Archive for the Ajuda espiritual Category

A consciência, em momento de vivência profunda, se dá através de contraste.

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on setembro 19, 2017 by Helen Ians

great boat

Nestas luas, Cacique refletindo, conversando, como vocês falam na Terra, com alguns guerreiros, e com todas as mensagens deixadas luas para trás, Cacique percebe que aqueles guerreiros que tem um caminho de espiritualidade, que caminham realmente pela espiritualidade, estes guerreiros, prestes, em determinado momento, lua para frente, a desencarnar, são guerreiros que ainda mantém lucidez na mente. Sua mente é lúcida porque alcançou um grau de espiritualidade, deixou a matéria de lado e ainda está lúcido ao fazer a passagem, como é falado sobre quando faz o desencarne. Este grau de lucidez, de entendimento, é porque se desvinculou da matéria.

Por isto, os guerreiros falaram tanto aqui nestas luas, da barca, como é falado pelos guerreiros, que é como se fosse o corpo de cada guerreiro, onde a sua consciência está dentro desta barca como os guerreiros contaram.

Os guerreiros fazem seu caminho nesta barca que é sagrada, quando os guerreiros tem o momento na Terra, profundo, de vivência, de respeito, de ética ou de moral, quando os guerreiros tem um momento de vivência profunda na Terra, e passaram da mesma forma com sentimento, com amor, como os guerreiros falam, e tiveram este grau profundo de consciência. Porque nas profundezas, como o guerreiro explicou para vocês, vivenciaram de uma forma profunda.  Como é falado: a consciência se dá através de contraste.

Quando acontece esta vivência profunda, neste grau de consciência – os guerreiros falam: sim, eu tive um momento de sentimento, de amor profundo, eu tive um momento de respeito profundo – isso é o que os guerreiros vão levar nesta consciência que se desprende da matéria, se desprende da barca até o casco, o corpo, e os guerreiros levam para sempre na sua caminhada espiritual. Corpo fica, mas aquilo que está dentro da consciência é este momento profundo que poucos guerreiros passam.

Por isso Cacique fala tanto a vocês, guerreiros: o que realmente alimenta seu espirito, a sua alma, na sua verdade?

São guerreiros que tiveram momentos de vivência profunda, em respeito, momentos de vivência profunda em sentimento, em amor, em vivência profunda de respeito, de ética, de moral.

Poucos vivem esta consciência profunda. Muitos apenas passam pela Terra superficialmente, como é falado.

Quando este guerreiro passa, pelas profundezas, é quando o guerreiro se ilumina, é quando o guerreiro caminha na espiritualidade e leva para sempre, com você, eternamente – é para sempre. Isto é o preencher a sua alma, isto é o sagrado do sagrado. E aqueles guerreiros que tiveram esta vivência profunda, em determinado ponto na Terra, se os guerreiros pensarem, agora, os guerreiros, olhando para trás, Cacique fala, não superficialmente, tem momento de vivência profunda. É isso que os guerreiros estarão levando no desencarne e para outras passagens.

Este é ponto que os guerreiros falaram tanto para vocês – guerreiro Peão, nas histórias contadas, deixadas nestas luas para trás, assim como guerreiro Ragnar e outros guerreiros, deixaram para vocês aqui. Esta consciência do profundo, esta consciência da vivência do profundo, não superficialmente.

Por isso que muitos, quando tiveram este contraste, apenas estavam caminhando superficialmente, mas quando tiveram o contraste de ter uma vivência profunda, ou em moral, ou em respeito, ou em sentimento de amor, e tiveram esta vivência, isto fez com que você, guerreiro, você, guerreira, se iluminasse e sua barca aí, sim, acompanha você guerreiro. A matéria é diferente. A matéria fica e o resto segue com você, que é o sagrado.

Estes momentos de vivência profunda, que são sagrados, e poucos guerreiros passam, é isso que os guerreiros vão levar para a sua vida inteira aqui na Terra e também no desencarne. Por isso, os guerreiros lúcidos, prontos para o desencarne, ainda mantém o grau de lucidez forte porque desprendem da matéria, desprendem da casca, da barca, porque já estão completos, porque passaram pala vivência em alguns pontos.

Uns passam apenas pela vivência de alguma situação profunda, alguns passam apenas pelo respeito, apenas por uma coisa ou pela outra, pelo sentimento, pelo amor, mas em alguém momento os guerreiros passaram.

E é nestes momentos que os guerreiros, iluminados pelo Grande Espírito, se tornam como único, se aproximando, por isso Cacique disse, de si mesmo. Não caminharam apenas superficialmente. Sim, tiveram o motivo, sim, respeitaram a si mesmo, respeitaram, como disse guerreiro Peão, a sua barca, soltaram o remo e, naquele momento, olhou para dentro de si e fez o seu encontro com si mesmo, com o seu Deus que habita dentro de você. Este é o grau profundo de uma consciência elevada, quando os guerreiros buscam o Grande Espírito.

Em nossa aldeia, quando se fazia fogueira sagrada, da mesma forma, em volta, era para fazer cada guerreiro o seu encontro com o seu grau de consciência, para se libertarem da matéria e apenas encontrar a si mesmo, no meio da sua barca. Na época, Cacique fazia encontro com Grande Espirito, para se aproximar cada vez mais do Grande Espírito. Felizes os guerreiros que tiveram a oportunidade de ter esta vivência profunda onde se deu o contraste e o guerreiro se iluminou e hoje, depois do desencarne, ou caminhando mesmo na Terra, olha para trás e diz, sim, eu tive um momento profundo de consciência, onde encontrei o sagrado.

Alguns guerreiros passam pela Terra, superficialmente, porque não conseguem sentir, não conseguem notar e porque estão plantando uma inverdade no seu caminho, estão sendo artificiais no seu caminho, ou, como diz guerreiro Peão, atrás de bobagem, na língua de vocês.  Não pelo sagrado e, sim, superficialmente. Aquilo que é plantado lá atrás encontra hoje a colheita, e hoje quem planta encontra colheita lá para frente da forma certa.

Lua a lua é um aprendizado, lua a lua é um caminho dos guerreiros onde é preciso ter atenção ao caminho. Não apenas caminhar superficialmente de uma forma vazia. Um guerreiro que caminha de forma vazia não é o seu caminho que é vazio. Um guerreiro vazio pode mudar de paisagens diversas vezes, geralmente estes guerreiros a primeira coisa que tentam fazer é viagem. Vão se sentir vazios. Esquecem que, em algum momento, vão ter que voltar. E o caminho vai continuar da mesma forma. O vazio não está no caminho, o vazio não está no próximo, o vazio está dentro de si.

Por isso encontre a si mesmo dentro de sua barca, no meio, no meio de si. Solte os remos, olhe para trás, e encontre o seu Deus, refletindo a si mesmo. Desta forma é que o guerreiro deve fazer o seu caminho e aqueles que tiveram esta vivência profunda, agradeçam ao Grande Espírito. Aqueles que continuam vivendo, agradeçam aqueles que saíram do caminho, olhem para dentro de si e perguntem a si mesmos, o porquê saiu do caminho, o porquê da energia ter ido embora, o que aconteceu?

Quantos a corrente nota acompanhando às vezes um guerreiro ou outro aqui na Terra, que aquilo que precisam está do lado, mas perdem por estarem vazios. E não é caminhando vazio que os guerreiros vão encontrar a si mesmos, não é encontrando isto ou encontrando àquilo, é encontrando a si mesmos. Se não vai virar história do guerreiro que muda a paisagem. Ou aqueles guerreiros que, por interesse, espera alguma coisa em troca. Aí este vazio segue para quem também tem um vazio. Para quem tem um caminho espiritual, consegue se iluminar e perceber na hora se o seu grau é estar preenchido espiritualmente ou estar vazio.

É a forma que Cacique fez o entendimento de tudo que foi passado a vocês nestas luas. Assim como a nossa aldeia fazia o seu caminho quando mudava de um lugar para o outro, e cada guerreiro, Cacique percebia, pelo olhar, de que forma estava caminhando. Cacique podia notar guerreiros que caminhavam ainda preenchidos de alegria, outros com dor, outros com saudade do lugar em que estavam, os guerreiros de guerra, da mesma forma, já sempre prontos a caminharem com força, com determinação, com fé, com esperança, mas cada guerreiro caminhava de certa forma, conversando com o Grande Espírito. E, sem barulho. Quanto mais barulho homem branco faz, menos escuta o sagrado, e menos escuta a si mesmo e menos consegue ver o seu Deus, o Grande Espirito, dentro de vocês.

É a forma que a corrente deseja que todos aqui caminhem em forma de luz, iluminados, agradecendo ao Grande Espirito, pela energia, e agradeçam a si mesmo se fizeram o certo por estes momentos, ou se não fizeram, façam reflexão – o que aconteceu? E peçam ao Grande Espírito, como diz guerreiro Peão, peçam que a energia ilumine novamente o seu Caminho, E a forma como os guerreiros devem caminhar na Terra.

NUVEM VERMELHA

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Abrir mão do que o corpo deseja.

Posted in Ajuda espiritual with tags , on agosto 22, 2017 by Helen Ians

A parte mais difícil de seguir o caminho, o caminho certo, é abrir mão do que o corpo deseja, mas que não está no coração.

É no coração que está a riqueza de espírito. A riqueza só fica maior quando o corpo entende que ele é apenas um meio e não o fim.

Enriqueça seu espírito por meio da caridade. A alma é eterna e o corpo acaba.

Guerreira Cigana Esmeralda

Encontrem sua energia e garra, que vencerão.

Posted in Ajuda espiritual with tags , on julho 2, 2017 by Helen Ians

buraco negroEu espero que todos reflitam sobre o lobo em pele de cordeiro e o se vender por um sorriso – perfeito. E sabe por que estas coisas acontecem? É simples e eu aproveito o gancho que a irmã deixou para mim, apenas para complementar nesta noite. Porque muitos não conseguem distinguir o que é sagrado e o que é um buraco negro. Esta é a diferença. Não conseguem separar o sagrado de um buraco negro.

Recordo o que deixei na semana passada, para aqueles que não vieram ou não acompanharam no blog, a mensagem que eu deixei e que foi sobre o sujeito perguntar para si mesmo – aonde eu quero chegar e onde estou, que são as duas perguntas. A pessoa fazendo as duas perguntas já vai ter uma prévia do que está fazendo em seu próprio caminho – se está realmente se aproximando do seu sonho, da sua alegria e da sua paz ou se está se distanciando.

Aí eu comentei da busca do material – quem busca a matéria está buscando a sombra, diferente da busca do espiritual que é a busca de si mesmo. É aquele sujeito que consegue olhar para dentro de si e perceber, e saber qual o seu nome. Aí eu falei do rastro – que quando você começa a combater o defeito – eu não estou falando defeito do próximo, estou falando do seu defeito – ele bate na máscara, e a máscara cai, só que como é dito pelos sábios, na primeira máscara que cai, e você começa a se aprofundar, vai ver que tem mais coisas lá dentro. Aí você se aprofunda mais e a outra máscara cai e vai encontrando coisas, coisas, e vai se aprofundando, até encontrar a essência de si mesmo.

Esta é a diferença e isso que foi dito na semana passada. Quando realmente a pessoa está no centro da sua barca, como foi dito pelo nosso irmão Ragnar, a pessoa consegue, naquele momento, soltar o remo e olhar para trás, e encontrar o seu deus ou sei lá o nome que vocês querem dar, aquilo que traz paz e segurança para vocês e encontrar tudo isto no seu centro, no seu meio. É neste momento que a barca está navegando, o remo solto, você olhando para trás, encontrando o seu centro e olhando para si mesmo e, com respeito e gratidão ao seu deus, com respeito e gratidão – traduzindo a si mesmo, você percebe que não vai desapontar nem a si mesmo nem a deus, ao Grande Espirito, a Odin, não importa se o seu deus é a árvore, a casa… É o momento de pegar novamente no remo e continuar seu caminho, lembrando que não estão sozinhos.

Por que tudo isso acontece? É simples. Quando a pessoa começa a combater o defeito e fazer o encontro de si mesmo, onde a cada dia a máscara vai caindo, a pessoa tem dois tipos de reação.

A primeira é a pessoa não aceitar o que está acontecendo. Aí criam fantasias no seu caminho e na sua mente, o que é pior ainda, e começam a buscar mudanças externas – trocar o carro, a casa, o fogão, a maquina de lavar, a pia, não sei o que mais… Porque a mudança externa ela tem uma coisa que a mudança interna não tem, a pessoa fica com medo de olhar para dentro de si. Como eu já disse várias vezes aqui e para quem não escutou, vai escutar agora, a luta interna, a mudança interna e a luta, ela é pior do que a luta externa. Quando você combate a você mesmo ou àquilo que está dentro de você, é diferente de você combater o externo – porque em determinado momento aquele que está combatendo internamente, vai chegar o momento em que ele não vai saber o que ele está combatendo – se é a si mesmo, ele não vai saber o que é. É capaz dele se perder e se não tiver preparo para combater, vai se unificar com aquilo que já está estragando faz tempo. Por isso que preferem a mudança externa, que é mais fácil. Só que como é dito aqui, até pela corrente indígena, e eu reitero como estou falando já faz algum tempo, vocês podem trocar isso, aquilo, alegria momentânea, pode mudar a paisagem, pode ir para a montanha, pode sentir o vento, pode encontrar a águia, o urubu, sei lá o que, só que não vai resolver nada. Geralmente, a primeira coisa que fazem é: ou amigo ou os pais falam vai fazer uma viagem. Aí vai o sujeito fazer uma viagem e como diz outro amigo meu, geralmente, a coisa funciona assim, já que vai viajar o conselho que eu dou é leve o psiquiatra junto, pelo menos um aproveita a viagem. É evidente que com um moço que está buscando a si mesmo e está com problema, não é uma viagem que vai resolver. Que mudança é esta que não vai resolver nada?

O que precisa é mudar internamente. Esta é a lei que impera dentro de todos.

Ai eu me lembro da história que já foi contada aqui a um tempo atrás, daquele colar de pedra onde uma das pedras se achava a melhor de todas – eu sou a mais brilhante, eu sou a mais bonita, eu sou isso, eu sou aquilo. E ela realmente achava que era a mais bela. Em determinado momento, neste colar, onde todas eram iguais, só que ela achava que era a mais bonita de todas, ela quis se aprofundar e sair da superfície da história toda – ela achava que era a mais bonita – e ela disse eu vou ver o que tem dentro de mim.

Quando se aprofundou e desceu para encontrar a si mesmo, ela percebeu que passava um fio, ela tomou um susto e disse – eu sou vazia, eu não sabia que eu era assim. Aí ela se aprofundou mais ainda e depois do choque que tomou que era vazia e se apegava só em bobagem – como disse a irmã Juraci, se vendia por um sorriso – ela descobriu que aquele fio que passava por ela passava também pelas outras pedras e este fio ela foi descobrir que era a essência dela, da outra pedra, da outra, pois estavam todas ligadas pela mesma essência. Na tradução dos dias de hoje, se você está conectado com aquilo que você quer buscar, dentro da sua verdade, dentro da sua essência, como é dito nesta Casa há mais de 30 anos, você consegue enxergar a si mesmo.

Aí eu começo a perceber que a mesma coisa daquela coisa da pessoa que luta, luta… Vamos pegar o exemplo do adolescente que está com espinha no rosto. Ele vai para frente do espelho e se olha. Mudando o espelho, muda algo? Não é mudando o espelho que vai resolver alguma coisa. Por isso a importância de olhar para dentro de si e buscar a si mesmo. Por isto o rastro que muitos deixam da forma errada, e quando a pessoa começa a combater o rastro começa a encontrar, e se aprofundar, e acha, e acha…

Qual é a diferença de um e de outro que tem oportunidade de escutar tudo isso aqui? A diferença é que alguns não vão desistir, alguns não vão aceitar e, sim, entender e lutar para combater aquilo que está errado dentro de si. Como diz meu general, se está certo, já está certo. Para a pessoa crescer, se encontrar, buscar a vitória, evoluir, realmente enxergar a si mesmo, é preciso a luta, é preciso acreditar é preciso mudar, esta é a diferença de um e de outro. Uns não desistem, lutam, lutam, porque a partir do momento em que a pessoa está unificada com ela mesma, o seu crescimento na vertical é sagrado. A pessoa por si só acaba encontrando aquilo que realmente é verdade. Como eu já disse, na matéria, ao buscar o prazer, a pessoa se perde. A venda por um sorriso… Está cheio de preso sorrindo, como diz meu general. Já que é para sorrir, quando se olharem no espelho, sem ter vergonha do que estão vendo, olhem para dentro de si. É a mesma coisa de quando vocês presenciam, e voltam para casa, como diz o mestre aqui presente, iluminados por aquilo que viram, com uma boa ação, aquilo que, naquele momento, tocaram a ti e naquele momento deixaram você iluminado ao voltar para casa. Voltar para sua casa é olhar para dentro de si – sim, eu tenho uma essência, estou trabalhando nela para alcançar e buscar o meu sonho.

Só que muitos nivelam as coisas de uma forma pequena, como também já foi dito aqui. Por isso do conhecimento, do crescimento, da evolução, do querer, do lutar, de não desistir daquilo que vocês realmente sabem que ilumina o vosso caminho, que iluminam a si mesmos. Se querem, batam, batam,  não desistam. Vence quem não desiste, esta é a verdade. Agora, quem está focado lutando, quem está numa guerra, se perceber qualquer barulho, o vento batendo, o bicho cantando, e se distrair daquele momento, pode ter certeza de que não volta vivo para casa. É desta forma que é preciso enxergar a vida. É desta forma, certo general? Se não estiverem focados naquilo que estão querendo, que está acontecendo à sua volta – não se deixa o inimigo tomar conta do vosso caminho, não se deixa uma energia ruim se aproximar de sua porta – aí que se desencadeia todo o processo de corte, corte de si mesmo. Onde o portão que eu digo é o portão da sua alma. Não combina a busca do sagrado, daquilo que realmente importa, com o resto, sim, o resto. Por isso que a maioria dos guerreiros que estão aqui e que já fizeram historia, como foi dito, não perderam uma guerra. É claro que só podem escutar isto, este tipo de palavra que é deixada aqui, as mensagens – até porque a maioria dos espíritos aqui já esteve em guerra e por isso só podem escutar conselhos referentes à mesma. É o que a gente conhece. Sim, mas aqui não estou em guerra. Acham que lutam, que fazem demais, muitos aqui na primeira transpirada já param, abandonam a si mesmos.

Que jeito? Para conquistar aquilo que estão querendo, lutem até o limite. Aquele que não conhece o seu limite, não vai conseguir dar mais dois passos para frente. É claro que de uma forma equilibrada, com estratégia – agora, para tudo isso, como eu já dizia em vida, não adianta você dar uma espada para quem não sabe manusear. É melhor embainhar ela de novo, se não você morre.

É preciso terminar, é preciso conhecer, é preciso a estratégia, se lapidar, para que as coisas aconteçam. E o que desejo a todos aqui desta Casa. Como eu já disse, e vou falar de novo: errar, a pessoa pode errar, até porque vocês não estão em guerra. Só que errar 2, 3, 4, 5, 6 vezes ou ter medo – que é o maior mal do ser humano hoje em dia pelo menos neste país é o medo. As pessoas tem medo de ficarem com medo. É um pavor! Parece que o mundo vai acabar, parece que a bomba está chegando. Se vocês ficassem 10 minutos no tempo de vocês na guerra, no primeiro minuto já estava todo mundo voltando.

É para ser visto desta forma. A vida é de vocês. Ou levem de qualquer jeito, sem compromisso com nada, sem eira nem beira, sem destino, sem rumo. É claro que a gente sabe que o tempo vai passando, as pessoas vão se moldando com aquilo que querem. O que os governantes daqui querem de todos? Pessoas fracas, pessoas que já nascem com medo. É o que querem. Vão para um país que tem guerra para vocês verem. Ah! Mas aqui é melhor. Quem disse que está certo de um jeito ou de outro?

É preciso que vocês aqui na Terra, neste país, caminhem com mais determinação, com mais força, com aquilo que querem, com aquilo que estão buscando. A partir do momento que você sabe distinguir o que é buraco negro do que é sagrado – isto é sagrado – então lute, conquiste, brigue da forma certa, e não desista. É desta forma que precisam começar a olhar o caminho de vocês.

Aí a gente escuta o povo reclamar – é só um exemplo é claro – que não tem emprego! Como diz meu general, emprego tem um monte, agora sujeito querendo trabalhar não tem. Transpira, já larga. Imagino naquela época. Acredito eu, pelo que eu vejo, estão mal acostumados. Mimaram demais, esta é a verdade. Não adianta fugir da verdade. Caminhem por si só, conquistem, lutem, encontrem a si mesmo.

Encontrem a sua energia, encontrem a sua garra e lutem. Eu tenho certeza que vencem. Eu tenho certeza disso. Haja vista que aqueles que realmente não desistem conseguiram, e estão conseguindo. Ou como eu disse a semana, e vou repetir – que busquem palavrinhas bonitas ou vão deitar no colo sei lá de quem, que muitos aqui é o que querem, serem enganados. É melhor escolher ou lutar, acreditar e ter fé. É evidente que o problema não está em nenhum lugar, está dentro de si. Continuem lutando, e não esqueçam, não desistam. Que a Santa Luzia abençoe a todos.

Se é o mesmo fio que passa por dentro de todos, por que uns conseguem, outros não?

E como era feito na casa de um amigo, na casa branca, a oração também revertida onde também Ragnar gosta, e tudo é feito com carinho, tudo é feito com tolerância, tudo é feito estrategicamente falando, não importa – tudo é feito para que vocês tenham um caminho mais tranquilo, feliz e em paz. E assim como era feito quando o sino tocava, a gente podia escutar da casa branca a oração do Pai Nosso.

PEÃO

Sejam verdadeiros com si mesmos.

Posted in Ajuda espiritual with tags on junho 23, 2017 by Helen Ians

inner visionQue a corrente formada, toda a corrente como um todo, como foi dito aos guerreiros nestas luas para atrás, para que passem a vocês, guerreiros de luz, que caminham junto com a corrente, que o caminhar junto com a corrente é realmente, como diz o guerreiro Peão, unificar seu espírito, sua mente, sua alma, com um propósito. E se transformar, lua a lua, dia a dia para que os guerreiros encontrem as respostas que precisam, não importa se transformada em magia, se, como diz o guerreiro Peão, no oráculo, se num sinal de uma luz, de uma árvore, não importa de onde está vindo o sinal.

O importante é que os guerreiros sigam um caminho e que sejam verdadeiros com si mesmos. Ser verdadeiro com si mesmos é os guerreiros caminharem, como diz o guerreiro Peão, com foco, com um objetivo, que é a sua evolução espiritual. Não adianta a corrente, aqui ou em qualquer outro lugar, a não ser aqueles que usam o nome de Grande Espirito como falso, ou por causa de papel, como os guerreiros falam na Terra, que é dinheiro, ou para ter mais guerreiros dentro da Casa – estes, errados na Terra porque caminham da forma errada.

Diferentes dos guerreiros na Terra que caminham com uma escolha, que caminham numa direção, onde direção é olhar para dentro de si e perceber o que estão fazendo do seu caminho. Sim, a corrente manda os sinais para o guerreiro, mas muitos ainda, com sua pouca evolução espiritual, acabam vendo coisas ou sentindo coisas de forma contrária ao que prega a corrente, ao que fala a corrente há mais de 30 anos.

Por isto Cacique fala aos irmãos, cada guerreiro na sua evolução, cada guerreiro na sua caminhada. Um guerreiro na Terra só consegue saber que está crescendo espiritualmente quando consegue olhar para dentro de si e perceber que o problema é ele. Se os guerreiros plantam da forma errada, vão colher da forma errada e o culpado não é o espírito que atrapalha, não é que tem energia ruim fazendo isso ou aquilo, tudo reflete na matéria, no corpo físico.

A partir do momento que reflete no corpo físico, os guerreiros não estão preparados nem materialmente, nem espiritualmente, e quando tiram a máscara encontram a si mesmos que é a verdade. Por isso muitos lugares na Terra falam da forma errada, apenas por um interesse próprio. Por isso guerreiros na Terra que estão aqui na Casa de Luz olhem para dentro de si, façam uma reflexão com si mesmos, sobre o que fizeram lá atrás, o que plantaram e da forma que plantaram.

Como Cacique disse: plantaram de forma errada lá para atrás, hoje estão colhendo. Se plantou o certo hoje, amanhã nova lua, novo dia, onde o Grande Espírito dá oportunidades a todos, vão estar colhendo da forma certa. Por isso, sim, a magia toma conta, a magia ajuda, só que é preciso que os guerreiros estejam abertos a receber toda esta energia, onde é você, guerreiro, você, guerreira, que vai estar dando o passo para caminhar junto com toda uma corrente espiritual.

NUVEM VERMELHA

19jun2017

Tenham mais prática do que teoria.

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 14, 2017 by Helen Ians

inundação

India quis vir aqui hoje para falar com vocês, como já foi dito aqui, que há muito tempo a natureza da Terra de vocês está dando sinal que tem coisa errada acontecendo. O lugar que era para ter chuva, tem sol, o lugar para ter sol está todo cheio de água. Nem a natureza mais está aguentando de tanto que o homem mexeu nas coisas de Grande Pai.

Mas India não veio aqui para debater isso, não. India só está falando para comparar natureza da Terra de vocês com o que está acontecendo com cada um que está aqui hoje. Todo mundo aqui é preocupado com o pano que vai por, com a cor disso ou daquilo, como é que vai, se vai, com quem vai, mas vocês não prestam atenção nos sinais que o corpo de vocês está dando, como disse a irmã, que falou. E quando o corpo dá sinal, ignora sinal e acha que sabe tudo porque informação vocês tem, mas prática vocês não tem nenhuma.

Como já foi falado muito, Índia vai falar só, como vocês falam, para resumir: que vocês tenham mais prática do que teoria. Se tem sinal, vai atrás – vai entender se é de corpo, se é de mente, se é de espírito, e não achar que sabe tudo, que pode tudo.

Os irmãos nao querem ter humildade suficiente para saber onde é que está errado porque às vezes precisa saber, precisa dividir isso com outros – seja homem de branco, seja com outras pessoas, seja com alguém. Isto é para vocês “ferir orgulho”. Lembrem que, por orgulho, muitos foram antes da hora da partida.

Vocês precisam começar a entender o que são os sinais. Mas se alguém está esperando sinal de fogo, de qualquer coisa destas besteiras, não vai ter nada disso. Sinal é para perceber, é para estar atento, é para estar ligado Espirito com Corrente, Espirito com Grande Pai, Espirito com Energia Maior ou qualquer nome que os irmãos dêem. Enquanto não tiver ligação dos irmãos com Força Maior, não vão entender e nem ver o que é sinal. Enquanto estiverem olhando só para vocês mesmos, menos ainda.

É tempo agora de entenderem quem são, o que são e para que estão aqui. Sem energia, os irmãos não são nada e não vão conseguir nada.

Que cada um tenha humildade suficiente para erguer a cabeça, e trilhar o caminho, mas com o coração e com o olho no Grande Pai. Se não for assim, fica difícil trilhar qualquer coisa aqui. Fiquem atentos: nesta semana agora olhem dentro de si, mas sem arma, sem estar pensando que é superior. Olhem dentro de si e repensem e mudem se for preciso, mas sempre pedindo para o Grande Pai a força necessária.

India pede que Grande Manitu abençoe a cada um desta Casa.

ÍNDIA

Busquem na oração a presença do Grande Pai

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

prayer to the morning sunLembrem-se, queridos irmãos, sempre deve haver esperança, haver fé naquilo que vocês pretendem alcançar e naquilo que vão buscar.

A fé move montanhas e mesmo quando tudo parece sem solução, porque vocês se envolvem demais, busquem na oração a presença do Grande Pai para acalmar o vosso coração e iluminar sua mente.

ANA NERI

NUVEM VERMELHA: A médium, como se fala aqui na Terra, está com gripe e força a corda vocal, por isso guerreira deixou mensagem aos guerreiros para que tenham fé em seu propósito e em seu caminho, em forma de oração é quando os guerreiros se aproximam de si mesmos e do Grande Espírito.

Acompanhado sem ver a sua companhia

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on junho 3, 2017 by Helen Ians

PEGADAS NA NEVEAcreditar, ter fé, exatamente nesta linha eu continuo, talvez não com a mesma doçura de quem me antecedeu. Eu me lembro de um dia eem que eu disse a alguém desta Casa, que ia para o hemisfério norte: acredite, tenha confiança, tudo vai dar certo, e se você caminhar na neve, recém-caída, neve fofa, quando, em alguns momentos, olhar para trás verá outras pegadas na mesma trilha que não são as suas. E de fato aconteceu. Esta pessoa tinha certeza de que estava muito bem acompanhada. Entenderam?

Da mesma forma, acreditar, ter fé naquilo que se vê à frente e que aconteceu, ou acontecerá, antes de você, são as pegadas que vocês podem observar, aí, em amplo sentido.

Eu me reporto aqui ao Grande Cacique que acabou de falar de rastros. Para seguir um rastro, é preciso crer que quem passou por ali é digno de confiança. Confiança tal que nos permite segui-lo, seja ele quem for.

Como se tem confiança em alguma coisa que nos antecedeu e que não vimos e não conhecemos? Simplesmente, acreditando nos sinais, e que aquele, por sua intuição, é um sinal que diz: pode me seguir, eu já passei por aqui e este caminho é bom.

Tudo isso pode parecer para vocês um tanto difícil de realizar mas alguma forma de vocês terem absouta certeza é, pelo menos, tentar, com sua intuição, com a sua inteligência, com a sua sensibilidade, com a sua presença. Tentar seguir um caminho já trilhado, tentar visualizar lá na frente que este caminho levou a  um bom lugar. Mas pode ser feito ao mesmo tempo em que você segue o rastro, você olha para trás ou vê, no caso da neve ou da areia, do terreno leve, pegadas que além das suas, não estavam ali no momento anterior.

Quando eu era muito pequeno, senti isso acontecer em um dia de neve, neve caindo fofa ainda. Eu sempre testava, olhava, pois sentia que estava sendo acompanhado, sempre aonde eu ia. E numa desta vezes eu olhei para atrás e vi exatamente o que eu já disse, as minhas pegadas pequenas, de um menino, e outras pegadas na mesma trilha, maiores. Olhei e vi, e rezei: tomara que neve muito forte para apagar as pegadas, eu não quero ter visto isso. Sabem por que? É isso que eu gostaria que um dia vocês pensassem a respeito por si próprios. Eu não queria ver aquelas pegadas porque eu não queria ter a certeza de que eu fora seguido. Eu queria desenvolver a minha fé – acreditar, sem precisar ver. Apenas sentir uma outra presença que possa nos fazer tão bem.

Não tenho tanta sutileza mas às vezes eu visito vocês e vocês estão tão distraídos. Eu costumo derrubar umas panelas, faço um pouco de barulho. Não adianta nada falar: mas como é que isso caiu?

Nem sempre é tão bom ter certeza das coisas. As melhores coisas da vida nos não precisamos registrar, apenas deixar que fiquem em torno de nós lembranças como esta que eu tenho, daquela vida, então menino, quando pelas minhas orações nevou tanto imediatamente que desapareceram as pegadas que me seguiram. E aí eu tive a consciência que eu tinha fé. Continuei andando pela mesma trilha que eu estava abrindo, sabendo, e não necessariamente precisava ver, que estava bem acompanhado. Eu digo a vocês, pelos seus guias, pelos espíritos de luz que estão próximos, que vocês estão, sim, sendo seguidos, ora sendo seguidos, ora sendo conduzidos e ora nem uma coisa  nem outra, estão sendo acompanhados. É uma sensação imensamente grata, saber-se acompanhado sem precisar ver a sua companhia mas senti-la. Era isto que eu queria dizer, na mesma linha da doce senhora, e no mesmo caminho do conceito de trilha que o Grande Cacique colocou.

Eu espero que toda esta noite seja sobre caminhar, abrir caminhos, seguir trilhas ou fazer as trilhas para que outros sigam. E cheguem ao mesmo lugar, em segurança, como cada um de vocês, um dia, chegou.

Agradecido a todos e uma noite especial, como eu falei, de neve, areia, talvez das matas, e de tudo que é natural.

PEDRA ALTA