Compreensão para a resposta diferente da sua

Posted in Arte de viver, Conselhos with tags , , on dezembro 14, 2014 by Helen Ians

visao do interior de uma tipiGostaria de falar esta noite sobre a compreensão. Muitos acham que só existe uma resposta. O que me diriam, então, queridos irmãos, se cada um de vós observar um objeto, uma pessoa, a natureza, tendo um ângulo, tendo um ponto de vista? Cada observador terá sua percepção própria, elegerá o que lhe chama mais a atenção, onde tem mais luz, o que é mais interessante… aos olhos do observador.

Aquele que tem uma resposta diferente da sua, querido irmão, pode não estar de todo errado. Se ele não se desvia do caminho do bem, se ele busca trilhar o próprio caminho com paz, discernimento, equilíbrio, por que só a sua resposta é a correta?

Às vezes, é necessário ler, compreender o que está sendo lido nas entrelinhas. Como dizemos aqui: fiquem atentos aos sinais. Portanto, queridos irmãos, antes de dizer não, está errado! – tente pensar, tente olhar de onde o seu próximo está olhando, quem sabe para sua evolução você não precise mudar o seu olhar. E como dito na semana passada, mais uma vez citarei a oração de São Francisco: compreender que ser compreendido. Agradeço a oportunidade de estar mais uma vez nesta Casa de Luz e peço a Deus que abençoe a todos.

ANA NERI

NUVEM Como bem disse a guerreira Ana Neri, cada guerreiro com seu tempo, aqui na Terra, cada guerreiro com sua evolução e a sua compreensão em relação ao próximo.

Fingir a ignorância.

Posted in Arte de viver on dezembro 14, 2014 by Helen Ians

Por gentileza, prestem atenção no que eu vou dizer porque pode parecer exatamente o oposto daquilo que foi dito e na verdade não é. É o outro lado da… (moeda, diz um participante)…lua!

Fingir a ignorância. Que estranho, não? Mas é!… pode ser uma boa estratégia. Principalmente nos dias de hoje, o outro lado da moeda não vale nada. E a sociedade tenta impingir a vocês algo que não foi construído no sentido de sociedade, no sentido de harmonia, no sentido de humanidade. Portanto, muitas informações são jogadas, literalmente, sobre vocês.

Nós acompanhamos vocês o suficiente para ver que alguns se desestabilizam porque não aceitam estes valores. Não porque sejam impingidos por sábios, mas porque realmente conseguem ver o outro lado… da lua (diz um participante). Muito bem! O lado oculto, o lado escuro, conseguem perceber?

Às vezes e, nestes momentos – principalmente nestes que vivem vocês agora, é melhor sair andando embora não surdos, fingindo que não ouvem, certamente não cegos, olhando e enxergando pela sua verdade os valores de verdade universais, que estão à frente, ao alto, e muita coisa já ficou atrás para sempre.

Portanto, o sábio sabe, mas muitas vezes o sábio finge não saber. Não é uma contradição ao que foi dito antes – de que se deve olhar o lado do outro, mas é preciso discernir que lado é este do outro – em relação, como disse o Grande Chefe, ao seu estágio de evolução, ao seu tempo de maturação. E saber harmonizar estas coisas. Tudo isso com certa solene, sábia liberdade, de discernir, não aceitando o que a sociedade quer obrigá-los a acreditar que seja a verdade.

Se o conceito de sociedade fosse, como já foi, um dia, em lindas terras e há muito tempo atrás, talvez isso fosse como era, um ponto de aceitação, um ponto de harmonia, um ponto de união humana. Mas isso já não existe mais. E o que é bom, por eles, deve ser solenemente ignorado pois não é suficiente mais para vocês, menos ainda necessário.

Compreensão, sim! Mas discernimento acima de tudo, para separar (eu não gosto muito de frases feitas mas esta é boa) o joio do trigo. O que parece ser e o que verdadeiramente é. Vamos fazer isto. Não se perturbem muito com a quantidade de informações, não se desestabilizem pelo excesso de um conhecimento vazio, mas satisfaçam-se interiormente mesmo com o pouco que sabem. Mas quando tem certeza de que sabem um pouco da verdade, que começa lá dentro, no interior, e se transmite tornando-se uma verdade maior, compreensível aos seus iguais e palatável. Interessante, não? Sentir o gosto da verdade. Palatável aos homens de bem. É isso. Não contradisse, entretanto, coloquei outra dimensão, passível, sim, de muita reflexão.

Venha aqui meu jovem (convida participante da reunião, que vai viajar). Não vou contar a sua vida, mas que seja profícua a sua jornada e que Deus ilumine o seu caminho. E se você não voltar logo, vou buscar você pelas orelhas. E que Deus abençoe a todos vocês, também. Agradecido.

PEDRA ALTA

Deixem o julgamento de seu irmão a quem é de direito julgar.

Posted in Ajuda espiritual, Conselhos on dezembro 14, 2014 by Helen Ians

Só completando o que foi dito: deixem o julgamento da vida de seu irmão, das atitudes do seu irmão, para quem é de direito julgar e tenham em mente que somente façam ao seu próximo aquilo que você gostaria de receber também.

Que os irmãos reflitam, procurem entrar em sintonia com o Grande Pai, e que ele possa iluminar e abençoar a cada um de vocês. Tenham todos uma boa noite.

O que é verdade dentro de mim?

Posted in Arte de viver with tags , , on dezembro 14, 2014 by Helen Ians

gerônimoDando sequência àquilo que os guerreiros também colocaram nesta lua da noite sagrada, os guerreiros caminham na Terra em busca da sua própria verdade, da sua própria paz, e que só é do guerreiro.

Se cada guerreiro dá um passo em busca da transformação pela paz, que é o que todos procuram, que está dentro de cada um, o seu caminho fica mais tranquilo. A visão dos guerreiros aumenta, fica visão longa. E caminhando com visão longa, os guerreiros vão encontrar a força necessária para caminhar todas as luas, todos os dias, mais tranquilos.

Como os guerreiros falam na Terra, para ilustrar (como diz o guerreiro Lobato) o que Cacique está falando, Cacique conta a história a vocês guerreiros de um grande guerreiro, chefe de tribo que escutou que na montanha mais longe existia um guerreiro que descobriu, na língua de vocês, a fórmula para poder viver mais.

Quando este guerreiro ficou sabendo, ele já chamou o seu melhor guerreiro, porque a distância era longa, e disse: prepare as suas coisas, veja o que o guerreiro quer levar, não perca tempo, vá em busca deste grande guerreiro na montanha longe, e descobre o que é que ele faz para viver mais. E o guerreiro disse: é para sair agora! Não quero perder tempo, arruma as coisas e vai.

Assim feito, o guerreiro arrumou as coisas, pegou cachorro grande (cavalo) e foi à montanha longe. Chegando à montanha longe, à procura deste guerreiro, ele descobre que este guerreiro havia acabado de falecer. O guerreiro, sem entender nada: como descobre coisa para viver mais, alongar a vida, e o guerreiro morre? Chegando de volta à aldeia, o grande guerreiro, impaciente: descobriu guerreiro? Conta! O guerreiro disse: chegando lá, o guerreiro tinha acabado de falecer.

Imediatamente, este guerreiro, o chefe da aldeia, disse: você é o culpado porque você demorou a chegar. E já quis colocar a culpa no guerreiro. Você se atrasou. Se tivesse chegado antes, teria descoberto e depois tudo bem o guerreiro pegar o caminho dele.

Esta é a primeira parte da historia, Cacique conta aos guerreiros, que é o que acontece com todos. Por muitas vezes, o óbvio, na lingua de vocês, como diz o guerreiro Lobato, os guerreiro não conseguem perceber o óbvio. O guerreiro chefe da tribo continuou culpando o guerreiro, falou para ele se retirar daquele lugar e já foi criado, como diz o guerreiro, um murmúrio em volta da aldeia sobre o que tinha acontecido. Até que um guerreiro xamã, sábio, passou e disse: será que vocês guerreiro não estão percebendo o óbvio? Se tivesse mesmo descoberto alguma coisa, o guerreiro não teria morrido.

Quantas vezes, o óbvio está na frente dos guerreiros e os guerreiros não conseguem perceber. Não conseguem sentir. Aí Cacique pergunta aos guerreiros, o que é uma vida inteira? Será que os guerreiros tem projeto, como vocês falam na Terra, para a vida inteira?

Se os guerreiros durarem, no tempo de vocês aqui na Terra, 100 anos, Guerreiro Lobato fala – são 36.500 luas. Será que os guerreiros têm traçados 36.500 luas? Isto é óbvio na língua de vocês. O hoje é a diferença, o amanhã é diferença, daqui sete luas é diferença, daqui 30 luas é diferença. 36.500 luas… Se os guerreiros começarem a encontrar, a perceber o óbvio, que está no caminho de vocês, como diz o guerreiro, não se enganem, não se deixem enganar. E por que Cacique fala isso? Porque se cada guerreiro fizer sua parte, não vão esperando de chefe maior (quando Cacique fala Chefe Maior não fala Grande Espírito, mas sim dos guerreiros que se intitulam chefes deste país). Não esperem, não esperem a busca da paz. A paz está dentro de cada guerreiro, a paz está dentro de si. E se cada guerreiro fizer o seu caminho em paz, buscando a sua paz, percebendo o que acontece à sua volta, aquilo que realmente vale a pena, aquilo que vai fazer a diferença, aquilo que realmente na língua de vocês, é verdade. A pergunta: o que é verdade no meu caminho? O que é verdade dentro de mim.

Aí Cacique encaixa nesta história o vaso que o Cacique já contou aos guerreiros. O guerreiro com visão longa, com coragem, com determinação, levanta e quebra o vaso. Não importa se o vaso é do chefe, porque o guerreiro soube escutar o chefe. Naquele momento, o guerreiro chefe disse aos grandes guerreiros que “aquele vaso a partir daquele momento era um problema”.

O guerreiro corajoso, com visão longa, levantou e quebrou o vaso. Sim, quebrou o vaso que o chefe gostava, era de estima do grande chefe. É esta coragem que Cacique fala é a mesma que tem que estar dentro de vocês, de caminharem na verdade.

Há luas atrás, Cacique falou para vocês, guerreiros, de um novo caminho. O novo caminho é a sua busca de força, busca de energia – pode ser montanha sagrada, pode ser… Aquilo que traz paz aos guerreiros. Este é o novo caminho. Como aparelho fala: novo mundo. O guerreiro volta, com a energia forte novamente para o seu caminho, onde este caminho podem ser dois caminhos. Não se consegue ter visão longa, ou perceber e sentir a si mesmo, ou aquilo que está acontecendo, se o guerreiro continuar no seu mesmo caminho.

Os guerreiros querem solução, ficando no mesmo caminho. Quando Cacique fala mesmo caminho, é preciso que os guerreiros tenham este ponto de energia, para, sim, refletir, buscar, como diz o guerreiro Lobato, se recompor novamente, aí, sim faz o retorno no caminho e segue com a sua guerra.

Como aldeia nossa que tinha muito caminho de guerra… Se o guerreiro fica com muito caminho de guerra, em determinado momento, o guerreiro cai. Cacique subia a montanha sagrada, do alto fazia conversa com o Grande Espirito. Acalmava a mente e o espirito, a alma, fazia a busca, descia montanha. Quantas vezes, resposta estava na montanha sagrada! Sempre, sempre…

Se não consegue escutar a resposta da montanha sagrada, é porque não está conectado com o Grande Espírito. Só que é preciso que os guerreiros saiam, como os grandes guerreiros estão falando aqui, cada um da sua forma, da acomodação. Quantos não querem subir montanha porque tem que transpirar? Ou porque tem que ter coragem. Esta é a forma dos guerreiros se libertarem de certas energias que não conseguem sentir e, dentro de si, novamente poder caminhar em paz no que é de direito de cada guerreiro. Este é o propósito, como Cacique disse luas para trás: caminharem em paz.

Cada guerreiro faz o seu encontro, um na montanha, outro guerreiro com som, com música. Outros guerreiros sentindo a água, o vento, mas é preciso. Aqueles guerreiros que falam que não tem o tempo, quando se tem boa vontade, coragem, encontram o tempo. Quando os guerreiros dão o passo, da mesma forma, as coisas começam a acontecer, onde os responsáveis maiores são vocês mesmos.

Nós, guerreiro, sentamos como em um grande círculo sagrado, assim como estamos aqui.  Um círculo. Cacique vê um grande círculo: todos os guerreiros reunidos, todos os guerreiro sentados, não só vocês, guerreiros, mas aqueles que vocês não conseguem ver. Um grande circulo se forma, os guerreiros da grande árvore sagrada, só que pare afazer um caminho, o caminho tem que ser reto. Não se caminha em circulo. O circulo sagrado, a harmonia do encontro com o Grande Espírito, ou em círculo, os guerreiros cercam o inimigo. Podem perceber, como sempre fala o guerreiro Peão, são os dois caminhos, formados pelo circulo, como disse o guerreiro Pedra Alta, da lua.

Uma forma é olhar daqui. E a outra forma é ter visão do contrário.

Que os guerreiros tenham força em seu caminho. Não esqueçam que há momento dos guerreiros forçarem seu caminho na guerra e há momentos de fazer seu encontro com o sagrado, com a sua busca maior, onde esta busca vai trazer paz a você, guerreiro, a você, guerreira. Os guerreiros vão caminhar com harmonia. A alma, o espirito curado e o corpo material, da mesma forma, com saúde, em paz, para que os guerreiros caminhem tranquilos. Que os guerreiros tenham boas luas pela frente, não esqueçam daquilo que realmente é verdade em seu caminho.

Há momentos de pintarem o rosto e buscarem o inimigo, onde o seu maior inimigo está dentro de si. E há momento do sagrado, do sagrado, onde vocês, guerreiros, pela fé, pela esperança, pela harmonia de um novo caminho, encontram a si mesmo, encontram a sua verdade, e acima de tudo vão sentir o Grande Espírito, pelo cheiro, pelo vento, pela luz do sol, pela chuva.

Que vocês guerreiros façam o seu encontro e que o Grande Espírito abençoe a todos.
Cacique agradece a todos os guerreiros pela energia, a todos os grandes guerreiros em forma de espírito, a vocês, guerreiros, pela limpeza feita e pelo trabalho realizado aqui nesta Casa de luz, e que o Grande Espírito abençoe a todos.

NUVEM VERMELHA

Existem momentos de grande confusão, mas não são perenes.

Posted in Conselhos, Uncategorized on novembro 9, 2014 by Helen Ians

Calma e tempestadeBoa noite a todos os irmãos.

Vim aqui especialmente para dizer que a natureza é sábia, poderosa, e que a água que alguns sentiram há poucos momentos atrás, consiga chegar até vocês, para principalmente purificar os vossos corações e lavar a vossa alma.

Percebam os ventos, as nuvens, o céu, o mar, o movimento de ida e vinda.

Levem para vossa vida: existem momentos de grandes marés e existem momentos de calmaria. Existem momentos de grande confusão, mas eles não são perenes.

Portanto, aproveitem, abrandem e acalmem os vossos corações. Agradeço imensamente estar nesta casa que há muito venho acompanhando, onde um trabalho de grande valia é desenvolvido, e peço a Deus nosso Pai, que abençoe a todos vocês.

(Ana Neri deu passagem a outra entidade)

Abram as asas, que Deus os ajude a voar. Estão a bordo de barcos seguros.

Posted in Arte de viver on novembro 9, 2014 by Helen Ians

barcosQue maravilha, coisa linda que acabamos de ouvir e em sintonia porque era exatamente sobre isso que gostaria de falar. Vejo muita água, muita água. Muita mesmo. Mas não só da chuva, necessária para fertilizar a terra, e tudo isto que foi bem dito. Quando em vida, mudávamos muito, seguindo a prosperidade, a caça, enfim, vocês conhecem a história. E sempre nossos acampamentos eram próximos das águas, por motivos óbvios. Então, eu nunca estive junto ao mar. Mas eu era capaz, quando subia a montanha, de sentir o vento ou de sentir no vento, o sal e a brisa do oceano que eu imaginava.

Aqui, em outra dimensão, aprendi, para que vocês entendam que sempre se aprende onde quer que estejamos, aprendi com navegadores e fico encantado com as histórias do mar. Por que estou dizendo isso? Porque vêm aí tempestades. Não se assustem. Não queremos que vocês tenham receio do que for porque estão seguros e sabem por quê? Porque estão a bordo de barcos seguros, navios que tem rumo certo, neste país, nesta terra desgovernada, sem controle. Mas, a bordo, há controle. Naquela roda que conduz o barco quando movimenta o leme. O que eu quero dizer é assim: os barcos foram feitos, como disse a senhora presente aqui, para acompanhar o movimento das águas, suavemente, e mesmo na tempestade galgar as ondas. E descer com suavidade de um pássaro marítimo, que pousa na água. Pedimos a vocês que atentem a estes movimentos, não se enrijeçam porque se o barco flutua ao sabor das ondas, a postura fixa, a postura dura faz com que vocês tombem no convés. Tombar no convés… Não podemos deixar que tombe aquele que agora conduz no rumo certo, sem ficar à deriva, sem se perder no caminho.

Por favor, pedimos que todos vocês que já galgaram um entendimento, que já tem uma bagagem de elevação espiritual, todos aqui, sem exceção, que vocês se portem como marujos.

Equilibrem-se nos decks, no convés, para não cair e prestem atenção – se você fica no convés do navio, rígido, vai cair com certeza. Esta é a postura (mostra através de um participante) com que vocês, após a tempestade, dêem o passo, aí já em terra firme. E alguns de vocês, quando abrem as asas, os braços, que Deus os ajude a voar, no sentido mais sutil do conceito. Bem vindos a bordo, nobres marinheiros, na descoberta de novas terras, ao sabor de outras ondas e na direção de certos ventos. Que Deus os abençoe.

PEDRA ALTA

 

É mais fácil manter a cabeça erguida.

Posted in Conselhos with tags , , on novembro 9, 2014 by Helen Ians

cabeça erguidaApenas relembrando a vocês como foi dito e bem dito pelos irmãos, altos e baixos, idas e vindas, águas calmas e agitadas. Isto reflete a vida dos irmãos, uma hora está tudo bem, outra hora não tão bem, outra hora está tudo péssimo.

Mas o que estamos tentando dizer a vocês é que tentem, por mais difícil que pareça, tentem manter o equilíbrio, tentem manter a cabeça erguida. Procurem e busquem a paz.

Vocês dirão: como encontrar a paz no meio de tantos problemas e de tantas dificuldades? A paz, vocês vão encontrar através da verdadeira fé, aquela fé incondicional no nosso Pai, nosso grande Pai. Aquela fé que vocês vão parar e dizer: eu sei, Deus, que está difícil, mas segura em minhas mãos e me ajude a percorrer o caminho. Esta fé inabalável, indestrutível que nos queremos ver nos irmãos. E é só no caminho da fé que vocês vão encontrar a verdadeira paz. Pensem e reflitam e vocês vão ver que é mais fácil manter a cabeça erguida.

Agradeço a oportunidade e peço ao nosso grande Pai que abençoe a todos os irmãos.

JURACY

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