Renascer em sabedoria e construindo individualidade forte.

Posted in Arte de viver with tags , on julho 15, 2017 by Helen Ians

the wise man and the little boyQue a Santa Luzia abençoe a todos. Na semana passada foi deixado aqui, em forma de mensagem – felizes daqueles que refletiram sobre elas – sobre aquela pessoa sábia que, até mesmo se o vento bater, ela não cai. Que já possui um grau de individualidade forte, grande, que o acompanha neste processo de evolução, neste caminho dito sagrado. Diferente daqueles que são massificados, como se diz, na linguagem popular de vocês – “maria vai com as outras” – que acompanha um comboio por acompanhar, e não sabe muitas vezes para onde está indo.

Deixei para vocês, na semana passada, que muitos não conseguem distinguir o sagrado de um buraco negro e esquecem daquilo que é mais importante, que vai preencher e transformar sua alma em alegria e paz. E acaba dando espaço para que energia ruim tome conta ou que, por muitas vezes, qualquer coisa faz levar a pessoa a tomar uma rasteira e cair porque não colocam um escudo à sua volta – não se protegem de todo tipo de energia que se aproxima.

Foi contada a história para vocês, na semana passada (apenas um resumo para quem não veio) do veterano de guerra que foi resolver um caso de sequestro. Ele estava lá dentro do carro com uma criança, e a todo o momento conversava com o assaltando, o sequestrador – muitas vezes até riam juntos, por várias vezes acenando para a imprensa que já estava no local. De uma hora para outra, ele percebeu o descuido do bandido, tirou a sua arma, jogou pela janela do carro, e a polícia entrou e fez o resto.

Sábio, focado, ninguém sabia mas foram descobrir que ele era um veterano de guerra. A todo o momento em que estava lá, pela segurança, em si mesmo ele sabia que teria a oportunidade de fazer o que fez, e tirar a arma – desarmar aquele sequestrador. Só depois que foram descobrir quem era o sujeito – um veterano, de guerra.

forest and lightApenas completando aquilo que bem disse a irmã Ana Neri, sobre renascer. Hoje eu conto uma das histórias que eu mais gosto, e para tudo chega o momento. Até agora eu não tinha contado. Eu quero que todos prestem atenção naquilo que vai ser dito. Há muito tempo atrás, numa cidade onde tinha muita montanha, existia um bandido, um pistoleiro. Naquela época era feito desta forma, nestas montanhas, afastadas, de algumas cidades.

E nesta montanha, ele fazia seus assaltos. Era um sujeito já de meia idade, forte, sabia usar a arma e lutar como ninguém. Naquele caminho onde ele ficava, próximo das montanhas, passavam muitos viajantes, era uma rota de viajantes. Com tantos assaltos que havia, as pessoas cada vez mais temiam este sujeito. Ele vivia disso, era o trabalho dele. Com medo, as pessoas começaram a diminuir, até chegar a um ponto em que poucos passavam por aquela estrada de terra, porque já sabiam o que iria acontecer. Ele foi perdendo, a comida diminuindo, ele já preocupado, até que certa feita lá longe ele consegue avistar um sujeito e, como diz uma amiga, sempre tem uns desavisados. Este sujeito vinha lá de longe e ele diz: já faz algum tempo que eu já não assalto ninguém, não levo nada. Parece que este sujeito vai me livrar o mês.

O sujeito se aproximava cada vez mais e ele, preparado com sua faca – era o que ele mais gostava de usar – na hora em que o sujeito passou na estrada, ele saltou lá da montanha, em cima do sujeito, com a faca na mão, e do mesmo jeito em que ele veio com a faca, na hora em que ele bateu com os dois pés no chão, ficou paralisado com a mão. Da mesma forma que veio, ele ficou paralisado. Ele não conseguiu pular em cima do viajante, o viajante continuou andando, como se nada estivesse acontecendo, até que o viajante escuta o berro:

Ei, me ajuda aqui, como é que vou fazer para sair desta posição? Não estou entendendo o que está acontecendo.

O viajante parou, olhou para trás e disse:

– Bom, se você está nesta posição com esta faca, alguma coisa você ia fazer. Você imagine se você não tivesse, o que teria acontecido é comigo. Com certeza, em uma hora desta, eu não estaria aqui para contar história nenhuma.

O sujeito pediu ajuda, o viajante deu alguns passos para atrás, até chegar perto dele, ele congelado naquela posição. Ele tocou no pistoleiro, e o pistoleiro voltou a se movimentar de novo. O pistoleiro agradeceu, sem entender o que estava acontecendo, sentiu alguma coisa estranha, uma luz dentro deste sujeito viajante. Na verdade, o viajante era um mestre sábio que tinha alguns poderes. Eles começaram a conversar e o mestre disse:

Eu estou indo para aquela direção, você me acompanha e a gente vai conversando no meio do caminho.

E eles foram conversando. O mestre naquele momento percebeu que, com tudo aquilo que ele estava ensinando ao pistoleiro, cada vez que ele falava, o pistoleiro se iluminava, o olho dele brilhava.  Ele se interessava pelo assunto que era sobre transformação de vida, sobre renascer, como conquistar a si mesmo, como evoluir, como ter paz, como ser feliz. E cada vez mais ele se iluminando, até que em determinado ponto, o pistoleiro para e olha no mestre e diz:

Eu agradeço a ti pela ajuda, mas você sabe que eu não passo de um pistoleiro, matador, vivo disso, por que você está me contando tudo isso daí? Por qual motivo, se eu sou um pistoleiro? E outra, você já falou do carma, falou do dharma e eu fico imaginando como o meu carma deve ser, já que você disse da outra passagem, da outra encarnação, como é que vai ser meu carma. Não vai ser fácil, por tudo que já fiz, dos roubos, das mortes e por aí vai.

O mestre olhou, sabiamente, no olho do pistoleiro e disse:

Olha, filho, tudo é analisado, tudo é visto, e tudo, como a maioria das coisas, é perdoado. Se você quiser, de tudo que te ensinei, de tudo que te passei nestes dias que estamos caminhando, você pode ter o carma diminuído, ou até mesmo revisto, e a vida não te cobrar o quanto você já fez de errado. Só que, para isso, você vai ter que cumprir tudo aquilo que eu disse para você. Eu sei que você tem força, só que direcionada da forma errada, e você pode, sim, pegar nova direção, novo caminho, só que presta atenção no que vou te dizer. Eu sei que para você não vai ser fácil, mas peço que você não desista. Você vai ser hostilizado, você vai ser recriminado, você vai sentir as dores da carne com a humilhação, mas eu tenho certeza de que você vai conseguir passar por tudo isso e o seu carma vai diminuir, daquilo que você está fazendo.

Com tanto ensinamento, com tantas palavras sábias do mestre, novamente ele se iluminou, e percebeu que, realmente, ele poderia ter o perdão, um novo caminho, e disse:

Eu aceito.

O mestre começou a andar para um lado, ele começou a acompanhar o mestre, e o mestre disse:

Daqui para frente eu vou caminhar sozinho, e você caminha de volta para o teu vilarejo e vai cumprir tudo aquilo que eu te ensinei: vai ajudar a quem precisa, vai passar paz, vai passar a palavra, vai contar história.

E assim foi feito. O pistoleiro fez a volta, foi para o vilarejo e, é claro que não poderia ter acontecido outra coisa – desde o momento em que ele chegou ao vilarejo, foi hostilizado, mendigando comida, e por muitas vezes jogavam o prato em cima dele. Arrancaram suas roupas, bateram nele, porque todos lá o conheciam. E ele suportou todas as noites, ele suportou tudo aquilo que o mestre falou para ele e, cada vez que se lembrava das palavras do mestre, se iluminava. A muitos ele ajudou com as suas palavras, àqueles que já naquele momento o perdoaram. Só que a maioria das pessoas do vilarejo não tinha como perdoar aquilo que ele fazia e tinha feito. E assim foi feito por décadas. Passados já muitos anos, aproximadamente uns 15 anos mais ou menos – se é que foi feita naquela encarnação ou na outra – o pistoleiro caminhando se lembrou da última palavra do seu mestre que ele já não via há muito tempo – já que você aceita recuperar tudo isso, deste tempo, e  ajudar as pessoas, e colocar em prática aquilo que te ensinei, faça e, no final, nós vamos nos encontrar de novo.

O pistoleiro, com aquilo na cabeça, ia andando para lá e para cá, até que em determinado momento se lembrava de que ia encontrar o mestre de novo, e então se iluminiava, e isto dava força para ele, porque queria muito encontrar o mestre.

Nestas caminhadas em que ele estava refletindo, parou em determinado lugar que era um dos lugares da montanha onde ele antes fazia seus assaltos. Começou a refletir, a lembrar do que ele fazia, começou a ver o erro que cometeu, o que era feito, no trabalho dele. Neste momento em que se lembrava das palavras do mestre sábio, escutou e viu uma menina correndo em sua direção, com a roupa rasgada, e um sujeito, jovem, com uma faca na mão que era um bandido também, correndo atrás da menina. A menina vindo na direção dele, berrando.

Ele saiu da reflexão e levantou de onde ele estava, em uma pedra, e saiu em direção a desarmar este jovem bandido, que também sabia lutar. NO momento em que ele foi salvar a menina, os dois entraram em luta corporal, lutaram, lutaram, até que por infelicidade, sem intenção, ele conseguiu tirar a faca do jovem bandido e cravou no peito dele, e o jovem bandido morreu naquele momento.

Ele conseguiu salvar a menina, na hora em que estavam lutando, por infelicidade, num golpe, a faca penetrou no peito do jovem bandido. Naquele momento ele ficou apavorado, começou a refletir e não se conformava com o que tinha acontecido. E começou a lembrar de tudo que ele tinha feito de bom, até aquele momento, e falava para ele mesmo: não é possível que eu caminhei até agora, neste tempo todo no caminho que o mestre me ensinou, e agora acontece um negócio destes. Como é que fui matar o rapaz?

Ele não se conformava e pegou o jovem bandido no colo, caminhou adentrando uma floresta lá perto, e mentalmente começou a chamar o mestre: eu vou ter que ter alguma resposta de qualquer jeito, eu preciso saber por que aconteceu tudo isto.

Quanto mais ele adentrava a mata, ele percebia um clarão lá no fundo da floresta, e foi se aproximando, com o jovem bandido nos braços, e não conseguia se conformar com o que tinha feito. Falava com si mesmo: como é que eu fui fazer um negocio destes… mas eu vou querer uma explicação de tudo isso. Quando ele se aproximou do clarão encontrou, sentado em uma pedra, o seu mestre. Na hora em que o mestre viu que ele carregava o sujeito, o mestre abriu um sorriso e disse: há quanto tempo eu esperava por este momento… pelo jeito, você continua forte, continua bem, e como é bom te ver.

O moço parou com o bandido no colo, segurando ele nos braços e disse:

– Mestre, eu não estou entendendo nada – você não está vendo o que aconteceu? Eu matei um jovem bandido. Você não está vendo? Ele está aqui.

O mestre olhou no olho dele, sorriu e disse:

Sim, eu estou vendo que você matou um jovem bandido.

Neste momento, ele olhou para os seus braços e quem estava em seus braços, era ele mesmo. Ele estava carregando a si mesmo nos braços.

Ele matou tudo aquilo do rastro que ele deixou para trás, naquele momento, porque o mestre quando partira e tinha dito:

Assim que você estiver pronto, a gente vai se encontrar novamente e vou passar para você os outros ensinamentos para você continuar o seu caminho sagrado.

Naquele momento ele se iluminou, e percebeu, que aquele sujeito em seus braços era ele mesmo.

Quantos de vocês aqui deixam um rastro no caminho, como foi dito. Vão limpando o rastro, para que caminhem de uma forma mais tranquila, para que caminhem de uma forma onde a vida não devolva para vocês aquilo que vocês fizeram.

No momento em que o pistoleiro voltou para o vilarejo, o que ele recebeu lá, sendo hostilizado, onde apanhou, onde rasgaram suas roupas, foi chicoteado, nada mais era do que a vida devolvendo a ele o que ele mesmo tinha plantado. Por isso eu falo tanto aqui nesta casa: vão limpando o rastro, vão tirando as coisas do caminho, e façam a coisa certa. E naquele momento em que ele foi salvar a menina, ele teve este encontro unificado com si mesmo, e na hora em que ele olhou para ele, seus braços, morto, era ele mesmo.

Por isso é que é um complemento daquilo que a enfermeira Ana Neri falou – do renascer. A vida deu uma nova oportunidade para ele. A vida disse: agora, meu filho, você está pronto, para receber o resto das orientações, daquilo que você vai levar aos outros, da forma certa. Agora você está pronto. Ao olhar novamente, ele se iluminou, e percebeu, assim como é dito e assim como aconteceu na historia, por muitas vezes o caminho de vocês está livre, mas são vocês que colocam o obstáculo, o problema, vão deixando o rastro, e depois começam a caminhar e a vida começa a dar o troco. Mas ode perceber que o caminho de todos, assim como chamam de destino – sim, está traçado, mas ele não é tão firme como vocês podem imaginar. Existe uma flexibilidade de um lado e de outro. Porque vocês tem livre arbítrio para poderem caminhar da forma que quiserem na Terra.

Muitas vezes, está traçado para vocês um caminho excelente, e vocês acabam plantando da forma errada. Acabam buscando da forma errada, plantando da forma errada, fazendo da forma errada. É claro que, depois, vão ter o retorno, de uma forma ou de outra, materialmente ou em forma de energia.

Por isso façam como o pistoleiro que, no momento em que olhou nos seus braços, era ele mesmo. Ele se deu nova chance, se deu um novo caminho e se deu oportunidade de renascer em novo caminho, transformado em luz, transformado em paz, transformado em energia, para que pudesse levar os ensinamentos do seu mestre.

renascer

Por isso deixei a vocês, dias atrás, a história de Sócrates a quem perguntaram se ele, um gênio, pegasse um sujeito e amarrasse na cadeira e ele ficasse ensinando, se depois de alguns meses, o sujeito, solto, se tornaria um grande mestre. Com sua humildade, olhando para a cara dos discípulos, disse: minha mãe era uma ótima parteira, mas eu nunca vi ela fazer uma moça que não estivesse grávida, dar a luz.

Isso quer dizer o quê? Que se o sujeito não estiver aberto, se o sujeito não estiver alinhado com o seu pensamento e aquilo que busca, com aquilo que deseja, com a forma em que caminha, com aquilo que acredita, com aquilo que está vindo buscar na Terra – e todos aqui tem um compromisso firmado na Terra. Todos aqui vieram para deixar cravado o seu nome na Terra, todos. Não importa se conhecidos ou não. Mas para alguém você é importante, para alguém você marcou, nem que tenha sido um sorriso.

Este é o caminho que a corrente deseja que todos busquem neste renascimento. O renascer a si mesmo e aproveitar o caminho sagrado que é dado a ti, unificado com aquilo que tem de mais sábio na Terra, que é viver em paz, viver tranquilo e feliz. É o que deseja a corrente aqui a todos. Reflitam sobre a história deixada, não esqueçam que, por muitas vezes, vocês estão carregando a vocês mesmos.

Como estão me contando aqui  (aliás esta turma já passou por aqui na Casa, em forma de espirito, em forma de ajuda) Leonardo Da Vinci (uma pessoa da mesa comenta: um grande artista do renascimento), muitos acham que ele foi apenas um grande artista, um grande pintor. Sabem qual era uma das principais qualidades dele? Na verdade,  iam para sua casa não só para ver os seus quadros, na verdade, seus quadros eram secundários. Ele era também um gênio em cozinhar. Um chefe de cozinha, como ninguém. É o que estão me contando agora. Isto quer dizer o que? As pessoas muitas vezes se limitam porque querem. Na antiguidade, e eu posso afirmar isso para vocês, aquele que era médico, era médico, era pintor, tinha artes contidas dentro dele, assim como um poema, e além de tudo um guerreiro. Eram completos.

Platão, conhecem? (alguém comenta: professor de Aristóteles, que foi o mestre de Alexandre, o Grande). Ele também tinha “n” qualidades dentro de si, e colocava para fora aquilo que sabia. Muitos caminhavam lado a lado, com ele, para o aprendizado.

São outras épocas, infelizmente… Como disse um sábio, é complicado às vezes para um país que não tem identidade própria e tudo se pede emprestado. Vamos colocar de forma popular – é a imagem da balança da justiça, é o amor, onde se coloca a imagem do coração… Mas acredito, ainda, assim como todos da corrente acreditam, aqueles que são interessados, focados, aqueles que se interessam pela cultura, aqueles que se interessam em se tornarem mensageiros de Cristo, está aí um bom caminho, uma bela história – basta também dar o passo. E a gente sabe que vocês, hoje em dia, tem uma vasta forma de buscar, de pesquisar, de encontrar, e de querer. No lugar daquilo que é supérfluo, das bobagens, que façam, orem, pesquisem e façam, leiam. Não se tornem produtos do meio, massificados. Se tornem produtores do meio, chefes de si mesmos, e por consequente verdadeiros guerreiros que, se tiverem que pegar em uma espada, não vão passar vergonha.

Assim como era feito na casa branca, faziam a oração do Pai Nosso quando tocava o sino, e o som adentrava a floresta e, lá da casa branca, no topo de montanha se escutava o Pai Nosso.

Que a Santa Luzia abençoe a todos.

PEÃO

Sua essência dentro da sua verdade.

Posted in Arte de viver with tags , on julho 2, 2017 by Helen Ians

essencia e verdade

Que os guerreiros sejam bem vindos à Casa de Luz, que aproveitem este momento de limpeza para que também limpem a sua mente, limpem aquilo que está dentro de si e no lugar da energia que atrapalha, no lugar de dúvida, que os guerreiros coloquem a resposta, que os guerreiros coloquem a luz, que os guerreiros coloquem a transformação, a evolução porque aquilo que os guerreiros vêm buscar na Casa de Luz é aquilo que toda a corrente mostra aos guerreiros: que o guerreiro encontre a sua essência dentro de sua verdade. Este é o trabalho de toda a corrente aqui na Casa de Luz.

A partir do momento que o guerreiro com si mesmo, descobre sua essência, e é com ela que os guerreiros vão caminhar na verdade, na transparência, e encontrando sua paz que tanto precisa para que os guerreiros caminhem em evolução, em transformação e preparados para que no dia a dia, lutem, e busquem seus sonhos.

NUVEM VERMELHA

Palestras 26jun2017

A beleza da simplicidade.

Posted in Uncategorized on julho 2, 2017 by Helen Ians

simplicidadeNesta noite, venho relembrar aos queridos irmãos presentes, a beleza da simplicidade. Muitos buscam coisas mais elaboradas, mais rebuscadas, e esquecem de voltar os seus olhos e o seu pensamento para o que é simples e não deixa de ser tão importante. Dispam-se do preconceito, tentem enxergar além, lembrem-se das histórias que um dia já escutaram, transmitidas de geração a geração. Muitas contadas por seus avós, seus antepassados e, nelas, contidas grandes lições – de vida, de sabedoria, paciência, de fé e, principalmente, de amor. É através destas histórias que o sentimento consegue se eternizar no interior de cada um de vocês.

Olhe o simples voar de um pássaro, o firmamento que está tão bonito ultimamente e que poucos estão conseguindo parar e apenas levantar os olhos, o desabrochar de uma flor, o canto, além do voo, do pássaro, o barulho da água. Limpem o vosso pensamento para que a sutileza possa estar presente um pouco mais no dia a dia dos irmãos.

ANA NERI

Consciência de si mesmo.

Posted in Ensinamentos with tags , on julho 2, 2017 by Helen Ians

consciencia de si mesmoQue beleza o que ouvimos de ouvir. São estas pequenas, simples, estórias, que fazem a história de cada um. Sutileza, simplicidade – são conceitos que admiro profundamente. Mas admiro também o que é elaborado – dê-se este nome ao que vocês quiserem. Direto ao ponto: o grande mal desta civilização é a falta de individualidade. As pessoas perderam este senso de reconhecer-se como alguém diferente de todos e exatamente por isso compondo, com outros, um conjunto harmonioso, construtivo.

O que se vê, o que nós vemos e eu vejo com tristeza, é uma sociedade nivelada por baixo, e me desculpem a franqueza  – qualquer idiota que suba em um caixote e fale um pouquinho mais bonito é visto como um líder, quando cada um poderia ser um líder. Muito bem, uma pena que não posso me alongar, mas gostaria tanto de fazê-lo viajar pela história e citar grandes homens que fizeram a história. Alguns estão aqui presentes. Erraram, sem dúvida. Às vezes, muito, mas tenham toda a certeza, acertaram muito mais do que erraram porque tiveram coragem, porque tinham certeza de serem únicos e, por isso, se tornaram grandes e lideraram milhares de guerreiros que nunca se submeteram a eles, mas que construíram com eles.

Este é o princípio de uma sociedade, de uma nação. É isto que faz com que alguns povos antigos e de hoje, modernos, tenham orgulho de sua terra, de sua língua, de suas cores, de suas bandeiras. Não é tarde, nunca será tarde, não importa a multidão, não importa a massa, aquela coisa amorfa, importa cada um de vocês, brilhando, sem medo de brilhar. Vocês não precisam de caixotes para se elevar acima da mediocridade. Vocês estão acima disso. Quantos, quantos, eu pergunto, dessa imensa massa amorfa, medíocre, se preocupa, melhor, se ocupa, reflete sobre a espiritualidade, como vocês fazem?

O que vocês vieram fazer aqui hoje? Buscar alguma coisa a mais para suas vidas, vieram pedir, alguns – muito salutar, que peçam ajuda quando precisam. Mas mais do que isso, vocês vieram nos oferecer a sua individualidade, a sua energia, a sua – de cada um – única característica. E é isso que faz o todo, que faz o conjunto. Nós, aqui, nesta noite, somos um conjunto, diversos, e exatamente por isso, magnífico. Somos um pequeno povo, uma linda nação – é assim que se faz. Uma vez descoberta a intenção e esta intenção transformada em ação à procura de uma elevação espiritual, aí vem a recompensa, não em uma troca pequena, mas em uma relação de troca divina entre o que é espirito e o que é matéria. Aí, assim, nós não recriminamos aqueles que alcançam, além da simplicidade, a coisa elaborada, culta, transformada da natureza. A riqueza, por que não? Mas só é rico em ouro quem o fora antes pela sensibilidade, pela grandeza da alma e pela elevação do seu espirito. Este é o rico.

Outra coisa, me perdoe senhor, eu preciso continuar um pouco mais. Não se comparem – aquele tem mais, aquele é mais forte. É tão simples perceber que às vezes aquele mais forte é pouco inteligente, aquele mais bonito é muito infeliz, aquele que tem muito ouro roubou este ouro. Portanto, olhem seus vizinhos, sim, todavia com admiração pelo que cada um é, mas ainda mais com admiração ao que você é. As pessoas chegam a mim: estou com isto, estou com aquilo, estou gripado… Não sei o que é este negócio de “gripado”. Estão sem defesa, enfraquecidos, pela constante comparação e, quando se comparam, parece que perdem sempre. Deveria ser ao contrário, se houver comparação, que se ganhe, pela consciência que cada um deve ter de si mesmo, pelas suas possibilidades e seus limites. Não é para qualquer um chegar a ser um rei. Mas o caminho trilhado por um rei pode ser trilhado por qualquer um desde que tenha a consciência de suas limitações e de suas possibilidades. É só isso. Para bons e queridos entendedores, eu acho que fomos claros nesta noite e seremos ainda mais no prosseguimento dela. Obrigado senhor e me perdoe pela palestra longa.

PEDRA ALTA

Lobo em pele de cordeiro.

Posted in Conselhos with tags , , on julho 2, 2017 by Helen Ians

lobo e cordeiroNa constante busca de se sentir amado, de se sentir respeitado, de se sentir querido, vocês entregam vossos corações ao primeiro que lhe sorri e o abraça dando tapinha nas costas. E é para vocês que eu quero falar nesta noite, transmitindo as palavras do nosso querido Prof. Policarpo – reavaliem e repensem a quem estão confiando vossos segredos, vossos sentimentos, vossas fraquezas, sem prestarem atenção nas atitudes e no comportamento de quem está ao seu redor.

É o que chamamos do lobo em pele de cordeiro, que estão aí ao lado de muitas pessoas que por pura carência e por pura falta de atenção no que é dito aqui toda semana, trilham vossos caminhos por atalhos tortos e que, desta forma, não chegarão a lugar algum. Abraços e tapinhas nas costas qualquer um pode dar. Portanto, fiquem atentos, revejam e repensem e não se esqueçam – o lobo em pele de cordeiro.

JURACI

Encontrem sua energia e garra, que vencerão.

Posted in Ajuda espiritual with tags , on julho 2, 2017 by Helen Ians

buraco negroEu espero que todos reflitam sobre o lobo em pele de cordeiro e o se vender por um sorriso – perfeito. E sabe por que estas coisas acontecem? É simples e eu aproveito o gancho que a irmã deixou para mim, apenas para complementar nesta noite. Porque muitos não conseguem distinguir o que é sagrado e o que é um buraco negro. Esta é a diferença. Não conseguem separar o sagrado de um buraco negro.

Recordo o que deixei na semana passada, para aqueles que não vieram ou não acompanharam no blog, a mensagem que eu deixei e que foi sobre o sujeito perguntar para si mesmo – aonde eu quero chegar e onde estou, que são as duas perguntas. A pessoa fazendo as duas perguntas já vai ter uma prévia do que está fazendo em seu próprio caminho – se está realmente se aproximando do seu sonho, da sua alegria e da sua paz ou se está se distanciando.

Aí eu comentei da busca do material – quem busca a matéria está buscando a sombra, diferente da busca do espiritual que é a busca de si mesmo. É aquele sujeito que consegue olhar para dentro de si e perceber, e saber qual o seu nome. Aí eu falei do rastro – que quando você começa a combater o defeito – eu não estou falando defeito do próximo, estou falando do seu defeito – ele bate na máscara, e a máscara cai, só que como é dito pelos sábios, na primeira máscara que cai, e você começa a se aprofundar, vai ver que tem mais coisas lá dentro. Aí você se aprofunda mais e a outra máscara cai e vai encontrando coisas, coisas, e vai se aprofundando, até encontrar a essência de si mesmo.

Esta é a diferença e isso que foi dito na semana passada. Quando realmente a pessoa está no centro da sua barca, como foi dito pelo nosso irmão Ragnar, a pessoa consegue, naquele momento, soltar o remo e olhar para trás, e encontrar o seu deus ou sei lá o nome que vocês querem dar, aquilo que traz paz e segurança para vocês e encontrar tudo isto no seu centro, no seu meio. É neste momento que a barca está navegando, o remo solto, você olhando para trás, encontrando o seu centro e olhando para si mesmo e, com respeito e gratidão ao seu deus, com respeito e gratidão – traduzindo a si mesmo, você percebe que não vai desapontar nem a si mesmo nem a deus, ao Grande Espirito, a Odin, não importa se o seu deus é a árvore, a casa… É o momento de pegar novamente no remo e continuar seu caminho, lembrando que não estão sozinhos.

Por que tudo isso acontece? É simples. Quando a pessoa começa a combater o defeito e fazer o encontro de si mesmo, onde a cada dia a máscara vai caindo, a pessoa tem dois tipos de reação.

A primeira é a pessoa não aceitar o que está acontecendo. Aí criam fantasias no seu caminho e na sua mente, o que é pior ainda, e começam a buscar mudanças externas – trocar o carro, a casa, o fogão, a maquina de lavar, a pia, não sei o que mais… Porque a mudança externa ela tem uma coisa que a mudança interna não tem, a pessoa fica com medo de olhar para dentro de si. Como eu já disse várias vezes aqui e para quem não escutou, vai escutar agora, a luta interna, a mudança interna e a luta, ela é pior do que a luta externa. Quando você combate a você mesmo ou àquilo que está dentro de você, é diferente de você combater o externo – porque em determinado momento aquele que está combatendo internamente, vai chegar o momento em que ele não vai saber o que ele está combatendo – se é a si mesmo, ele não vai saber o que é. É capaz dele se perder e se não tiver preparo para combater, vai se unificar com aquilo que já está estragando faz tempo. Por isso que preferem a mudança externa, que é mais fácil. Só que como é dito aqui, até pela corrente indígena, e eu reitero como estou falando já faz algum tempo, vocês podem trocar isso, aquilo, alegria momentânea, pode mudar a paisagem, pode ir para a montanha, pode sentir o vento, pode encontrar a águia, o urubu, sei lá o que, só que não vai resolver nada. Geralmente, a primeira coisa que fazem é: ou amigo ou os pais falam vai fazer uma viagem. Aí vai o sujeito fazer uma viagem e como diz outro amigo meu, geralmente, a coisa funciona assim, já que vai viajar o conselho que eu dou é leve o psiquiatra junto, pelo menos um aproveita a viagem. É evidente que com um moço que está buscando a si mesmo e está com problema, não é uma viagem que vai resolver. Que mudança é esta que não vai resolver nada?

O que precisa é mudar internamente. Esta é a lei que impera dentro de todos.

Ai eu me lembro da história que já foi contada aqui a um tempo atrás, daquele colar de pedra onde uma das pedras se achava a melhor de todas – eu sou a mais brilhante, eu sou a mais bonita, eu sou isso, eu sou aquilo. E ela realmente achava que era a mais bela. Em determinado momento, neste colar, onde todas eram iguais, só que ela achava que era a mais bonita de todas, ela quis se aprofundar e sair da superfície da história toda – ela achava que era a mais bonita – e ela disse eu vou ver o que tem dentro de mim.

Quando se aprofundou e desceu para encontrar a si mesmo, ela percebeu que passava um fio, ela tomou um susto e disse – eu sou vazia, eu não sabia que eu era assim. Aí ela se aprofundou mais ainda e depois do choque que tomou que era vazia e se apegava só em bobagem – como disse a irmã Juraci, se vendia por um sorriso – ela descobriu que aquele fio que passava por ela passava também pelas outras pedras e este fio ela foi descobrir que era a essência dela, da outra pedra, da outra, pois estavam todas ligadas pela mesma essência. Na tradução dos dias de hoje, se você está conectado com aquilo que você quer buscar, dentro da sua verdade, dentro da sua essência, como é dito nesta Casa há mais de 30 anos, você consegue enxergar a si mesmo.

Aí eu começo a perceber que a mesma coisa daquela coisa da pessoa que luta, luta… Vamos pegar o exemplo do adolescente que está com espinha no rosto. Ele vai para frente do espelho e se olha. Mudando o espelho, muda algo? Não é mudando o espelho que vai resolver alguma coisa. Por isso a importância de olhar para dentro de si e buscar a si mesmo. Por isto o rastro que muitos deixam da forma errada, e quando a pessoa começa a combater o rastro começa a encontrar, e se aprofundar, e acha, e acha…

Qual é a diferença de um e de outro que tem oportunidade de escutar tudo isso aqui? A diferença é que alguns não vão desistir, alguns não vão aceitar e, sim, entender e lutar para combater aquilo que está errado dentro de si. Como diz meu general, se está certo, já está certo. Para a pessoa crescer, se encontrar, buscar a vitória, evoluir, realmente enxergar a si mesmo, é preciso a luta, é preciso acreditar é preciso mudar, esta é a diferença de um e de outro. Uns não desistem, lutam, lutam, porque a partir do momento em que a pessoa está unificada com ela mesma, o seu crescimento na vertical é sagrado. A pessoa por si só acaba encontrando aquilo que realmente é verdade. Como eu já disse, na matéria, ao buscar o prazer, a pessoa se perde. A venda por um sorriso… Está cheio de preso sorrindo, como diz meu general. Já que é para sorrir, quando se olharem no espelho, sem ter vergonha do que estão vendo, olhem para dentro de si. É a mesma coisa de quando vocês presenciam, e voltam para casa, como diz o mestre aqui presente, iluminados por aquilo que viram, com uma boa ação, aquilo que, naquele momento, tocaram a ti e naquele momento deixaram você iluminado ao voltar para casa. Voltar para sua casa é olhar para dentro de si – sim, eu tenho uma essência, estou trabalhando nela para alcançar e buscar o meu sonho.

Só que muitos nivelam as coisas de uma forma pequena, como também já foi dito aqui. Por isso do conhecimento, do crescimento, da evolução, do querer, do lutar, de não desistir daquilo que vocês realmente sabem que ilumina o vosso caminho, que iluminam a si mesmos. Se querem, batam, batam,  não desistam. Vence quem não desiste, esta é a verdade. Agora, quem está focado lutando, quem está numa guerra, se perceber qualquer barulho, o vento batendo, o bicho cantando, e se distrair daquele momento, pode ter certeza de que não volta vivo para casa. É desta forma que é preciso enxergar a vida. É desta forma, certo general? Se não estiverem focados naquilo que estão querendo, que está acontecendo à sua volta – não se deixa o inimigo tomar conta do vosso caminho, não se deixa uma energia ruim se aproximar de sua porta – aí que se desencadeia todo o processo de corte, corte de si mesmo. Onde o portão que eu digo é o portão da sua alma. Não combina a busca do sagrado, daquilo que realmente importa, com o resto, sim, o resto. Por isso que a maioria dos guerreiros que estão aqui e que já fizeram historia, como foi dito, não perderam uma guerra. É claro que só podem escutar isto, este tipo de palavra que é deixada aqui, as mensagens – até porque a maioria dos espíritos aqui já esteve em guerra e por isso só podem escutar conselhos referentes à mesma. É o que a gente conhece. Sim, mas aqui não estou em guerra. Acham que lutam, que fazem demais, muitos aqui na primeira transpirada já param, abandonam a si mesmos.

Que jeito? Para conquistar aquilo que estão querendo, lutem até o limite. Aquele que não conhece o seu limite, não vai conseguir dar mais dois passos para frente. É claro que de uma forma equilibrada, com estratégia – agora, para tudo isso, como eu já dizia em vida, não adianta você dar uma espada para quem não sabe manusear. É melhor embainhar ela de novo, se não você morre.

É preciso terminar, é preciso conhecer, é preciso a estratégia, se lapidar, para que as coisas aconteçam. E o que desejo a todos aqui desta Casa. Como eu já disse, e vou falar de novo: errar, a pessoa pode errar, até porque vocês não estão em guerra. Só que errar 2, 3, 4, 5, 6 vezes ou ter medo – que é o maior mal do ser humano hoje em dia pelo menos neste país é o medo. As pessoas tem medo de ficarem com medo. É um pavor! Parece que o mundo vai acabar, parece que a bomba está chegando. Se vocês ficassem 10 minutos no tempo de vocês na guerra, no primeiro minuto já estava todo mundo voltando.

É para ser visto desta forma. A vida é de vocês. Ou levem de qualquer jeito, sem compromisso com nada, sem eira nem beira, sem destino, sem rumo. É claro que a gente sabe que o tempo vai passando, as pessoas vão se moldando com aquilo que querem. O que os governantes daqui querem de todos? Pessoas fracas, pessoas que já nascem com medo. É o que querem. Vão para um país que tem guerra para vocês verem. Ah! Mas aqui é melhor. Quem disse que está certo de um jeito ou de outro?

É preciso que vocês aqui na Terra, neste país, caminhem com mais determinação, com mais força, com aquilo que querem, com aquilo que estão buscando. A partir do momento que você sabe distinguir o que é buraco negro do que é sagrado – isto é sagrado – então lute, conquiste, brigue da forma certa, e não desista. É desta forma que precisam começar a olhar o caminho de vocês.

Aí a gente escuta o povo reclamar – é só um exemplo é claro – que não tem emprego! Como diz meu general, emprego tem um monte, agora sujeito querendo trabalhar não tem. Transpira, já larga. Imagino naquela época. Acredito eu, pelo que eu vejo, estão mal acostumados. Mimaram demais, esta é a verdade. Não adianta fugir da verdade. Caminhem por si só, conquistem, lutem, encontrem a si mesmo.

Encontrem a sua energia, encontrem a sua garra e lutem. Eu tenho certeza que vencem. Eu tenho certeza disso. Haja vista que aqueles que realmente não desistem conseguiram, e estão conseguindo. Ou como eu disse a semana, e vou repetir – que busquem palavrinhas bonitas ou vão deitar no colo sei lá de quem, que muitos aqui é o que querem, serem enganados. É melhor escolher ou lutar, acreditar e ter fé. É evidente que o problema não está em nenhum lugar, está dentro de si. Continuem lutando, e não esqueçam, não desistam. Que a Santa Luzia abençoe a todos.

Se é o mesmo fio que passa por dentro de todos, por que uns conseguem, outros não?

E como era feito na casa de um amigo, na casa branca, a oração também revertida onde também Ragnar gosta, e tudo é feito com carinho, tudo é feito com tolerância, tudo é feito estrategicamente falando, não importa – tudo é feito para que vocês tenham um caminho mais tranquilo, feliz e em paz. E assim como era feito quando o sino tocava, a gente podia escutar da casa branca a oração do Pai Nosso.

PEÃO

Sejam verdadeiros com si mesmos.

Posted in Ajuda espiritual with tags on junho 23, 2017 by Helen Ians

inner visionQue a corrente formada, toda a corrente como um todo, como foi dito aos guerreiros nestas luas para atrás, para que passem a vocês, guerreiros de luz, que caminham junto com a corrente, que o caminhar junto com a corrente é realmente, como diz o guerreiro Peão, unificar seu espírito, sua mente, sua alma, com um propósito. E se transformar, lua a lua, dia a dia para que os guerreiros encontrem as respostas que precisam, não importa se transformada em magia, se, como diz o guerreiro Peão, no oráculo, se num sinal de uma luz, de uma árvore, não importa de onde está vindo o sinal.

O importante é que os guerreiros sigam um caminho e que sejam verdadeiros com si mesmos. Ser verdadeiro com si mesmos é os guerreiros caminharem, como diz o guerreiro Peão, com foco, com um objetivo, que é a sua evolução espiritual. Não adianta a corrente, aqui ou em qualquer outro lugar, a não ser aqueles que usam o nome de Grande Espirito como falso, ou por causa de papel, como os guerreiros falam na Terra, que é dinheiro, ou para ter mais guerreiros dentro da Casa – estes, errados na Terra porque caminham da forma errada.

Diferentes dos guerreiros na Terra que caminham com uma escolha, que caminham numa direção, onde direção é olhar para dentro de si e perceber o que estão fazendo do seu caminho. Sim, a corrente manda os sinais para o guerreiro, mas muitos ainda, com sua pouca evolução espiritual, acabam vendo coisas ou sentindo coisas de forma contrária ao que prega a corrente, ao que fala a corrente há mais de 30 anos.

Por isto Cacique fala aos irmãos, cada guerreiro na sua evolução, cada guerreiro na sua caminhada. Um guerreiro na Terra só consegue saber que está crescendo espiritualmente quando consegue olhar para dentro de si e perceber que o problema é ele. Se os guerreiros plantam da forma errada, vão colher da forma errada e o culpado não é o espírito que atrapalha, não é que tem energia ruim fazendo isso ou aquilo, tudo reflete na matéria, no corpo físico.

A partir do momento que reflete no corpo físico, os guerreiros não estão preparados nem materialmente, nem espiritualmente, e quando tiram a máscara encontram a si mesmos que é a verdade. Por isso muitos lugares na Terra falam da forma errada, apenas por um interesse próprio. Por isso guerreiros na Terra que estão aqui na Casa de Luz olhem para dentro de si, façam uma reflexão com si mesmos, sobre o que fizeram lá atrás, o que plantaram e da forma que plantaram.

Como Cacique disse: plantaram de forma errada lá para atrás, hoje estão colhendo. Se plantou o certo hoje, amanhã nova lua, novo dia, onde o Grande Espírito dá oportunidades a todos, vão estar colhendo da forma certa. Por isso, sim, a magia toma conta, a magia ajuda, só que é preciso que os guerreiros estejam abertos a receber toda esta energia, onde é você, guerreiro, você, guerreira, que vai estar dando o passo para caminhar junto com toda uma corrente espiritual.

NUVEM VERMELHA

19jun2017