Archive for the Ajuda espiritual Category

Tenham mais prática do que teoria.

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 14, 2017 by Helen Ians

inundação

India quis vir aqui hoje para falar com vocês, como já foi dito aqui, que há muito tempo a natureza da Terra de vocês está dando sinal que tem coisa errada acontecendo. O lugar que era para ter chuva, tem sol, o lugar para ter sol está todo cheio de água. Nem a natureza mais está aguentando de tanto que o homem mexeu nas coisas de Grande Pai.

Mas India não veio aqui para debater isso, não. India só está falando para comparar natureza da Terra de vocês com o que está acontecendo com cada um que está aqui hoje. Todo mundo aqui é preocupado com o pano que vai por, com a cor disso ou daquilo, como é que vai, se vai, com quem vai, mas vocês não prestam atenção nos sinais que o corpo de vocês está dando, como disse a irmã, que falou. E quando o corpo dá sinal, ignora sinal e acha que sabe tudo porque informação vocês tem, mas prática vocês não tem nenhuma.

Como já foi falado muito, Índia vai falar só, como vocês falam, para resumir: que vocês tenham mais prática do que teoria. Se tem sinal, vai atrás – vai entender se é de corpo, se é de mente, se é de espírito, e não achar que sabe tudo, que pode tudo.

Os irmãos nao querem ter humildade suficiente para saber onde é que está errado porque às vezes precisa saber, precisa dividir isso com outros – seja homem de branco, seja com outras pessoas, seja com alguém. Isto é para vocês “ferir orgulho”. Lembrem que, por orgulho, muitos foram antes da hora da partida.

Vocês precisam começar a entender o que são os sinais. Mas se alguém está esperando sinal de fogo, de qualquer coisa destas besteiras, não vai ter nada disso. Sinal é para perceber, é para estar atento, é para estar ligado Espirito com Corrente, Espirito com Grande Pai, Espirito com Energia Maior ou qualquer nome que os irmãos dêem. Enquanto não tiver ligação dos irmãos com Força Maior, não vão entender e nem ver o que é sinal. Enquanto estiverem olhando só para vocês mesmos, menos ainda.

É tempo agora de entenderem quem são, o que são e para que estão aqui. Sem energia, os irmãos não são nada e não vão conseguir nada.

Que cada um tenha humildade suficiente para erguer a cabeça, e trilhar o caminho, mas com o coração e com o olho no Grande Pai. Se não for assim, fica difícil trilhar qualquer coisa aqui. Fiquem atentos: nesta semana agora olhem dentro de si, mas sem arma, sem estar pensando que é superior. Olhem dentro de si e repensem e mudem se for preciso, mas sempre pedindo para o Grande Pai a força necessária.

India pede que Grande Manitu abençoe a cada um desta Casa.

ÍNDIA

Busquem na oração a presença do Grande Pai

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

prayer to the morning sunLembrem-se, queridos irmãos, sempre deve haver esperança, haver fé naquilo que vocês pretendem alcançar e naquilo que vão buscar.

A fé move montanhas e mesmo quando tudo parece sem solução, porque vocês se envolvem demais, busquem na oração a presença do Grande Pai para acalmar o vosso coração e iluminar sua mente.

ANA NERI

NUVEM VERMELHA: A médium, como se fala aqui na Terra, está com gripe e força a corda vocal, por isso guerreira deixou mensagem aos guerreiros para que tenham fé em seu propósito e em seu caminho, em forma de oração é quando os guerreiros se aproximam de si mesmos e do Grande Espírito.

Acompanhado sem ver a sua companhia

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on junho 3, 2017 by Helen Ians

PEGADAS NA NEVEAcreditar, ter fé, exatamente nesta linha eu continuo, talvez não com a mesma doçura de quem me antecedeu. Eu me lembro de um dia eem que eu disse a alguém desta Casa, que ia para o hemisfério norte: acredite, tenha confiança, tudo vai dar certo, e se você caminhar na neve, recém-caída, neve fofa, quando, em alguns momentos, olhar para trás verá outras pegadas na mesma trilha que não são as suas. E de fato aconteceu. Esta pessoa tinha certeza de que estava muito bem acompanhada. Entenderam?

Da mesma forma, acreditar, ter fé naquilo que se vê à frente e que aconteceu, ou acontecerá, antes de você, são as pegadas que vocês podem observar, aí, em amplo sentido.

Eu me reporto aqui ao Grande Cacique que acabou de falar de rastros. Para seguir um rastro, é preciso crer que quem passou por ali é digno de confiança. Confiança tal que nos permite segui-lo, seja ele quem for.

Como se tem confiança em alguma coisa que nos antecedeu e que não vimos e não conhecemos? Simplesmente, acreditando nos sinais, e que aquele, por sua intuição, é um sinal que diz: pode me seguir, eu já passei por aqui e este caminho é bom.

Tudo isso pode parecer para vocês um tanto difícil de realizar mas alguma forma de vocês terem absouta certeza é, pelo menos, tentar, com sua intuição, com a sua inteligência, com a sua sensibilidade, com a sua presença. Tentar seguir um caminho já trilhado, tentar visualizar lá na frente que este caminho levou a  um bom lugar. Mas pode ser feito ao mesmo tempo em que você segue o rastro, você olha para trás ou vê, no caso da neve ou da areia, do terreno leve, pegadas que além das suas, não estavam ali no momento anterior.

Quando eu era muito pequeno, senti isso acontecer em um dia de neve, neve caindo fofa ainda. Eu sempre testava, olhava, pois sentia que estava sendo acompanhado, sempre aonde eu ia. E numa desta vezes eu olhei para atrás e vi exatamente o que eu já disse, as minhas pegadas pequenas, de um menino, e outras pegadas na mesma trilha, maiores. Olhei e vi, e rezei: tomara que neve muito forte para apagar as pegadas, eu não quero ter visto isso. Sabem por que? É isso que eu gostaria que um dia vocês pensassem a respeito por si próprios. Eu não queria ver aquelas pegadas porque eu não queria ter a certeza de que eu fora seguido. Eu queria desenvolver a minha fé – acreditar, sem precisar ver. Apenas sentir uma outra presença que possa nos fazer tão bem.

Não tenho tanta sutileza mas às vezes eu visito vocês e vocês estão tão distraídos. Eu costumo derrubar umas panelas, faço um pouco de barulho. Não adianta nada falar: mas como é que isso caiu?

Nem sempre é tão bom ter certeza das coisas. As melhores coisas da vida nos não precisamos registrar, apenas deixar que fiquem em torno de nós lembranças como esta que eu tenho, daquela vida, então menino, quando pelas minhas orações nevou tanto imediatamente que desapareceram as pegadas que me seguiram. E aí eu tive a consciência que eu tinha fé. Continuei andando pela mesma trilha que eu estava abrindo, sabendo, e não necessariamente precisava ver, que estava bem acompanhado. Eu digo a vocês, pelos seus guias, pelos espíritos de luz que estão próximos, que vocês estão, sim, sendo seguidos, ora sendo seguidos, ora sendo conduzidos e ora nem uma coisa  nem outra, estão sendo acompanhados. É uma sensação imensamente grata, saber-se acompanhado sem precisar ver a sua companhia mas senti-la. Era isto que eu queria dizer, na mesma linha da doce senhora, e no mesmo caminho do conceito de trilha que o Grande Cacique colocou.

Eu espero que toda esta noite seja sobre caminhar, abrir caminhos, seguir trilhas ou fazer as trilhas para que outros sigam. E cheguem ao mesmo lugar, em segurança, como cada um de vocês, um dia, chegou.

Agradecido a todos e uma noite especial, como eu falei, de neve, areia, talvez das matas, e de tudo que é natural.

PEDRA ALTA

Dêem o passo de outra forma

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

deem o passo de outra forma

Quando vocês saem de vossas casas e se dirigem para cá, são movidos por vários sentimentos, de incerteza, de dor de angústia mas, no fundo, acreditam que tem fé. Chegam aqui, escutam muitas coisas e muitas vezes nós sabemos que vocês não concordam com o que é dito aqui. Mas, mesmo assim, tem pessoas que continuam vindo, continuam escutando, continuam fazendo o que são orientadas a fazer. Existem aqueles que persistem e continuam e existem aqueles que tão frágeis são, que desistem.

Aqui somos mensageiros de uma corrente grandiosa. Procuramos transmitir boas palavras, bons sentimentos a todos vocês. E tentar fazer com que você entendam o que seja a fé verdadeira. A fé verdadeira é aquela que transforma a água que vocês levam embora, no mais poderoso dos remédios.

São muitos anos de trabalhos, e vimos verdadeiros milagres acontecerem, não por nosso mérito, mérito da nossa corrente ou desta Casa de Luz mas por mérito única e exclusivamente de vocês que, quando sabem aproveitar, entregam vossos corações, entregam vossas mentes a esta grande corrente, para que tudo possa ser encaminhado. Sempre fomos muito claros com todos vocês de que nada adianta vir aqui toda semana e pedir a mesma coisa por anos, anos e anos, se vocês não derem o passo, tomarem uma atitude e caminharem em busca do que estão pedindo.

Como dizia o nosso mentor, o Prof. Policarpo, 99,9% depende de vocês. Aqui, nós fazemos o restante. Pensem, reflitam, não esperem que nada caia do céu porque não vai cair. Dêem o passo, lutem, caminhem vocês que querem caminhem junto com a corrente, caminhem junto com o grande Pai, para que possam alcançar aquilo que tanto procuram. Se não deu certo até hoje, revejam suas atitudes, e dêem o passo de uma outra forma.

JURACI

Preencha sua alma com seu sonho.

Posted in Ajuda espiritual on maio 15, 2017 by Helen Ians

PREENCHA SUA ALMA COM O SONHOPara dar sequencia ao que foi falado aqui, semana passada – embora todos acompanhem o blog – foi contada a história a todos do general que sempre ganhou todas as guerras, mas chegou a um ponto, depois de tantas vitórias, que a vitória já não tinha mais graça para ele. Dava na mesma ganhar ou perder.

Ele ficou sabendo de um sábio e o procurou. Sentou ao lado do sábio que acabou percebendo que, depois de algumas horas, ele não iria sair de seu lado. E o sábio perguntou: O que você quer? Ele respondeu: Eu já não vejo mais graça em nada, para mim tanto faz a vitória ou derrota. Tudo que eu vejo e onde estou também perdeu a graça. Parece que eu caí em uma sansara. São ações repetitivas, como foi dito semana passada: parece que caí na mesmice no dia a dia. Eu caí nesta roda de sansara e não estou conseguindo encontrar mais graça para nada.

O mestre, olhando nos seus olhos, disse: e quem o colocou nela?

Analisando pela profundeza, e não pela superfície, aquele que consegue conquistar o que lhe é de direito é porque deu o passo numa forma diferente e conseguiu perceber que se plantou da forma errada, vai colher da forma errada. Isto também foi dito na semana passada aos nossos irmãos aqui da mesa. Geralmente, o que o pessoal faz? Quer achar culpado. Eu queria isso, aquilo, não sei o que lá – e aí não consegue. Quando eu digo analisar pelas profundezas, eu não estou dizendo daquilo que se ganha ou se perde, que é na matéria. O que estou querendo dizer é aquilo que é ligado e que está incrustado em seu espírito, na sua alma. Traduzindo: o seu sonho.

Aquele que tem tristeza, depressão, isso e aquilo, o motivo, para aqueles que não sabem, é a falta de preencher a sua alma com o sonho. A sua alma fica vazia, por isso que acontece o que acontece. Qual é a solução?

Quando se olha para dentro de si e se sabe quem é – uma coisa é a pessoa pela pessoa, outra coisa é a essência. – aquilo que é e que já está incrustado em sua essência, na sua alma, é difícil de perceber o feito. Por isso muitos demoram a perceber o que fizeram.

Diferente de quem – e aí já cai na outra história, a do cozinheiro, onde o sábio que já estava com idade, precisava por alguém no lugar dele. O sábio mandou todos fazerem uma prova e aquele que fizesse um texto ficaria no seu lugar. Assim que ele disse que seria um poema, ele percebeu que lá atrás, perto dos discípulos, mais afastado, o cozinheiro do lugar se iluminou. Ele percebeu uma luz nos olhos do cozinheiro.
Só que, eis a questão: como é que vou colocar o cozinheiro para fazer o teste? Se ele ganhar, pelo que eu senti, pelo que eu vi iluminado…,(foi um sinal, até porque estas pessoas tem a sensibilidade apurada), se ele ganhar, eles não vão aceitá-lo para comandá-los. O que vou fazer? Ele pensou, pensou e disse: vou seguir os meus instintos. Vou seguir o que eu vi. E vamos ver o que vai acontecer.

Todos já tinham escolhido: era o rapaz matuto que escrevia muito bem. Tinha o dom da escrita e fez uma comparação: aquele que tem o espírito transformado, e encontra a transformação, é preciso que naquele espelho que reflete sua imagem, é preciso que limpe e não guarde poeira, todos os dias. É preciso todos os dias uma luta diária, todos os dias uma limpeza em seu espirito, em sua alma, que ele traduziu como seu espelho.

No dia seguinte, foi encontrada uma folha que dizia assim: se eu estou unificado com o meu espirito e minha alma, neste espelho refletido o sol, por si só a transformação, por si só o sagrado estará unificando e eu estarei unificado com todos. E o sol vai refletir neste espelho para todos que estão ao lado, e a mim também.

O que ele quis dizer? Aquele que já está unificado, aquele que já está dando o passo certo, não precisa ficar todos os dias tirando a poeira. Que é justamente o que complica alguns aqui. Como diz meu general: eu não preciso aqui trabalhar em cima do acerto, a gente trabalha em cima do erro. O acerto, parabéns. Não faz mais que obrigação.

Eu pego o caminho contrário. E o certo é pegar o caminho contrário. O caminho contrário é este – vamos trabalhar o erro. Se já está acertando, se já está unificado, se não precisa é porque já entendeu, já se blindou, como é dito aqui nesta casa, e toda energia ruim foi mandada embora. Tudo aquilo que atrapalha porque o sujeito ou a sujeita antecipou aquilo que poderia acontecer lá para frente. Por isso que alguns perdem muito – não conseguem enxergar o dia seguinte, não conseguem enxergar três dias depois, não conseguem enxergar atrás da outra montanha –  como é falado pelo Chefe – que está ali.

E aí vão dando o jeitinho, parece até que tem uma expressão aqui – o jeitinho brasileiro. Eu teria vergonha de dizer isso. Eu dou uma limpada ali, outra lá… fica tudo certo.

Só que ninguém é bobo. Todo mundo sente as coisas e, se não pegar hoje, pega amanhã, ou pega depois. Você imagina uma energia que atua e está olhando para você e dizendo: por que fez isto se tudo estava certo? Por que deixou a energia lá? Por que já não dispensou, já não mandou embora, já ateou fogo? A pergunta é: será que gosta de passar o pano? E vai passar o pano até quando?

Como diz Ragnar, se a onda é tão grande ate o drakar pode virar. E ele viu muitos.

Isto de passar o pano resolve, para onda pequena. Para onda grande, não resolve. Aí eu junto com outra história que é contada hoje, como foi falado a semana passada, também do mestre, do sábio.

Vão fazendo a ligação de uma coisa com a outra.

Ele percebe que um dos seus discípulos já está rezando há quase cinco horas. Até que ele se aproxima e pergunta para o moço: você já está há muito tempo aí, por que está rezando tanto?

Nisto, ele disse: mestre, eu estou aqui rezando muito porque eu quero ficar com a mente igual à do Buddha. E o mestre o olha e se retira apenas com o olhar. Volta com uma madeira e uma lixa na mão. Senta ao lado do moço que não para de rezar e começa a lixar a madeira. A barulheira começa a incomodar o moço que lhe pergunta: mestre o que está acontecendo? O mestre responde: estou lixando porque quero transformar a madeira em um espelho. O discípulo diz: mas mestre você não vai conseguir transformar a madeira em espelho.
O mestre: sim, e você também não. Você nunca vai ter a mente do Buddha.

E o mestre olhando no olho dele diz: filho, fala uma coisa para mim, se você quer que uma carruagem ande, onde você bate, no cavalo ou na carroça? Evidente, mestre, que é o no cavalo. O mestre diz: Sim, então você para de bater na carroça que é o que você está fazendo.

Quantos aqui batem e batem na carroça em vez de bater no cavalo. Querem que a carruagem ande. Querem preencher sua alma, seu sonho? Parem de bater na carroça e batam no cavalo, aí a carruagem vai andar.

Para a transformação, a evolução, não adianta ficar lá 40 horas rezando, ou como a gente está fazendo aqui agora, nesta reunião, e da porta para fora, passar o pano na poeira. Ou a pessoa é convicta daquilo que está fazendo, como diz Ragnar, ou acredita em sua embarcação, ou acredita naquele que está dentro, como ele está dizendo e estão me traduzindo, e aquele que dá trabalho dentro, é jogado ao mar. Aquele que não está condizendo com a embarcação não fica. Por isso que uns dão certo e outros não. Não estou falando de dinheiro, nem de bens materiais, nada disso. Estou falando de sonho, de conquista pela conquista, de graça. É o que acontece. Deu trabalho na embarcação, como ele fazia, joga no mar.

E hoje em dia para vocês, onde não tem nada disso, não tem este tipo de guerra e as coisas são mais simples, como foi dito pelo irmão Pedra alta, o simples é saber falar não. Ninguém está aqui na Terra para agradar ninguém. Não estou dizendo que é para sair por aí, maltratando os outros. Estou falando de você. Os outros são os outros – problema deles. Agradar a gregos e troianos, parece que não combina e nunca vai combinar.

Nas minhas andanças, quantos que eu vejo darem certo e conquistarem. E quantos também eu vejo que o que falta é o saber falar. Será que a pessoa não percebe o atraso no seu caminho? É isso que muitos de nós não conseguem entender. Eu falo por mim, por Ragnar, pelo Chefe, para todos é a mesma coisa: não dá para entender.

Aí eu me lembro (para encerrar), de certo moço chamado Alexandre o Magno, quando cruzou com os celtas – pelo menos é o que diz a história – às margens do rio Danúbio, ele encontra um druida (para quem não sabe depois pesquisa…) e perguntou do que os celtas tinham medo. O druida disse: eles não temem a nada, mas temem que o céu caia sobre a Terra ou a Terra se eleve ao céu. É isso que eles temem.

Isso quer dizer o que, analisando elas profundezas da história? Se cada coisa estiver no seu lugar, o céu no seu lugar, a Terra no seu lugar, não há motivo para o medo. A partir daí que não há motivo para medo, é seguir em frente, ou na Terra, ou nos céus Ou como diz Ragnar, com a espada cravada na Terra, ou… Cada um faça a sua escolha, a sua espada flutuando, navegando, no mar. Ele completa que há momentos em que é preciso que todos soltem o remo, para você encontrar o seu deus, sentado no centro da sua embarcação. E ele vai estar lá.

Há momentos em que é preciso soltar o remo para que você encontre o seu deus no centro do seu drakar.

C.: posso fazer uma observação? Uma das coisas mais lindas que aprendi com ele, aquelas coisas que a gente ouve no vento… É que é preciso ter coragem para seguir, mas é preciso muito mais coragem para voltar. O mais bonito é que ele conseguia ter para onde voltar, por ter conquistado alguma coisa.

Está certo o comentário. Por que ele voltava? Porque na verdade ele nunca saiu, apenas soltou os remos para que pudesse fazer novamente o seu encontro consigo mesmo. E isto estava no centro de sua embarcação. Vocês viram isso. Por isso que volta.

Esta é a diferença de um caminho e de outro. Esta é a diferença de quem luta para a sua conquista que é transformada em sonho, em alegria, em paz, e para quem apenas fica achando que a carruagem vai andar se bater na carroça. É com atitude, que é batendo nos cavalos, que a carruagem vai andar. É ter atitude – esta é a continuação da história. Uma hora a pessoa acerta no cavalo e o cavalo anda. Este é o ponto.

Agora, vocês imaginam o que estou dizendo, vocês dão um passo para a coisa ser transformada. Se estão aqui, estão dando abertura para toda a energia trabalhar a seu favor, imaginem a tristeza que é – porque alguns acham que o espírito não está vendo, é claro que estamos vendo… Eu não estou falando, até porque aqui nesta Casa, a gente não faz esta coisa de “olha, pega as asas e saia batendo” e também não é para ficar condenando ou jugando ninguém.

A tristeza que eu digo é que vocês estão vindo, estão dando o passo, estão escutando, assimilando da forma que cada um assimila, de acordo com o seu momento. Só que a tristeza aparece quando a gente faz de tudo para colocar no caminho da pessoa aquilo que ela necessita, e a pessoa não dá o passo. Ou porque está batendo na carroça, ou porque em vez de dar o pessoa, está rezando… demasiadamente, como é falado. Sim, tem que orar, tem que rezar só que no equilíbrio. E no momento em que é preciso, pega a espada e crava, dizendo: eu vou conquistar! E ter a coragem, como foi dito aqui na história, do céu cair sobre a Terra ou a Terra se elevar ao céu. Neste momento, a pessoa não está em harmonia com si mesma. Aí o que acontece? Não consegue sentir aquilo que o plano espiritual está colocando sem seu caminho. isto gera uma tristeza entre todos aqui, cada um de sua forma, a ponto de até a gente escutar “não é possível que fez o que fez”, ou “não é possível que continua fazendo”.

Ou “ parece que acordou”, ou “que bom, pegou o caminho certo”. Este é o caminho do crescimento de cada um de vocês aqui. Que assim seja.

PEÃO

A busca da verdade

Posted in Ajuda espiritual on maio 15, 2017 by Helen Ians

inside us

Em um caminho onde se busca a verdade, o crescimento é tão certo quanto a certeza de que o bem está acima de tudo.

Verdade é sempre o melhor caminho porém nem sempre o mais fácil.

– ** –

Nada do que se leva na guerra é tão importante quanto aquilo que levamos dentro de nós para qualquer lugar que seja.

Seja na guerra ou na paz, nada muda o que temos dentro dento de nós como princípios. Tudo aquilo que aprendemos, estará conosco. Tudo que resolvemos ter em nossas vidas andará conosco. Então escolham a alegria, a paz e a conquista.

Nada pode modificar aquilo que guardamos em nossos corações. Porém está em nossas mãos escolher o que carregar.

 PSICOGRAFIA VIVIANE

ENCERRAMENTO

Nada pode modificar aquilo que guardamos em nossos corações… Não preciso falar mais nada.

Vamos encerrar. Agradeço a todos aqui na mesa pela força de vontade de cada um, que eu sei que é muita, e pela energia que é doada.

Agradeço a todos vocês que acompanham a corrente: a nós.

Que lutem! Porque uma coisa é que vocês podem fugir de vocês mesmos. Mas tem coisas de que vocês não poderão fugir nunca – daquilo que está contido em vossos corações, fugir do seu espirito e daquilo que está já incrustado em sua alma.

Que assim seja.

PEAO

Com o conhecimento da espiritualidade, sabe-se o que pedir e o que agradecer.

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on março 24, 2017 by Helen Ians

oportunidade de evoluirAssim como os irmãos deste plano espiritual alimentam o vosso corpo, devem alimentar o vosso espírito, a vossa alma.

Não há nada mais que, além da sua alma, do que a oportunidade que vocês têm diariamente da evolução. Aquele que não sabe, que desconhece, e poucos podemos dizer que não tem o conhecimento – mas aquele que tem o conhecimento da espiritualidade, que coloca a sua passagem terrena em função do seu crescimento, aprendizado, que coloca Deus em seu caminho, sabe o que fazer, sabe o que pedir, e sabe o que tem a agradecer. Não há nada melhor do que a consciência tranquila de um ato bem feito.

Quando dão descanso ao seu corpo físico, voltam o seu coração e sua mente ao Grande Pai, este é o momento de dizer “obrigado”, de pedir ajuda, muito mais ao teu próximo, e principalmente saber que não está só, saber também que é imprescindível para aqueles que te cercam, no sentido da caridade, da ajuda, da aceitação, do ensinamento, e de tantas outras pequenas palavras com grande significado que te seguirão durante todo o seu caminhar. Portanto, queridos irmãos, façam bom uso do conhecimento que possuem em prol do teu próximo e de ti mesmo.

ANA NERI