Tudo tem o seu tempo, a sua hora, o seu momento.

Posted in Arte de viver, Uncategorized with tags , on maio 9, 2016 by Helen Ians

fear and worry

Queridos irmãos, ainda vemos e escutamos as preocupações sempre dos irmãos com o dia seguinte e tal preocupação faz com que os irmãos não se concentrem o suficiente, não usufruam o que deveriam usufruir, não aproveitem o que está sendo vivido naquele dia. Vivem o hoje, pensando no amanhã e no depois, e no que virá. Aproveitem queridos irmãos a oportunidade que lhes é dada diariamente de crescimento, de evolução. Abram os olhos para o que está na sua frente mas ainda teimam em voltar o olhar para o que não conseguem enxergar, porque o amanhã ainda não chegou. É salutar até um planejamento em busca dos seus objetivos mas é totalmente insalubre viver na aflição, no desespero, no sofrimento por uma coisa que ainda nem aconteceu, nem se apresentou, e que na realidade nem existe ainda. Tudo tem o seu tempo, tudo tem a sua hora, o seu momento. Não deixem de aproveitar o que se pode viver, o hoje, as alegrias que estão ao vosso alcance em nome de uma dúvida que muitas vezes pode nem acontecer. Vocês se desequilibram, o corpo físico se debilita, e muitas vezes à toa.

Peçam nas orações que tudo seja feito com a orientação do plano espiritual, em um caminho de luz, na busca pela paz, pelo seu crescimento, permeado pela fé em Deus Nosso Pai, mas não se permitam – vigiem os vossos pensamentos para que possam, sim, serem felizes hoje e que a felicidade perdure pelos outros dias que ainda virão.

ANA NERI

 

Juntos, vencemos. Juntos, reconstruiremos.

Posted in Arte de viver, Uncategorized with tags , on maio 9, 2016 by Helen Ians

Juntos venceremos

Concordo plenamente com o que acabo de ouvir sobre viver o presente sem muitas projeções porque quando vivido o momento com intensidade sobra sempre um pouco de coisa boa e energia concentrada para o que virá no dia seguinte. Contudo, peço a vocês todos que resgatem do passado, presente – mas principalmente os jovens aqui presentes prestem muita atenção ao que vou pedir em nome da corrente. Nos próximos dias, dentro de pouco tempo, o país vai precisar ser reconstruído. Não há dúvida a respeito disso.

Eu peço que os jovens pensem a este respeito e contribuam com seu talento, com as suas experiências. Experiências jovens são muito interessantes porque ainda tem um vigor imenso. Pensem nisso. Isso virá também como um retorno a vocês em termos do que vocês podem ganhar – não me refiro só a ouro, mas a prestígio, ao reconhecimento em termos daquilo que vocês sabem fazer.

Intensifiquem, aqueles que já trabalham, pensando: meu Deus eu estou contribuindo para a reconstrução do meu pais. Os que estudam se concentrem mais ainda em seus estudos, principalmente em disciplinas práticas, úteis para isso que estou dizendo. Nada de muita filosofia, embora eu ame a filosofia, mas muito mais as coisas que vão trazer retorno para quem vai precisar muito. E muitos vão precisar de cada um de vocês.

Aqueles que pretendem se afastar do país para estudar ou eventualmente lá fora, não façam isto neste exato momento. Precisamos de vocês aqui. (Por favor mande esta mensagem o mais rápido possível para o meu amigo, o meu filho querido Felipe. Sem muita – e isso é para todos  – explicação.) Parem um pouco de voar, voltem à terra, cancelem algumas coisas que são muito distantes daquilo que é o real e que está acontecendo. (Ele vai entender, como Marina entendeu. O outro menino, acabei de falar com ele há pouco tempo, e seu irmão. Fale isso para aquele outro guerreiro que eu gosto muito e vocês sabem disso.) Prestem atenção: não estamos brincando. Não é um fim de festa. É o contrário, é o começo de alguma coisa muito boa pra todos vocês.

Aos adultos, peço que retornem ao passado quase presente, e resgatem coisas que sabem fazer muito também, fizeram e lhes deu prazer e que abandonaram. Os que trabalham, intensifiquem o seu trabalho exatamente nestes pontos que eu acabei de falar. Muito pouco estudo. Quero que sumam todos os livros – vocês lêem, ouvem, ouvem e não fazem nada. Eu vou esconder a Biblioteca de Alexandria, por algum tempo…

Apliquem, façam, estendam a mão, tão simplesmente, porque vai haver muita gente que precisa apenas de um aperto de mão. Usem estas coisas que vocês fazem não para bobagem mas para dizer para o outro: você está precisando de alguma coisa? Tem tanta gente precisando de uma palavra, de um abraço. Não falo em ajuda material. Falo em relacionamento humano. Usem estas ferramentas, se a tecnologia permite, que façam, da melhor forma possível.

Aqueles que trabalham, que intensifiquem, como eu disse. Aqueles que não, façam – tentem resgatar lá atrás. Os que escrevem, escrevam; os que dançam, ou dançaram – dancem; pessoas que pintam, pintem – o que não podem é ficar observando a terra arrasada. Se todos tiverem este pensamento de ajuda mútua, por mais simples que seja, quando olharem a terra, ela já estará replantada e brotando. È nestes próximos tempos. Não vou dizer quanto tempo, se não terá gente pensando quando vai ressurgir a graminha de novo.

Lutamos muito com todos vocês. Foi uma guerra, realmente, mas que, como toda a guerra, apesar da dor, sempre depois as coisas se reacomodam e renascem. Aqui será da mesma forma. Haverá alguma instabilidade momentânea, de resistência, mas tudo será novo. E eu espero que vocês se renovem nas suas idéias,nos seus sentimentos, nas suas atitudes, mas eu repito – existe pouca coisa mais inútil do que uma boa intenção. Ou seja: tomei uma atitude. Tomar uma atitude não significa absolutamente nada. Atitude é intenção. Saiam por favor das intenções e ajam e transformem estas atitudes positivas em comportamento efetivo, contributivo, de compartilhar aquilo que vocês tem de melhor. Imagine a energia de todos dando o que tem de melhor. Em qualquer sentido.

Você já sorriu para um passarinho? Devia. É neste sentido. Agradeçam a beleza que vocês recebem com uma pequena parte de sua própria beleza. Não precisa agradecer ao buraco onde você tropeçou. Leveza, é o que pedimos a vocês. Alguns de vocês tem uma capacidade tão grande de ser elevado que não duvido nada de que fiquem dois centímetros acima do chão. (Marina, meninos da outra família, você, seu irmão – entenderam? Quando querem, entendem direitinho, não é? Contribua, rapaz, com o que você tem, esta beleza que é externa e interna.)

Eu não quero ninguém dizendo assim: eu desejo que tudo… Não vai resolver nada. Eu quero quero as coisas sejam… Não adianta querer porque vai ser do jeito que tem que ser. Eu gostaria…  Quero que vocês digam: eu faço acontecer, das maneiras mais simples às mais sofisticadas.

Este é o recado. Ação, dentro dos limites de suas competências e responsabilidades, e ajuda pelo amor de Deus, à terra que os viu nascer e aos irmãos que são irmãos e que vao precisar se sentir assim. Estamos combinados? Juntos, vencemos. Juntos, reconstruiremos.

Agradeço a todos vocês e saibam que um grande exército, hoje, feliz de ver que todo o esforço foi e vai ser ainda mais recompensado. Juntos, faremos o que vocês pensam ser até o impossível.

Que Deus os ilumine a todos e ao caminho desta nação cada vez mais forte, agora renovada sob outra orientação. Amém.

PEDRA ALTA

Ofereçam seu beijo ou seu abraço. Recebam o seu beijo ou seu abraço.

Posted in Ensinamentos, Uncategorized with tags , on maio 9, 2016 by Helen Ians

convivencia

Faço minhas as palavras aqui deixadas hoje. O que vemos são tantos recursos que principalmente os jovens possuem, mas que hoje em dia atingem todas as faixas etárias, onde as pessoas não conversam mais, não se olham – não existe o olho no olho, não existe mais ver um sorriso, são apenas carinhas… Carinha triste, carinha feliz, carinha mandando beijos. E onde estão os beijos dados fisicamente?

Ficamos tristes de ver o individualismo predominando cada vez mais: as pessoas não conversam, não convivem em grupo. E se estão em grupo, cada um está com seu aparelho, sem se conversarem, sem prestarem atenção em uma roda de conversa…

Parem, foquem na realidade, olhem o seu próximo, olhem o seu pai, olhem sua mãe, olhem para quem está dentro de sua casa. Todos os recursos e a tecnologia vieram para ajudar e não para destruir aquilo que já andava escasso que é o relacionamento humano.

Peço a todos vocês que estão aqui que, por duas horas ao dia, fiquem sem seus aparelhos e procurem prestar atenção em tudo aquilo que está à sua volta, ofereçam uma palavra de ajuda, de incentivo, de apoio.

Ofereçam seu beijo ou seu abraço. Recebam o seu beijo ou seu abraço.

Da mesma forma que foi pedido pelo irmão Pedra Alta, para que transmitissem o recado, peço aos que estão aqui hoje que proponham um desafio às pessoas que convivem com vocês: que esta semana, por duas horas, abram mão de qualquer recurso, seja o aparelho de telefone, seja a tv, seja o computador, o telefone, e tentem resgatar e sentir novamente o prazer do convívio com aqueles que estão à sua volta.

JURACI

Sirvam! Aquele que serve, liberta o seu espírito.

Posted in Arte de viver, Uncategorized with tags , on maio 9, 2016 by Helen Ians

Servir ao outro

Meus irmãos, minhas irmãs, seguindo a linha do que foi explanado entre todos os nossos queridos irmãos, sobre a vida, houve aqui há poucas décadas um grande estadista, pensador, filósofo. Este filósofo libertou seu povo da escravidão, expulsou seu conquistador sem usar a espada, apenas conquistando o coração de seu povo, o coração do seu conquistador e de todo o mundo.

Este estadista dizia: meus irmãos, vivam cada dia como se fosse o último , e todos os dias como se fossem viver pra sempre. Uma frase curta e muito profunda.

Sirvam! Aquele que serve se liberta. Não é se liberar de grilhões, de prisões. Liberta o seu espirito. A sensação de servir é tão maravilhosa que ele vai estar preparado para dar mais um salto em sua vida, servir de novo, e mais um salto, e assim vai. Até o dia em que ele terminou sua missão aqui e vai se juntar aos outros espíritos que vão estar esperando com festas, com os braços abertos e com um Pai sorridente e feliz porque o seu filho voltou e vai estar preparado para uma nova missão. Coisa simples. O servir no dia a  dia o teu semelhante, que qualquer irmão pode praticar a qualquer momento. Levem as mensagens para vossas casas, guardem em vossos corações e pratiquem.

GUARDIÃO

Alinharem espírito, corpo, alma quando se sentirem perdidos.

Posted in Caminho Sagrado, Uncategorized with tags , on maio 9, 2016 by Helen Ians

montanha sagradaComo dizia o Prof. Policarpo, quem não vive para servir, não serve para viver.  Como bem disse o guerreiro Pedra Alta, o servir ao próximo é energia deixada através da boa vontade de um guerreiro na Terra que sabe que pode e faz.  Energia essa deixada através da força do seu espírito onde os irmãos buscam na sua alma aquilo que precisam para estar refletindo naqueles que precisam, na Terra. Para que toquem o seu coração, toquem o seu espírito, e mostrem àqueles que buscarem esta Energia Maior, esta Força Maior, colocando no seu caminho toda esta luz necessária, para que aqueles que estão vindo, consigam enxergar.

Por que Cacique fala “aqueles que estão vindo consigam enxergar”? Na época de Cacique, em Terra, em vida, para toda a aldeia nossa, aquilo que fazíamos, como falam os guerreiros aqui na Terra, era o certo. Se for visto por outra geração, vão olhar para atrás e vão ver que não estava certo, como diz guerreiro Lobato, mas sim o que eles estão fazendo. Assim como a próxima geração acha que está certo o que fazem. E, assim, cada geração na Terra tem o seu propósito, o seu fundamento. E todas, na língua de você, guerreiros, acham que estão certas – no seu momento, na sua reencarnação, na sua trajetória de momento, como diz o guerreiro, na sua geração.

O segredo de tudo isso, como diz o guerreiro Peão, é que o que se instalou hoje, não se tira mais. O que se instalou hoje, nesta geração, não se tira mais, porém, é preciso que a geração anterior assim como a outra anterior fazia com a próxima, mostrem aos guerreiros que estão vindo que existe o sentir a terra, o sentir a natureza, o sentir a si mesmo. Não o sentir e o sentido, como diz guerreiro Lobato, das máquinas. Mas que existe o sol, que existe a noite, a lua, que existe o vento, a natureza como um todo. Que aquilo que os guerreiros estão precisando para fazer o seu encontro com o Grande Espírito, não está na máquina como é usado nesta geração de hoje.

Nós sabemos da importância que existe, e como bem disse o guerreiro, não dá mais para tirar e tudo vai se acomodando na visão de Cacique, de geração para geração. Só que esquecem do sentido do seu caminho. Não é o sentido de um botão que aperta e a resposta está lá. Uma resposta fria.

O que os guerreiros precisam é encontrar este equilíbrio naquilo que já tem, existe e que não dá para tirar mais, mas acima de tudo tenham consciência da resposta que precisam ter dentro de si. E quando Cacique fala dentro de si, não é aquilo que estão respirando hoje, de uma forma mecânica, como dizem os guerreiros.

Quando os guerreiros saem deste caminho mecânico, de apertar botão, e voltam há duas , três gerações para atrás, voltam ao sentido da vida, voltam ao sentido de um caminho onde a terra tem a sua importância, o vento, o sol, porque a resposta está lá. Este é o sentido.

E por que Cacique fala? Porque os irmãos que, neste momento, estão buscando este sentido, nem que for deitar na grama e sentir o sol e o vento, é neste momento que o seu espírito vai buscar aquilo que precisa dentro de sua verdade, e colocando em seu caminho. Não é um botão que aperta. É neste momento que os guerreiros vão contemplar aquilo que traz paz, calma. É o melhor  momento – das idéias, do seu encontro com a paz, do seu encontro com o espiritual e o principal, que muitos esquecem nesta geração – é o seu encontro com si mesmos.

Muitos acham – na língua de vocês, na nossa não existe “acham” – que estão cada vez mais próximos de si mesmos e tudo que precisam a máquina fornece. Sim, como Cacique disse, os guerreiros vão se ajustando de geração a geração, vão se moldando, no que para eles está certo. Sim. Nesta geração estão certos.

É preciso mostrar que não é só isso. O certo não é só isso. O certo é toda esta harmonia, que Cacique diz de que muitos se distanciam lua a lua, dia a dia. Acabam se distanciando de si mesmos, ficam longe do seu próprio coração, se distanciam de seu espírito, de sua alma e não conseguem se encontrar mais, não conseguem olhar para dentro de si. E quando olham se perguntam. A pergunta é quem sou , o que quero, onde quero chegar?

Quando perceberem que a máquina não dá a resposta porque esta resposta é um passo do guerreiro: deitar na grama, sentir o sol, ou à noite, na lua da noite, como o guerreiro fala,  na festa cigana, sentir grande lua, da emoção que os irmãos vão sentir, ou no sorriso, no momento, ou  nas lágrimas ou pelo fato de voltarem a sentir a si mesmos. Como diz o guerreiro Lobato, este é o combustíel para todos.

Cacique vê este exercício que deve ser feito por vocês, da mesma forma que na época de Cacique, Cacique se afastava da aldeia e subia a montanha sagrada. Subia a montanha Sagrada nãopara encontrar Grande Espírito ou fazer conversa com Grande Espírito. Cacique subia a montanha sagrada para olhar a aldeia de cima, não da forma que muitos dizem – olhar de cima pode passar arrogância. Para Cacique, ao olhar de cima Cacique via a aldeia inteira e, neste momento que se aproximava de si mesmo, era para fazer o seu encontro não com Grande Espírito mas, sim, com si mesmo, e novamente fazer a conexão. Alinhar novamente espirito, corpo, alma e buscar novamente aos guerreiros da aldeia.

Ultima geração de guerra foi a de Cacique naquela época. Filho de Cacique pegou o final e por aí vai. Já não lutavam mais. Era outra mente, outro tipo de defesa, como vocês falam. Por isso Cacique fala: as coisas vão se ajustando. Só que os guerreiros pais, os guerreiros avós, na nossa aldeia, contavam e passavam histórias aos guerreiros que estavam vindo para mostrar a estes guerreiros que, sim, existe uma forma de se aproximarem quando estiverem perdidos de si mesmos.

Estes guerreiros pequenos que já estavam vindo, já estavam crescendo, quantos guerreiros destes Cacique viu com fantasma na mente, no seu espírito, e não conheciam a dança sagrada, não conheciam o fogo sagrado e quando participavam de dança, de ritual, como vocês falam, faziam o seu encontro novamente, com si mesmos, com todos da aldeia e com o Grande Espírito. O seu coração voltava a se aproximar de si mesmo. Distância, antes longa, se aproximava. É isso que precisam, passar e deixar aos guerreiros.

Nesta forma de busca, faz com que estes guerreiros comecem a buscar toda a energia à sua volta, na natureza, que precisam e colocam no seu caminho porque vão sentir a energia e a força que tem. Esta energia cura, esta energia trabalha com a sua mente. Cacique em vida, em Terra, sempre  falava aos guerreiros de guerra e a todos: por muitas vezes é preciso tomarem cuidado porque no caminho em que estão e que acham que é o certo do abismo para o buraco, no tempo de vocês basta um segundo. Cacique falava: é um passo. Um passo para os guerreiros se perderem, é um passo para a falta de equilíbrio, é um passo para os guerreiros se tornarem frios.

Para Cacique, o pior é a dependência que podem ter, como diz guerreiro Lobato, que também é uma forma de droga, na língua de vocês, quando os guerreiros, pormuitas vezes, apertam o botão e não tem a resposta. Aí começa frustração, na língua dos guerreiros, por muitas vezes, depressão, porque os guerreiros já não conseguem encontrar a si mesmos na natureza, na Energia Maior deixada, não conseguem mais escutar ao Grande Espirito, e o que resta é o botão da máquina e também não conseguem fazer o seu encontro.

Cacique quer dizer a vocês, guerreiros, que, sim, a máquina tem a importância maior nesta geração como Cacique disse – veio para ficar e não se tira mais – é de importância, sim, nós sabemos, mas o encontrar o equilíbrio é o segredo de um caminho.

A resposta os guerreiros podem buscar no botão da máquina. A verdade, desta outra forma que Cacique passou a vocês, guerreiros. Diferente um guerreiro que anda descalço na terra ou com coisa no pé. Diferente um guerreiro despido de um guerreiro com roupa. Traduzindo: diferente um guerreiro que busca esta energia sem estar armado, sem camuflar, sem máscara, de um guerreiro que busca armado, com máscara, porque Cacique fala que existe por muitas vezes nestes guerreiros uma traição de si mesmos, de um guerreiro com o guerreiro mesmo.

É encontrar a resposta que não é verdadeira no botão e se frustrarem ou se justificarem através de uma frase. Por isso o cuidado que se deve ter em um caminho é grande. Os guerreiros tem que caminharem sentindo a si mesmos, sentindo  terra, o caminho escolhido para que não caiam, não tropecem, como Cacique disse.

Como bem disseram os guerreiros aqui na Casa de Luz, como bem disse a guerreira Juraci, este contato de olhar no olho, é importante – este contato de sentir o seu próximo, porque se aprende muito, é importante.

Como diz a história do guerreiro Peão, o guerreiro do olho de vidro, que a maioria já conhece, é a mesma coisa. O olho em que o guerreiro conseguiu sentir a verdade, conseguiu sentir o sentimento real, naquele guerreiro parado à sua frente, foi no olho da esquerda, como disse o guerreiro, que era o olho de vidro. No outro olho, não conseguiu sentir nada. Por isso é preciso que os irmãos aqui na Terra, nesta geração, saibam que, por muitas vezes, o olho real, normal, não vai passar tanta energia, tanto conhecimento como o outro que é o de vidro.

Basta os guerreiros saberem diferenciar um do outro. Como é que se faz para saber a diferença de um e de outro? Primeiro, como Cacique sempre diz, olha para dentro de si e sinta a si mesmo. Saiba o seu nome, saiba quem é o guerreiro. No próximo passo vão conseguir sentir o seu próximo, vão sentir a sua energia, e a energia de onde os guerreiros estão entrando e caminhando.

Quantos guerreiros perdidos, caminhando com a energia errada, quantos! E não se dão conta porque todas as luas buscam a resposta no lugar errado. Quantos! Muitos, Cacique fala a vocês, guerreiros.

Que os irmãos tenham, na língua de voês, a boa vontade e o bom senso de encontrarem aquilo que realmente precisam, dentro da sua verdade, no lugar certo. Este passo é de vocês, guerreiros. Para este passo basta a boa vontade, basta a boa intenção dos irmãos, e basta caminharem sem máscara, basta caminharem sem armadura. Deixem arco e flexa, escudo, sariça como diz o guerreiro Peão, para o momento da guerra. Aí, sim. Também se purifiquem e façam a sua guerra. Antes, busquem esta luz que está dentro de cada um e não se preocupem como sempre Cacique disse, com a lâmpada. Se preocupem, sim, com a luz que vai estar refletindo dentro de si e não com a cor da lâmpada.

Esta é a mensagem que a corrente deixa a todos vocês, guerreiros de luz, nesta lua da noite. Que todos tenham boas luas pela frente. O Grande Espírito espera a cada um de vocês, amanhã, guerreiros de luz, para mais uma lua do dia, para mais um encontro com si mesmos. A resposta está dentro de cada um. A resposta está em toda a energia em que os guerreiros caminham. É com esta energia que os irmãos tem, a forma, como diz o guerreiro, ao seu lado, caminhando dia a dia, para que os irmãos encontrem o seu caminho, este Caminho Sagrado escolhido pelos guerreiros, não esquecendo que existe uma grande corrente acompanhando a todos: não estão sozinhos na Terra. Esta limpeza feita no espírito, na alma, é que vai estar trazendo aquilo que todos buscam que é a paz e a alegria.

Cacique agradece a todos os médiuns pela dedicação aos trabalhos, e pela energia, a todos os guerreiros que trabalham nesta Casa, a ajuda em forma de energia, onde cada guerreiro tem a sua participação de energia e é o que faz que toda a corrente, lua a lua, dia-a-dia, se torne cada vez mais próximos pela boa vontade dos irmãos, para cada lua transformar o dia-a-dia em um caminho de paz, onde existe esperança, fé e dedicação.

Cacique agradece aos guias da Casa toda a energia, toda a guerra feita na limpeza, toda a guerra feita, transformada em operação e cirurgia, aqui na Casa, através dos xamãs, onde todos somos um, e o caminho é o mesmo para todos. Que o Grande Espírito abençoe a cada um de vocês, guerreiros.

NUVEM VERMELHA

As Dez Leis do Criador.

Posted in Ajuda espiritual, Uncategorized with tags , on abril 28, 2016 by Helen Ians

sofrimento do povoVocês já ouviram falar das leis que regem a Humanidade. Existem as Dez Leis do Criador e milhares criadas pelo homem – tem a sua utilidade, mas são um tanto confusas, uma contradiz a outra, uma se sobrepõe à outra e são milhares. Não conseguem guardar estas leis. Muitas vezes não a obedecem. Não por maldade ou por má vontade, mas porque são muitas e confusas.

Obedeçam apenas as Dez primeiras leis. As Dez Leis do Criador.

Obedecendo a estas Dez, estarão obedecendo a todas as outras. Estas são fáceis de guardar. Tenham em suas casas, em suas residências, em algum lugar visível e consultem diariamente. É fácil de guardar.

Através destas Dez Leis, só elas, já estarão obedecendo a todas e o Criador está vendo. Porque Ele sabe, quando as criou, que ninguém teria condição de guardar tantas leis. Então ele deu as Dez simples e básicas que são sucintas, onde não existe “SE”. Ela É ou NÃO É. Absoluta.

Obedeçam. Façam as suas orações diárias, façam uma análise de consciência no final do dia. O que fizeram de bom, o que fizeram de errado e tentem corrigir. Se fizerem este exercício diariamente, com certeza vão chegar à perfeição e um descanso. E vão ter em outro mundo, junto aos espíritos, um lugar muito especial, pois estarão obedecendo aos desígnios do Nosso Criador.

GUARDIÃO

Reconstruir, com dignidade, perseverança: a fé não se perdeu.

Posted in Caminho Sagrado, Uncategorized with tags , on abril 28, 2016 by Helen Ians

hiddenHidden. Acho que é assim que se pronuncia, uma palavra que aprendi tempos atrás, na América do Norte. A língua dos guerreiros de lá. É “escondido”, “oculto”. Mas hidden tem para mim um significado além disso: preservado. Protegido. Pois bem, procurem dentro de vocês o hidden, o que está interno, oculto, e protegido. Não são valores da mente, mas preciosidades da alma. Hidden.

Hidden “oculta”! também, agora nem tanto, é a guerra. Empreendida por espíritos elevados que querem ver a paz e a harmonia nesta Terra. Portanto, há tempos eu disse para vocês que vocês veriam a vitória. Mas que haveriam também de reconstruir porque muita coisa caiu, muita coisa ruiu, veio abaixo, ao chão. E a maioria destas coisas valia exatamente nada. Portanto, não perderam muito e será, com muito trabalho, relativamente fácil recomeçar, com as boas pedras, as pedras lapidadas que sobraram. Entenderam?

Mas cada dia, nestes últimos dias e nos próximos, é necessário que vocês que já atingiram, vamos dizer, já subiram alguns degraus no desenvolvimento espiritual, não olhem para trás.

Continuem andando e subindo – e cuidado com o ruído que parece estar aí para perturbá-los, e perturba mesmo. Eu tenho visto isto entre vocês. Mas a diferença entre vocês e os outros é o merecimento por estar procurando e muitas vezes já tendo atingido este desenvolvimento que procura. Por isso, merecem um discernimento maior do que o dos outros que apenas se deixam levar. Então, a diferença entre vocês e eles é que quando vocês se desequilibram, perdem o controle, expõem demais o seu hidden, o seu interno. Rapidamente vocês voltam, revoltam-se, e de novo conseguem ver, sentir, estabilidade, raciocínio frio, emoções agradáveis e controladas.

Mas o momento ainda é perigoso, por isso que vocês saiam disso e demorem a voltar. Aí sim vem a revolta, a indignação excessiva, o quase ódio. Eu prefiro – nós todos da corrente preferimos – que vocês não sintam nada disso e substituam estes sentimentos ruins por uma indiferença. E refiro ser indiferente ao que já passou, ao que já era, ao que ruiu. Não importam mais os motivos, a motivação agora é subir mais um degrau ou dois, olhar para cima, vendo que o que foi perdido nunca pertenceu a nenhum de vocês. Seus valores são outros, seu caminho é outro. Seu destino foi e continua a ser construído por cada um de vocês. Vocês vão chegar onde queiram chegar. Vocês vão ver onde queiram ver e vão colher o que plantaram na caminhada. Apenas isso.

Cuidado, principalmente com o que vocês… Se vocês estão caminhando em frente, para cima, não vão tropeçar no degrau porque há luz no seu caminho. Mas cuidado com o que ouvem, atrás, embaixo de vocês. Vamos nos fingir de surdos a isso e abrir nossos sentidos, todos eles, mais de cinco eu garanto, se não dez, para coisas mais elevadas, para as coisas que estão aqui, agora, e este é o futuro.

Esta é uma oportunidade, às vezes a guerra – às vezes – mesmo em cima de algo destruído, faz renascer algo melhor. Não digo que a guerra seja necessária, mas ela é contingencial, ela acontece. De tempos em tempos, aqui, acolá, sempre foi assim. Eu espero que das ruínas, renasça, e não estou nem falando da nação, do país, nada. Estou falando de vocês, pessoas, gente. Se vocês são ruínas, certamente de templos sagrados e de belas colunas, e de obras de arte, que podem ser restaurados. Esta é a diferença entre quem procura se desenvolver espiritualmente e a diferença entre vocês e aqueles que são indiferentes a qualquer tipo de mudança que os desafiam. E que os faça perder uma situação cômoda. Só que isso acabou. E os vencedores são vocês.

Muitos foram diretamente à luta, outros, não. Mas todos vocês são guerreiros. Eu vi pessoas, e ouvi pessoas, quietinhas, no seu silêncio, rezando – e não para si – para não ver tão perto de si o sofrimento daqueles que de fato perderam, em algum momento, o que para eles valia muito. Eu não estou me referindo a poder, estou me referindo a pessoas próximas de vocês. E isto é muito bonito. A diferença e a semelhança entre guerreiros – aqueles que empunham o escudo, o arco e a flecha, com os cavalos pintados à frente de um exército, e aqueles que ajudam este exército, cuidando até dos feridos, preparando o alimento para os soldados. Entre vocês há muito destes que nós vimos, honrados e agradecidos, pessoas que não perderam em momento nenhum a sua fé, por mais difíceis ou intransponíveis até que pudessem parecer os obstáculos. Se isso ocorre a nível individual, imagine a força disso a nível de toda uma nação.

Reconstruir, com dignidade, perseverança, porque a fé não se perdeu. E vocês verão novos dias ainda mais brilhantes, nesta terra que ainda está, e por muito tempo será, abençoada. E eu peço de coração que possa ser assim porque vocês merecem a luz.
A outra palavra linda, bem mais antiga, se uma era hidden, oculto, que seja hoje aberta, nítida a luz e que seja esta palavra que eu gostaria que vocês repetissem comigo: Amém. E assim vai ser. Nós temos absoluta certeza disso.

Muito obrigado Senhor, perdoe-me se me estendi. Hoje é uma noite especial, para mim principalmente. Ah! Se vocês pudessem ver quantos líderes, quantos chefes de Estado, quantos reis, quantos xamãs, quantos estão aqui presentes, lembrando-se não de seus erros – que todos um dia cometeram – mas da oportunidade da graça de terem um dia lutado por suas nações e são por isso até hoje reconhecidos pela Humanidade. Muito agradecido a todas estas elevadas presenças que me dizem muito de perto pelo respeito que tenho a cada uma delas. Obrigado.

PEDRA ALTA

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