenho”.

É tão mais fácil guiar-se pela verdade, é de fato cômodo, sem o comodismo, viver com assertividade. E, neste momento, pedimos a vocês que os alvos, porque vocês são flechas, sejam pontuais, próximos, para que não errem o tiro. Atirem a flecha exatamente no que precisa ser feito hoje. O que importa hoje projetar uma semana para frente? Daqui uma semana muitas coisas terão ido de roldão e vocês terão perdido a chance de conseguir algo.

A consciência do indivíduo é mais do que nunca necessária e que individuo é este senão eu mesmo? Digam para vocês isso. A consciência do indivíduo: que individuo este, se não o outro? Se vocês conseguem ser grandiosos a ponto de imaginar o outro, do outro lado do mundo, que precisa da sua energia, tanto melhor, e que seja quem consegue fazer isso, abençoado, mas às vezes o outro e com frequência está literalmente a seu lado. Aqui, por exemplo. E você disse ao outro: “boa noite, como vai?” – absolutamente não interessado na resposta.  E alguns respondem como vão, mas o outro já está concentrado, aí sim na maneira errada de concentrar-se em si mesmo, pedindo para si mesmo. Quando na verdade, consciente de si mesmo e de sua individualidade, deveria doar-se. Doar-se para si e para aquele que perguntou “como você vai?”. Mas você tem ido com tanta pressa que eu duvido que você saiba “como vai”. Certo? Combinados?

Várias carapuças, não? Serviram… até para mim.

Quando tiverem dúvida do caminho, agradeçam pela luz e sigam. Nós estaremos juntos com vocês, inteiros, conscientes, verdadeiros. E com a certeza da presença de Deus. Que o Senhor nos abençoe a todos, nesta guerra santa pela paz de todos nós.

PEDRA ALTA

Comentário de NUVEM VERMELHA:

Como bem disse o guerreiro, é preciso que a Energia Maior, sagrada, faça com que os guerreiros virem do avesso para que aí sim consigam olhar para dentro de si e perceberem o caminho que seguem para depois fazer mudança e buscar o caminho certo.

Não sofrer com antecedência

Posted in Ajuda espiritual with tags , on outubro 6, 2014 by Helen Ians

nao sofrer com antecedênciaApenas reforçando tudo o que foi dito aqui, quero pedir aos irmãos que parem de sofrer por antecedência.

Parem de perder as oportunidades que estão sendo dadas no dia de hoje enquanto os irmãos estão se projetando a um futuro que nem sabe se vai chegar.

Vivam intensamente cada segundo de suas vidas. Agradeçam sempre. Às vezes, vemos queridos irmãos sempre de cabeça baixa, se lamentando, se queixando, não vendo a beleza do presente que vos é dado todos os dias, ao acordarem, abrirem seus olhos, respirarem e terem a oportunidade de aproveitarem mais um dia da vida dos irmãos.

Como foi dito aqui hoje, sejam gratos por cada segundo de vida que vos é dado. Agradeço a oportunidade e peço a deus nosso pai que ilumine a todos vocês.

JURACY

Acreditar sem ver

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on outubro 6, 2014 by Helen Ians

Acreditar sem verBoa noite a todos, que a Santa Luzia abençoe vocês.

Hoje a energia aqui na Casa, alguns aqui estão percebendo que tem magia. Para alguns parece que o dia está estranho, mas aqueles que sentem a vibração maior, como é falado, e além disso, para quem não sabe, na minha comunidade cigana, todo número regido, sequencial, assim como hoje que é dia 22, é um dia santo, porque existe a magia. Eu falo magia quando aqueles são guiados por ela. E esta magia não acaba.

Eu aproveito a deixa, e aproveitando esta magia toda, para quem não sabe, eu vou contar uma historia para vocês. Na minha comunidade cigana, meu povo cigano, quando alguém morria, todos da comunidade se juntavam e uma pessoa da família ficava a cargo de fazer os agradecimentos ao falecido. A pessoa pegava uma moeda de qualquer valor e no momento do enterro, do sepultamento, esta pessoa pegava a moeda e lançava a moeda lá para dentro. O barqueiro fazia o transporte. Todo o ritual era para que a pessoa fizesse a oferenda da moeda de qualquer valor, para que o barqueiro viesse buscar o espírito do falecido. Jogava a moeda, esperava um pouco, o barqueiro vinha com a sua canoa, em forma de espírito e assim que a pessoa sentisse que o falecido já estava dento da canoa, ele falava algumas palavras. No momento que a pessoa que jogava a moeda sentia que tinha acabado de falar, fazia a oração cigana e todos batiam palmas para agradecer o feito da moça ou moça que tinha falecido e também agradecer o barqueiro por estar vindo pegar e transportar. E por que eu falo tudo isso? É simples. A pergunta é: aqueles que estão lá, da família, os amigos, quando é jogada a moeda e o barqueiro vem – porque vem – a pergunta é: no momento ninguém está vendo o barqueiro. Mas, sim, estão sentindo toda a vibração, a energia que, sim, existe um barqueiro lá que chegou e vai levar de volta o espírito.

Eis a lição para todos. Como sabem se veio de verdade, como sabem se levou de volta? Pela fé em acreditar que existe a magia maior. Em acreditar que existe o sagrado do sagrado, como é falado para vocês, uma energia maior colocada no caminho de vocês. É o acreditar, sem ver. Felizes daqueles que acreditam sem ver, felizes daqueles que no momento de bater palma, tem a certeza de que o barqueiro veio e está levando de volta. É a fé, a esperança, é o acreditar sem ver, tendo esperança que sempre as coisas podem acontecer.

Qual é a diferença para as coisas acontecerem? É simples. No momento da oração, que é sagrada, no momento da prece, no momento do barqueiro em que está lá – foi jogada a moeda, o barqueiro veio, o espírito está lá dentro do barco junto com o barqueiro – as pessoas que estão lá, todas estão ligadas com uma mesma energia. Todos estão lá, em mente, em espirito, em alma, em amor, em carinho, todos. Ninguém está lá com a cabeça em outro canto, ou está lá, mas preocupado com besteira, com bobagem. Todos estão lá.

É o que eu deixo para vocês nesta noite do dia 22. É preciso fé, é preciso coragem, é preciso, como bem disse meu amigo, irmão Pedra Alta, fazer e tornar as coisas diferentes. Se a pessoa não está na hora com a cabeça lá, ou não está no caminho certo, vai jogar a moeda e o barqueiro não vem. Vocês podem ter certeza de que, no momento em que se joga a moeda, a pessoa incumbida de jogar, ela sente, e aqueles que têm uma visão melhor, conseguem enxergar.

Se vocês esquecessem um pouco as bobagens, a matéria – vocês iriam se conectar melhor com tudo isso. Magia chama magia, alegria chama amor, amor chama transformação, transformação chama paz, aí vocês conseguem aquilo que vocês plantaram.

Não adianta a pessoa estar lá no momento de jogar a moeda, concentrada, compenetrada, se continua com os mesmos pensamentos, ou até é o famoso “estou melhorando”. Que bom! É a luta, como bem foi falado. E o passo para mudarem?

Estes dias para trás, não vem ao caso o feito, nós fomos a uma casa – até parecia aquelas casas de sítio – onde já não havia esperança, não havia mais nada. Havia discórdia, havia cada um com um pensamento diferente, de um lado, de outro. Um já morrendo, outro a caminho. Uma, com a tristeza. Aí foi feita uma limpeza grande, foi feita uma ajuda, onde em determinado momento, todos os parentes em forma de espírito, que estavam lá, foram arrancados da casa, porque estavam atrapalhando. Às vezes, como diz meu general, de tanto querer ajudar, atrapalha. E foram encaminhados. Aí vem o processo da cura, da moça que estava entrevada. Os outros só precisavam se cuidar.

O espírito da moça foi levado, e na moça achando que até iria morrer, foi tratado o espirito e a matéria. Foi tratada a matéria, o espirito estando forte e a mente também, isto reflete na matéria. A moça estava com câncer, já tinha tirado os dois seios, já tinha espalhado para tudo que era canto e a única coisa era que ela falava pedindo ajuda pois achava que iria morrer. Foi feito o trabalho, foi feita a limpeza, o espírito dela foi deslocado para outro lado, ela até achou que estava morrendo na hora, mas foi avisado para ela. Só que eles não estavam acostumados com este tipo de trabalho. São católicos e a gente respeita, até porque para a gente não importa se é católico ou evangélico. Isto aí é bobagem.

Feita a limpeza, o espirito dela volta, a dor vai embora. Na mulher que estava branca, desfalecida, e não andava, a cor voltou, começou a falar, começou a andar lá na hora. Aí um sujeito, em forma de espírito, encostou do lado dela, na cama, apontou um dedo para ela e falou: “Moça, já foi feito tudo. Seu espírito foi tratado, e já voltou. Tanto é que no momento você achou até que tivesse morrido. A sua cor voltou. Quem estava atrapalhando já foi embora.” Porque lá de fato tinha. É difícil, sim, um problema espiritual. Eu falo a verdade. Seria fácil falar que tudo é problema espiritual. Poucos são problemas espirituais, mas lá tinha o problema espiritual que atingiu a matéria até porque há muito tempo atrás um sujeito da família se matou dentro da casa. Imagine o umbral que estava lá.

O sujeito, em forma de espírito, apontou para ela e disse: “Tudo foi feito. Você tem dois caminhos pela frente, ou dá o passo agora, por si só, pois o caminho é só seu em não querer ficar mais da forma que está. Ou vai morrer.” Alguns falam: “como é que fala uma coisa destas para a mulher que está desfalecendo?” Sim, nestas horas, é que se vê a diferença sobre quem é um e quem é outro. A hora de bater a mão na mesa e apontar o dedo, para a pessoa acordar. Ela disse: “Eu quero viver. “Então você vai viver. Você está com dor aí? A dor já foi embora.”

Como ela era, e é, o esteio da casa, foi dito para a moça, que ela caiu doente de tanta coisa que estava carregando. Embora a energia maior que a estava vampirizando era devido aos parentes que estavam lá, atrapalhando a moça, esta é a verdade. E não queriam sair de lá de jeito nenhum como se a casa fosse deles. Já morreu, já passou, vai embora, vá se tratar. Depois volta de novo não sei de onde e está feito.

O importante é que, como era o esteio da casa, ela segurava e tinha força. Segurava na alegria, dava a sustentação e o suporte para o marido. Para complicar, o sujeito da casa que era uma boa pessoa começou a encher de pinga o corpo. E virou alcoólatra. Quem começa geralmente não para e a tendência é só piorar.  Na hora de ir embora, o sujeito que sentou ao lado da cama dela, disse para o moço – disse, no geral, mas ele entendeu o recado – que se não parasse e ficasse tomando, ele era o próximo da lista. Aí o homem arregalou o olho e acabou o problema da moça. A moça está bem, dando o passo que agora vai depender deles lá. O sujeito está bem, parece que acordou para a vida.

A filha, a sobrinha, por aí vai – como não tinha muito que fazer, arrumou o que fazer, ficar cuidando da moça. Tudo bem, só que estavam alimentando cada vez mais a doença da mulher. Como não tinham muito que fazer, virou um “achei o que vou fazer” para se sentirem, para alimentar certas coisas.

Isto quer dizer o que? Nós fazemos nossa parte. Quando vocês estão com o canal aberto, como é falado, compenetrados e focados da forma certa, até porque não é a bala que encontra o alvo, mas o alvo que encontra a bala. Só para vocês entenderem. É o inverso.

Felizes daqueles que conseguem enxergar e clarear o pensamento, e dizer: vou mudar, tenho esperança. Aí tem dois caminhos: ou se lamenta ou vai lutar. Ou entra na canoa com o barqueiro e vai embora ou fica e luta por aquilo que quer. Que assim seja!

Para nós, às vezes, que parece levar as coisas de uma forma mais dura, a alegria nossa maior é quando vê que vocês estão mudando, se transformando e lutando por aquilo que vocês querem. Enquanto existe a luta, existe a esperança; a esperança traz a vitória, e a vitória, a transformação, a transformação – a paz. E depois da paz vem o agradecimento a todos, inclusive ao barqueiro, que também tem a função dele. Que cada um interprete da forma que quiser.

Neste dia 22 sagrado (22set2014), Amém! Podemos encerrar da forma que era encerrada a reunião na casinha branca. <Pai Nosso>

PEÃO

Ensinar o agradecimento.

Posted in Uncategorized with tags , , on outubro 6, 2014 by Helen Ians

AgradecimentoVenho hoje, queridos irmãos, lembrá-los da importância desde a mais tenra idade de ensinar o agradecimento. Porque se assim o fizerdes, outras coisas o acompanharão. Como o respeito ao próximo, respeito à família, o respeito a si mesmo, o respeito ao alimento, à educação. É assim que deve ser.

Todos sabemos, infelizmente, da distância entre alguns onde uns tem, materialmente falando, muito e outros não tem nada. Mas isto não significa que aqueles que têm saibam o valor do agradecimento e nem tão pouco aqueles que não possuem, não saibam valorizar. Lembrem-se da máxima de que àqueles que é muito dado, também é muito cobrado. Ensinar valores, sentimentos, coisas que não são palpáveis é o mais belo ato de amor que se pode realizar.

Ensinar o respeito, como já disse, àqueles que vieram ao plano, não da mesma forma perfeita que você. Àqueles que precisam aprender, em um tempo diferente do seu. Àqueles que por mais que a vida ensine, parece que a lição nunca acaba. E é isso que damos o nome de caridade.

Agradeço a oportunidade de estar mais uma vez nesta Casa de Luz e peço a Deus que abençoe a todos.

ANA NERI

Não existe culpa.

Posted in Caridade, Energia with tags , on setembro 18, 2014 by Helen Ians

Só queria lembrar aos quer irmãos que não existe culpa. Não se coloquem como culpados, ou vítimas da situação. Saiam desta posição.

Lutem com dignidade, coloquem o perdão, a bandeira da paz erguida, à frente de seus propósitos. E vocês verão, dia após dia, a luz brilhar mais forte, os sinais ficarem mais claros, a serenidade tomar conta de cada um de vocês.

Agradeço a oportunidade de estar mais uma vez nesta Casa de Luz e peço a Deus que abençoe a todos.

oglala lakota flagBandeira Oglala_Lakota

ANA NERI

 

A linguagem verdadeira que, realmente, comunica e aproxima, é uma linguagem essencial que existe dentro de cada um.

Posted in Caminho Sagrado, Conselhos, Relacionamento with tags , , on setembro 18, 2014 by Helen Ians

Native american tribesNão vou me alongar mas gostaria de tocar em um tema muito importante – que sempre o foi mas nos dias de hoje, mais do que nunca – e que é ainda. Antes de falar sobre isso especificamente, vou falar sobre isso de outra maneira e peço a vocês que procurem usar tecidos leves e cores claras. Será que me entenderam? A ausência da cor faz com que a energia se aproxime de vocês, mesmo que seja boa, e grude em vocês, não deixa que respirem. Pensem sobre isso. Não vou insistir para não ser óbvio. E, aliás, a obviedade é o grande problema desta civilização e é por isso que resolvemos falar aqui, esta noite, de “linguagem”.

Muito bem. Vamos ser práticos, vamos ser objetivos com um exemplo. Quando as pessoas viajam para conhecer outras culturas, outros lugares, algumas se encantam com o idioma novo e procuram aprender, nem que sejam algumas palavras, tentam pelo menos se comunicar naquela língua. Outros já dizem não entendi nada do que você me disse, ao estrangeiro. Se recusam a aprender , tem dificuldade em perceber a linguagem diferente.

Eu digo a vocês: o segundo tipo, e são muitas pessoas hoje em dia, correm um risco muito grande – pela falta de curiosidade e da abertura em relação à comunicação – risco de estarem perdidos porque a linguagem comum, hoje em dia, é rasa, superficial, sem conteúdo, vazia. Se não exercitarem esta capacidade, este dom que é de todos nós, até pela curiosidade de decifrar outras linguagens, acabam ficando óbvios.

E a vida não é óbvia, se não pela sua superficialidade. Interessa, sim, que vocês sejam profundos, quando dizemos, e dizemos sempre: mergulhem no seu interior. As pessoas que não tem facilidade de entender outras linguagens ou que não procuram entende-las, devem pensar: como vou mergulhar em mim mesmo e é assim. Quando se diz isto, de alguma forma significa ler, enxergar, tocar, ouvir além dos sentidos, perceber o sutil e o imperceptível à maioria. Maioria esta que, como a linguagem que usam, é vulgar, vazia e sem conteúdo.

Utilizem a sua sensibilidade – a mesma que faz com que vocês admirem uma obra de arte. A arte pode estar, aliás, está, predominantemente na natureza. Não queremos necessariamente intelectuais, artistas, críticos mas gente com sentimento, com sensibilidade.

Às vezes vejo coisas que me deixam pasmo – as pessoas entram em uma floricultura e falam: me dê meia dúzia daquela, 45 daquela, junta tudo e manda entregar. Muita gente está mandando entregar um monte de coisas, coisas estas que não pararam para observar a essência do que estão doando e achando que são magnânimos. Estão entendendo onde quero chegar? Não aceitem coisas que lhes mandam entregar – menos ainda agradeçam por esta falta absoluta de sensibilidade. Mas, pelo contrário, quando entregarem uma coisa, mesmo que não seja palpável, tangível, façam com a linguagem ampla e restrita, muito além dos seus sentidos.

Dizemos isso e estou encerrando – me perdoem por ter me alongado – porque precisamos de pessoas inteiras, que se comunicam de todas as maneiras. Cuja presença é visível, imprescindível. Cuja presença é como a de cada de um de vocês que nos preenche, nos completam, nos honram, que fazem a diferença, pela maneira como se comportam, mesmo em silêncio, porque há respeito, há sinceridade, há entendimento mesmo no silêncio.

Tenham curiosidade e aprendam outras formas de se comunicar. E podem ter certeza que muitas delas independem de sua educação e sua cultura, ou qualquer tipo de conhecimento que possam ter. A linguagem verdadeira que, realmente, comunica e aproxima vocês do que interessa, é uma linguagem essencial que existe dentro de cada um.

Que Deus se comunique conosco de todas as formas para que sintamos na pele a sua presença real.

NUVEM

Que os guerreiros reflitam sobre o que o guerreiro acabou de deixar a todos , da importância de um caminho quando é feito dentro da verdade e da seriedade.

Busque o caminho da plena energia e, de leste, oeste, norte ou sul, verá o outro caminho e compreenderá tudo.

Posted in Caminho Sagrado, Conselhos with tags , , on setembro 15, 2014 by Helen Ians

walk in the forest
Há certo momento em um caminho escolhido pelos próprios guerreiros que, de tanto os guerreiros fazerem sempre a mesma coisa, os guerreiros acabam como se fossem robôs caminhando. Não sentem mais o vento, não acabam escutando o Grande Espírito, não acabam notando situações no caminho, ou até mesmo, situações de guerreiros e guerreiras à sua volta, porque apenas estão caminhando novamente como se fosse mais um dia.

Os guerreiros acabam acostumando com certas situações do dia-a-dia, erradas, e não conseguem notar, por muitas vezes, o abismo em que estão entrando ou até mesmo, para muitos, em que estão caindo. Como diz o guerreiro Lobato, a percepção existe. Mas como trabalhar este lado, onde muitos “acham”, na língua de vocês, que estão certos, mas não conseguem ter a visão para baixo – não visão acima. Primeiro, Cacique fala visão abaixo. A visão baixa é apenas caminhar, sem notar, sentir o caminho. E se os guerreiros perguntarem como fazer para perceber situações, para perceber o que está acontecendo à sua volta – é simples. Querem sentir a si mesmos, sentir novamente o vento, a voz do Grande Espírito, basta buscarem ou criarem um caminho à parte. E de luas em luas, saírem deste caminho robô e passar para o outro caminho.

É como se o guerreiro parasse de caminhar neste caminho em que está e fosse buscar a energia, a força, no outro caminho. É a busca da montanha sagrada de outra forma para os guerreiros. É o momento apenas seu.  É o momento onde mesmo cercado por alguns guerreiros neste outro caminho, este seu encontro, como diz o guerreiro Alce Negro, em uma só unidade, no equilíbrio de um guerreiro onde existe espírito, alma, corpo, se integra em uma só forma. Porque a partir daí a força que precisam vai fazer a busca porque vai fazer desligamento daquela matéria que caminha como robô.

É a busca de seu espírito, onde existe a boa vontade da matéria de caminhar até lá e, numa só unidade, o seu espirito se transforma e ilumina a sua alma. E a visão aumenta. Porque quando o guerreiro, neste outro caminho, estiver pleno em energia, este guerreiro vai poder estar olhando para qualquer lado, como vocês falam na Terra – norte, sul, leste, oeste – e vai conseguir ter a mesma visão, de onde estiver, deste caminho de robô. Aí vai conseguir enxergar, não com olhos, como é falado, da carne – mas com sua alma. Vai conseguir enxergar o que estão fazendo com si mesmos. Não é com o caminho – pois o caminho já está lá. O caminho já existe na matéria e o caminho é real.

Tendo esta visão a partir da montanha em que estiverem, vão fazer seu encontro com si mesmo, com o Grande Espírito, com o vento, porque estão criando oportunidade para si mesmo. Esta é a verdadeira busca da sua energia. Como diz o guerreiro Lobato, aí a pergunta aos guerreiros: do que os guerreiros gostam? O que traz prazer aos guerreiros? O que traz o encontro de si mesmo com si mesmo, de si mesmo com o Grande Espírito, com o vento, com o sol?

Quando os guerreiros resgatam – já explicaram esta palavra “resgatar” para Cacique mas esta palavra parece não existir. Não existe “resgatam”. Aquilo que realmente gostam, aquilo que realmente existe em sua verdade como um todo, já está dentro de si – os guerreiros não vão “resgatar”. Resgatar é procurar, é buscar – não é isso. Vão fazer o seu caminho. Cacique vê mais como a boa vontade do guerreiro em gostar de si mesmo, onde este guerreiro não é cômodo, ou não cai em uma posição cômoda, e onde este guerreiro não acha que já não tem mais o que caminhar e o que fazer e já esta morto. Por isso para a aldeia nossa, para Cacique, esta palavra traduzida e explicada para nós não existe. O que existe é você guerreiro, você, guerreira, querer salvar a si mesmo. É o mínimo que os guerreiros podem fazer pela oportunidade que o Grande Espírito dá a vocês de estarem caminhando na Terra.

O que existe para Cacique é acomodação. O que existe é a falta de vontade. Aí se torna na língua de vocês, cômodo o não encontrar o tempo, o não encontrar o caminho, o não encontrar o Grande Espírito. O Grande espírito está em todos os lugares, assim como os guerreiros falam “Deus é vocês também”. Não importa se Deus é árvore, montanha, pássaro, se é o sol, mas está lá.

Esta acomodação que acontece com todos se dá porque o guerreiro não teve oportunidade em ter consciência. Muitas não sabem que estão no mesmo caminho sempre. E este passo, como disse o guerreiro Peão em uma lua, para a loucura é rápido. O que falta é terem vontade. Se os guerreiros tem força para ajudarem o próximo, se os guerreiros tem força e gostam de se sentirem fortes e ajudarem o próximo – vamos esquecer o ego porque quando é feito para os outros, e nós sabemos, que por muitas vezes ajudar o próximo é mais para sua alimentação pessoal em poder dizer: eu consigo, eu ajudo. Só que se esquecem de si mesmos. Aí o que se vê são guerreiros perdendo seu espírito, sim – os guerreiros esquecem porque o robô não deixa. Se perde a alma também porque esquece o lugar da sua busca sagrada, o próximo passo é perder a consciência e depois a loucura. O final, depois da loucura, porque não termina, como diz o guerreiro, Dr. Philip, médico, é a somatização na matéria, na doença.

Quando Cacique fala em doença, não está falando em gripe, em tosse. A pior doença é o guerreiro não querer ver o que está acontecendo com si mesmo. Com o próximo consegue. Para muitos às vezes alimentar o ego faz bem. Caminho errado. Como querem ajudar o próximo se não conseguem ajudar a si mesmos? Se os guerreiros querem, não é resgatar, e sim se salvar, que busque este caminho, busque esta energia.

Depois de completo, com a energia boa, aí faz o seu retorno novamente para o seu caminho. É certeza que vão caminhar de uma forma assim como um todo, completa, sim, diferente, porque vão saber o que estão fazendo com si mesmos. Aí caminham novamente, já completos, porque vão preencher quando voltam, as lacunas, como é falado, a si mesmos, e por si só já irradiarão a energia, mesmo no silêncio.

Caminham, novamente, sentem que já estão entrando novamente naquele túnel – busca de novo. Basta a boa vontade. Podem ter certeza que a cura por si só acontece. A cura do seu espírito, da sua alma, acontece. Uma nova mente toma conta, reflete em um novo corpo, porque tudo está em harmonia, como diz o guerreiro Alce Negro.

Muitos, corrente nossa observa, na parte maior estão acomodados, e na outra parte ficam se perguntando muito, com ponto de interrogação, e se esquecem da vida, esquecem do viver. Que os guerreiros tenham coragem de serem felizes, de lutarem, para si mesmos. Aí sim, vão poder ajudar a todos, passar energia boa para todos, vão estar com a visão longa. Grande espirito feliz com você, guerreiro, você, guerreira. E este caminho que “acham” que está pesado se torna leve porque vão descobrir a verdade em seu caminho. A verdade que existe neste outro caminho também existe neste. Vão descobrir a essência.

O papel para vocês, guerreiros, que Cacique não gosta nem de falar, mas vai falar hoje para vocês entenderem. O papel que é o dinheiro para vocês, no trabalho: hoje tem, amanhã não tem, depois vai ter de novo, depois não vai ter mais, depois conseguem de novo. Trabalho, da mesma forma. Tudo se torna um grande círculo, uma hora estão em cima, depois estão em baixo, tudo para desenvolvimento, transformação, evolução do guerreiro onde são responsáveis pelo caminho. Não existe culpado. Quem está bem e quem não está. Por muitas vezes o ter muito é ruim, pode ter certeza, e às vezes o ter o suficiente é a glória do Grande Espírito. Por isso se torna um grande círculo.

Agora, a sua vida, o seu corpo físico, o seu espírito, a sua alma, a sua evolução, a sua transformação, a sua reencarnação já de outras passagens para esta onde, sim, foram grandes guerreiros, onde, sim, fizeram a diferença para muitos, isto não tem círculo ou papel ou o nome que os guerreiros quiserem dar, que é maior que tudo isto. Nós sabemos perfeitamente de que precisam, nos sabemos perfeitamente. Mas se não estiverem completos deste lado, não conseguem no outro. E aí voltam. Desde quando o Cacique começou a trabalhar na Terra, como espírito,  assim como os grandes guerreiros aqui, aquilo que Cacique já falava através do aparelho era: primeiro se conquista o espiritual, e depois o resto. O espiritual é este caminho. O espiritual vai deixar claro. Não é frequentar centro espírita, aqui os guerreiros não trabalham com fantasia.

Conquista espiritual é este caminho onde os guerreiros se tornam um com o todo, cuidando de si mesmo. Esta é a verdade de um caminho sagrado.

Que vocês, guerreiros, assim como um todo, reflitam sobre as mensagens aqui deixadas de todo os guerreiros, busquem a sua verdade, busquem a si mesmos, parem de ser acomodados, parem de achar justificativa porque nós sabemos o que acontece.

Quando se quer arrumar tempo, como é dito, se arruma. Quando se tem boa vontade, faz para acontecer, basta ter fé, ter esperança, e acreditar. Basta sair, como diz o guerreiro Lobato, da sua posição de conforto e buscar a sua verdade.

Se os guerreiros estão se sentindo pesados, somatizando em seu corpo, e a saúde ruim, há coisas para serem analisadas. Mas não é só isso. Não é apenas a doença, não é apenas faz a sua busca e este caminho é só seu. Que o Grande Espírito abençoe a todos.

A corrente vê a todos, onde muitos às vezes esquecem que já são vitoriosos por estarem dando abertura a si mesmos de buscar as palavras, as mensagens, a energia, a força, como é buscado aqui ou em outras casas. Já são vitoriosos por isso. Se dão um passo para cá, dão mais um, dão mais outro: podem ter certeza de que as coisas vão se tornando claras em seu camanho. Aí, sim, energia plena e os guerreiros vão estar equilibrados em seu caminho sagrado.

Aos guerreiros de luz daqui da Casa, a todos os grandes guerreiros, Cacique agradece, mais uma vez pela guerra dos guerreiros que é nossa, a luta de energia pelo belo trabalho dos guerreiros.

NUVEM VERMELHA

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