Dêem o passo de outra forma

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

deem o passo de outra forma

Quando vocês saem de vossas casas e se dirigem para cá, são movidos por vários sentimentos, de incerteza, de dor de angústia mas, no fundo, acreditam que tem fé. Chegam aqui, escutam muitas coisas e muitas vezes nós sabemos que vocês não concordam com o que é dito aqui. Mas, mesmo assim, tem pessoas que continuam vindo, continuam escutando, continuam fazendo o que são orientadas a fazer. Existem aqueles que persistem e continuam e existem aqueles que tão frágeis são, que desistem.

Aqui somos mensageiros de uma corrente grandiosa. Procuramos transmitir boas palavras, bons sentimentos a todos vocês. E tentar fazer com que você entendam o que seja a fé verdadeira. A fé verdadeira é aquela que transforma a água que vocês levam embora, no mais poderoso dos remédios.

São muitos anos de trabalhos, e vimos verdadeiros milagres acontecerem, não por nosso mérito, mérito da nossa corrente ou desta Casa de Luz mas por mérito única e exclusivamente de vocês que, quando sabem aproveitar, entregam vossos corações, entregam vossas mentes a esta grande corrente, para que tudo possa ser encaminhado. Sempre fomos muito claros com todos vocês de que nada adianta vir aqui toda semana e pedir a mesma coisa por anos, anos e anos, se vocês não derem o passo, tomarem uma atitude e caminharem em busca do que estão pedindo.

Como dizia o nosso mentor, o Prof. Policarpo, 99,9% depende de vocês. Aqui, nós fazemos o restante. Pensem, reflitam, não esperem que nada caia do céu porque não vai cair. Dêem o passo, lutem, caminhem vocês que querem caminhem junto com a corrente, caminhem junto com o grande Pai, para que possam alcançar aquilo que tanto procuram. Se não deu certo até hoje, revejam suas atitudes, e dêem o passo de uma outra forma.

JURACI

Alinhando pensamento, sentimento e atitude

Posted in Ensinamentos, Uncategorized with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

MonasteryDando sequência ao que foi dito pelos guerreiros aqui da Casa de Luz, e tudo vai fazendo encaixe, onde uma reunião é sequência da outra, assim como deve ser feito no caminho de vocês, guerreiros, em que o aprendizado vai puxando outro, vai fazendo ligação e esta ligação vai se tornando cada vez maior no caminho dos irmãos.

Como diz o guerreiro, foi falado aos irmãos e contada história daquele jovem que estava há horas meditando. Seu mestre se aproxima, olha para o guerreiro e diz: o que o guerreiro está fazendo já há muito tempo? O guerreiro jovem olha para o mestre e responde: estou orando concentrado porque eu quero ficar igual à mente de Buda.

Isto foi contado aos guerreiros na lua da semana passada. O guerreiro mestre, sem falar nada, levantou e buscou madeira, e começou a lixá-la. Quando o guerreiro olha novamente ao mestre e diz: o que o guerreiro está fazendo porque eu estou concentrado, o guerreiro está bem?

O mestre responde: eu estou bem mas parece que você não está bem. Como vai ficar com a mente de Buda – da mesma forma que eu não vou conseguir transformar esta madeira, lixando, em espelho.

O guerreiro diz: o que eu tenho que fazer para ficar com a mente sábia?

O mestre diz: se deseja fazer andar uma carruagem, o guerreiro bate no cavalo ou na carroça? É evidente, ele responde, que é no cavalo. E o guerreiro-mestre pergunta: por que o guerreiro está batendo na carroça?

Esta foi a história deixada aos guerreiros na lua da semana passada, onde muitos aqui numa situação, no momento daquela guerra que pode ser ganha, os guerreiros acabam fazendo de uma outra forma porque esqueceram de se blindar, como é falado aqui na Casa de Luz. Esqueceram tudo aquilo que foi dito, porque uma reunião vai puxando a outra, e as mensagens são direcionadas a todos. Onde é preciso que os guerreiros, se buscam o seu sonho, que batam no lugar certo. Na visão de Cacique, o bater no lugar certo, que seria o cavalo na história, é os guerreiros ficarem atentos na matéria onde se deve blindar a si mesmos, colocando um escudo à sua volta, não deixando que a energia ruim faça parte do caminho dos guerreiros.

Ou como disse o guerreiro Pedra Alta – que não deixe o seu rastro, e sim o rastro da forma certa mas não o rastro de energia ruim. Para os irmãos entenderem, não combina o sagrado – é quando os guerreiros trabalham na vertical, buscando o Grande Espírito, e na matéria os guerreiros caminham de qualquer jeito. Por isso o cuidado que se deve ter quando os guerreiros estão caminhando para o sagrado. Quando os irmãos caminham para o sagrado, é preciso sentir como foi dito na lua passada, o centro de sua barca, que neste momento os guerreiros largam o remo, sentem a si mesmos, sentam no meio da canoa, do barco e fazem o seu encontro com o seu Deus, com o Grande Espírito, numa só unidade, no meio, e no centro de si mesmos.

Por isso guerreiro Alce Negro diz aos irmãos, quando os guerreiros estão unificados, e não precisam tirar o pó todos os dias do espelho, traduzindo aos guerreiros, do seu espirito, da sua alma – aquele guerreiro que já se unificou sabe o que deve ser feito.

Assim como foi dito, numa das passagens do guerreiro Alexandre Magno, como os guerreiros conhecem, que cruzou com os celtas, como foi dito a vocês irmãos, às margens do Rio Danúbio, e guerreiro fez o seu encontro com os druidas e perguntou do que os celtas tinham medo. Como eram guerreiros destemidos de tudo, eram excelentes guerreiros, não tinham medo de nada, perguntou do que teriam medo e o guerreiro respondeu: ele só tem medo de que o céu caia sobre a Terra e a Terra se eleve para o céu. É o único medo que os guerreiros tem.

Por que guerreiro disse isto? Porque, na visão de Cacique, se as coisas estiverem cada uma em seu lugar, da forma certa, Céu no seu lugar, Terra no seu lugar, cada guerreiro fazendo a sua parte, tudo caminha da forma certa e em paz, quando os guerreiros vão sentir e conquistar aquilo que lhes é de direito, sem medo, como foi dito, como foi falado aos guerreiros. Quantos aqui de vocês caminham sem sentir o que estão fazendo. Como bem diz a guerreira Juraci, em atitude, e vão deixando rastro, e vão deixando rastro… Aí os guerreiros tem que fazer a volta para ir limpando, ou não cumprem a sua palavra, não se alinha pensamento, sentimento, atitude...

Guerreiro fala para Cacique que cabe aqui nesta lua da noite a história de um mosteiro, como diz o guerreiro para Cacique, onde os jovens reunidos, olhando o mosteiro inteiro, já em ruínas, já bem antigo, velho, precisando de reforma, como se fala aqui na Terra. Eles procuram o seu mestre que estava rezando, concentrado, e perguntam a ele o que poderia ser feito, pois tudo estava em ruínas, parecendo que a qualquer momento tudo iria cair. O guerreiro, com sua sabedoria, falou para os guerreiros jovens: sim, eu concordo com vocês que precisa boa reforma. Tive grande idéia. Tem um vilarejo aqui próximo. Vocês vão até o vilarejo e roubem aquilo que der para que façamos grande reforma aqui. Todos neste momento param, olham para o guerreiro sábio e dizem: mas o guerreiro está falando para a gente ir até o vilarejo roubar? Sim, ele responde. Só que com um detalhe, o mosteiro tem nome bom, e todos os conhecem, não deixem que os vejam roubando e tendo esta atitude. Um guerreiro olhou para a cara do outro, achando estranho o pedido, conversaram entre eles e foram até a cidade.

Quando o guerreiro mestre levantou, viu que um guerreiro estava rezando, concentrado: o que o guerreiro jovem está fazendo aqui, se era para ter ido junto com os outros?

Ele respondeu: o guerreiro disse que era para ir, como eles foram.

Sim, foi o que eu disse.

Mas disse que era para tomar cuidado com os guerreiros que vissem a gente roubando, pegando as coisas.

Sim.

E como eu poderia ter ido se eu me vejo todos os dias?

Neste momento, o guerreiro sábio percebeu que o único guerreiro que tinha entendido a lição dada foi este guerreiro. Era o único guerreiro que entendeu aquilo que o guerreiro estava passando para todos. Neste momento o guerreiro se iluminou com o sagrado e lá para a frente se tornou o guerreiro chefe do mosteiro. Era o único.

Era o único, Cacique fala, que conseguiu olhar para dentro de si, e já convicto de suas atitudes, convicto, como diz guerreiro Lobato, de que existe a ética de coerção e a  ética convicta, que é a do próprio guerreiro. Como diz o guerreiro Peão, como dizia o guerreiro Platão: o guerreiro é o que é quando a última porta se fecha atrás de você, onde nenhum dos guerreiros estão olhando, estão vendo. Aí sim o guerreiro trabalha esta ética pura, de ser convicto, de encontrar o seu sagrado. É este centro da barca, como diz guerreiro Alce Negro, e guerreiro Ragnar, que vocês devem encontrar dentro de si – o guerreiro é o que é quando a última porta se fecha atrás de você.

Quantos guerreiros aqui fazem o contrário e apenas usam esta ética, omo diz o guerreiro Peão,  baixa, sem valor, sem sentido, de terem uma conduta certa, apenas quando está sendo visto, ou quando tem alguém olhando. Quantos!

Cacique percebe que uma história completa a outra em um sentimento de busca de si mesmo, busca daquilo que os guerreiros carregam dentro de si, que são seus sonhos, a sua paz, a sua alegria, onde sem medo esta luta, sim, pode ser ganha!

Que os guerreiros se encontrem, encontrando a vitória, se os irmãos tiverem este caminho todo alinhado de uma só forma. Em conduta, como diz a guerreira, em atitude, em estar completo. Não limpando a poeira todos os dias e, sim, percebendo o sol refletido no espelho. Ou quando sentam, como diz o guerreiro Ragnar, no meio de sua barca, e encontram e olham para o Grande Espirito, para o Sagrado, onde você, guerreiro, vai estar refletido neste espelho.

Isso é  um guerreiro que se  prepara para a conquista, independente do que for. E aquele guerreiro que trabalha, lua a lua, nas reuniões, refletindo, vão fazendo a construção de sei mesmo. Vão transformando a si mesmo, para que consigam sentir a terra e por onde caminham. O seu caminho será iluminado, para que a cada lua, a cada dia, o guerreiro enxergue de uma forma mais forte. Para que sejam abençoados pela energia maior do povo cigano, como diz o guerreiro, onde a dança se transforma no sagrado, onde aquele momento do sagrado se transforma em paz, e esta paz se transforma no seu espírito e na sua alma preenchida daquilo que os guerreiros lutaram e é merecido por direito.

Que os guerreiros reflitam no que foi dito e que o Grande Espírito abençoe a todos.

NUVEM VERMELHA

Transformação pelo canto e pela energia

Posted in Energia, Uncategorized with tags , on junho 2, 2017 by Helen Ians

kariri xocóNUVEM VERMELHA: Guerreiro Cayrráa, Cacique agradece o guerreiro aqui na Casa de Luz, agradece a todos os seus ancestrais, aqui presentes. O guerreiro é sempre bem vindo com seus guerreiros.   Bem vindo para sua mensagem e pelo canto, e toda a corrente sempre  pede para que o guerreiro transforme tudo que foi dito, se concretizando através do canto , através da energia.
– x –

Agradeço mais uma vez esta minha presença na Casa de Luz. Já falei que me sinto em casa, me sinto na minha aldeia, e me sinto bem, e vejo que as pessoas também gostam muito de mim, por isso estou aqui, agradecendo a Deus, primeiramente, e a todos vocês que me ajudaram e que estão me ajudando. Este mês que passou foi de preocupação mas Graças a Deus deu tudo certo. Estou voltando agora para minha aldeia, vou ver meus pais e minha família, agradecendo a todos os amigos que estão me ajudando e que me ajudaram. Estou voltando dia 6. Não posso estar aqui toda semana porque tenho meus compromissos, minha família, mas sempre que der eu sempre estou aqui. Estou longe mas quando é dia de reunião estou sempre lembrando daqui e, com toda certeza, todos vocês estão comigo.

Vou fazer um canto que nunca cantei em lugar algum e que pela primeira vez vou cantar aqui.

  • Eu estava naquela mata, eu fui procurar Imbé*…
  • Encontrei uma cabocla índia, ela me chamou para cantar um toré*…”
  • Encontrei uma cabocla índia, ela me chamou para dançar um toré…”
  • Quando saí da minha tribo, pedi licença para meu pajé…
  • Neste mundo de Deus, aprendi e ensinei, mostrando a tradição e fazendo a união…
  • Canta indío, eu sou um índio Kariri-Xocó*…
  • Canta índio, eu sou um índio Kariri-Xocó…

Significados:

** Imbé em tupi-guarani significa: ¨a planta rasteira trepadeira¨.

** O Toré é parte de um conjunto mais amplo de crenças – no centro do qual se encontra a jurema – que, muito provavelmente, podem vir a ser agrupadas em um complexo ritual comum aos povos do sertão. Entre os índios no Nordeste, o ritual Toré representa um símbolo de união e de etnicidade.

** etnia Kariri Xocó, de Alagoas

A renovação de cada dia

Posted in Caminho Sagrado, Uncategorized with tags , on junho 2, 2017 by Helen Ians

morning sunQue a luz que banha os céus, todas as manhãs, traga consigo a renovação necessária para cada dia. E que o renascer seja a força necessária para vencer mais um dia de batalha.

Psicografia Viviane

NUVEM VERMELHA Cacique agradece a mensagem da guerreira e com este canto de energia, que os guerreiros lutem para que conquistem os seus sonhos.

Não esqueçam que não caminham sozinhos, mas que façam também sua parte em atitude, da forma certa, para que as coisas se tornem uma, de uma forma vertical, para que os irmãos encontrem o seu centro, encontrem o Grande Espírito, para que os irmãos se sintam lua a lua mais completos e que caminhem em paz lado a lado com o Grande Espirito.

Abertura

Posted in Uncategorized on maio 15, 2017 by Helen Ians
8maio2017

Neste momento em que a limpeza é feita tanto aqui quanto na casa dos guerreiros, no trabalho, por onde os guerreiros caminham, em energia.

A limpeza é feita, para que os irmãos caminhem mais tranquilos durante a semana se transformando lua a lua, dia a dia.

Aproveitem neste momento toda esta limpeza, em paz, para que saiam daqui da Casa de Luz com mais energia, mais força, e coloquem em prática tudo aquilo que é ensinado, que é dito, para que caminhem na evolução, caminhem na transformação do Grande Espírito.

Sejam bem vindos à Casa deLuz.

Que os guerreiros aproveitem todas as mensagens deixadas aqui e toda a magia da Casa.

NUVEM VERMELHA

 

Não existe amor mais puro do que o amor de mãe.

Posted in amor with tags on maio 15, 2017 by Helen Ians

amor de maeComo se aproxima no calendário de vocês o dia das mães, gostaria de fazer nesta noite, queridos irmãos, um lembrete. Para todos, neste plano espiritual, no lugar onde vocês moram, e em outros locais, o que falta a ser colocado em primeiro lugar é o amor.

Não existe amor mais puro do que o amor de mãe – que passa por tudo no lugar de seu filho, se fosse possível; que coloca  nas suas orações sempre o bem estar; que procura ensinar sempre o caminho do bem, do respeito, da verdade.

Na troca de um olhar afetuoso de uma mãe com vocês, vocês nem imaginam a quantidade de energia mais pura de que ele é carregado.

É deste amor que todos precisam. Deste amor advém o respeito ao teu próximo, o cuidado com você mesmo, com os que te cercam, com sua família, com seus amigos, aqueles que dividem o trabalho com vocês. É dele que vem o pensamento positivo, a energia pura e a esperança. A esperança de que dias melhores estão por vir, de que a paz não seja só uma palavra dita mas, sim,  uma experiência vivida.
Reflitam sobre todas as mensagens que serão deixadas nesta noite nesta Casa de Luz e lembrem-se, sim, do amor que todos recebemos porque ele não acaba. Este laço não se desfaz.

Agradeço a oportunidade de estar mais uma vez nesta Casa de Luz e peço a Deus que abençoe a todos.

ANA NERI

Erro, mas paro para pensar: onde foi que errei?

Posted in Conselhos with tags , , on maio 15, 2017 by Helen Ians

where did I failQue beleza! Palavras belíssimas acabamos de ouvir. A melhor maneira de se homenagear as mulheres benditas pela maternidade, e mesmo aquelas que não foram, mas na sua essência são. A melhor homenagem é que se elas nos deram à luz, que nós nos mantenhamos iluminados. Mas gostaria hoje de me dirigir aos homens.

Há uma palavra que, se eu estiver errado, por favor, aqueles que conhecem o idioma me corrijam… Esta palavra é contrição. O ato de contrição, pelo que eu entendo, não é arrependimento tão somente. Mas é mais profundo do que isso, é uma reflexão a respeito de eventuais erros cometidos para que não se repitam agora nem nunca mais.

É muito honrosa a presença nesta noite de grandes homens que comandaram outros tantos, às centenas, aos milhares, e que de sua forma conquistaram grande parte, juntando todos, o mundo inteiro.

Este poder dado pelos deuses, ou um só, como queiram, requer uma responsabilidade imensa e todos eles evoluíram espiritualmente quando, em alguma etapa, tiveram um momento de contrição. E reviram seus passos e olharam para frente, trilhando o novo caminho e, o mais importante de toda esta reflexão, está relacionado à justiça. Os momentos em que fizeram, como todos nós podemos, não sei se devemos, mas podemos fazer justiça. Não no sentido de julgar apenas. O grande julgamento é divino, não tenham nunca dúvida disso. Mas podemos avaliar, sim, aqueles que nos cercam, reconhecendo os que nos são leais, os que não são amigos, os que não são iguais. Que maravilha é isso.

Eu não gostaria de falar aqui hoje sobre minhas passagens, mas eu tenho recordação de todas elas e, em todas, sempre reconheci aqueles que nos fizeram, nos fazem e sempre farão o bem. Aqueles que nos indicam a luz, porque são iluminados, reconhecidos às suas mulheres, mães, antes esposas, depois mães. Porque são elas que nos dão, sempre nos deram, orgulho de podermos lutar sempre pela família.

Reparem na história de todos e verão sempre isto que estou dizendo agora. E como fizeram eles, maiores do que eu, com atos de contrição. Eu erro, eu posso até continuar andando, mas eu paro para pensar: Meus deuses, ou meu deus, onde foi que eu errei?

Isto é grandioso, mas gostaria de dizer a vocês, aqui presentes, que muitas vezes observando-os, eu sorrio porque alguns têm uma culpa risível, e se acham pecadores. Parem para pensar um pouco: os seus pecados, que vocês julgam ser, já estão perdoados quando vocês caminham em direção a uma resposta.

Como diz o grande Chefe presente, Nuvem Vermelha, sempre haverá respostas. O que pode lhes faltar, talvez, sejam explicações. E por que tentar explicar aquilo que se sente? Portanto, se vocês não conseguem eliminar, jogar fora, sentimentos menores, dúvidas desnecessárias, medos, temores, pelo menos, não admitam carregar culpa.

Fez? Repare e não repita se possível. E todos vocês, sem nenhuma exceção, não serão julgados por nada que já não tenha passado e já não tenha deixado marcas, mágoas, porque nenhum de vocês – até porque estão caminhando e se elevando espiritualmente – tem culpa. É como se disséssemos: passado a limpo, presente intenso, e só pode haver quando se assim sente, age, iluminados, como aquela luz que nossas mães, um dia nos deixaram viver. É isso, tão profundo, tão verdadeiro e tão simples assim.

Que os Deuses, ou um só, como os vejam, mantenham acesa a chama, nem que seja assim pequena, em cada um dos nossos corações. É uma honra, Senhor, ter proferido isso, não sei se propriamente, na sua presença, e na presença de grandes homens, nesta noite especial.

PEDRA ALTA

PEÃO: Espero que todos reflitam, como é sempre falado nesta casa, não pela superfície, mas pela profundeza. Que vocês mergulhem, sem medo, nestas profundezas, porque aquele que busca o caminho assim como todos aqui, estão evoluindo, estão se transformando – como é dito nesta casa – mas é preciso que haja o bom senso de cada um em perceber o que é feito dia a dia. O que cada um aqui faz dia a dia. Por muitas vezes, o que é visto é que alguns acabam pagando um preço muito alto pelas suas atitudes.