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Escolhidos para o grande exército que irá mudar o mundo.

Posted in Caminho Sagrado, Festas e celebrações, Guerra with tags , , on julho 8, 2013 by Helen Ians

exercito de luzQue coisa linda e pura as palavras da senhora. E saiba, senhora, que ele entendeu a mensagem e agradece.

Ia dizer por esta trilha, exatamente a questão da limpeza que se faz, mas já foi isso bem dito. Queria dizer a vocês outra coisa que complementa isso.

Tenham certeza absoluta, todos vocês, de que são pessoas especiais. Não vou dizer “escolhidos” porque esta expressão pode confundir alguns que conhecem a teoria evangélica ou a teologia de uma maneira que possa se confundir. E aqueles que nunca ouviram o termo, podem se sentir vaidosos demais. Nem uma coisa nem outra é o que queremos mas digo, repito, que são especiais pelo seguinte: todos aqueles que procuram o seu desenvolvimento espiritual, de uma maneira equilibrada, suave, evitando os excessos em todos os sentidos, com certeza já foram escolhidos para o grande exército que está sendo preparado para mudar o mundo.

Quando eu digo não cometer excessos é assim: é muito lindo – e eu particularmente me emociono da maneira como, neste outro plano, podemos nos emocionar – quando vejo alguém se ajoelhar diante de uma imagem ou não, não importa (ícones são importantes, por que não?)… .mas quando abaixam suas cabeças, humildemente, diante de algo, alguém, uma força que sentem como maior e isto é verdade – existe. E pedem ou agradecem por alguma graça recebida.

Admiro muitíssimo isto e isto não é excesso. É um pouco de devoção, é um pouco de respeito, é muita dignidade, e isto, pode ter certeza, só os eleva. Admiro também aqueles que pegam um pequeno seixo que, um dia, rolado, no rio, e guardam como amuleto de sorte e dizem para si mesmos: Agora eu tenho proteção. É lindo. E causa efeito se parar por aí. Do tipo não é para ficar colhendo um monte de seixos, e encher a casa de seixos. Vocês entendem perfeitamente aonde vai o correto, o razoável, o que tem sensibilidade e aquele que comete excessos e exagera na sua, digamos, fé.

Digo isso que vocês são especiais, escolhidos, neste sentido que estou dizendo, seja qual for a maneira como vocês procuram se elevar. Só neste impulso, neste exercício, já se tem a elevação e com certeza vocês vão subindo degraus na evolução humana. Preciosas criaturas, todos vocês. E aqueles que os cercam mais intimamente também porque recebem de vocês a influência direta pela sua emanação.  Vocês conseguem emanar, transmitir esta sensação para os mais próximos, de processo de evolução.

Então vou conversar com pessoas evoluídas, por mais alguns instantes, se o Conselho me permitir. Pessoas evoluídas não se misturam à multidão porque podem ajudar ou aquilo que existe de verdade dentro de um número muito grande de pessoas reunidas – vocês podem ajudar mentalizando que aquela gente toda tem razão nisso, nisso e nisso. A própria mentalização ajuda mais do que a participação em qualquer tipo de movimento. Pessoas especiais são para pensar, são para refletir, são para educar. Benditos os professores, que são formados para isso. Não é qualquer um que sabe ensinar, não é qualquer um que tem a capacidade de se ajoelhar humildemente diante de uma grandeza maior. Ou colecionar um ou dois seixos e dizer: isto me dá proteção.

A maioria se deixa levar e aí está o perigo – e é isso que está acabando com a civilização de vocês, mas vocês não estão no fim. Pelo contrário, um exército treinado, um exército que está sendo preparado não para brandir armas, como nos tempos antigos mas, em sentido semiótico, em sentido de energia, de sintonia, talvez, sim, amados. Selecionando a informação que não serve para vocês mais, adquirindo um conhecimento e incorporando este conhecimento, e transformando tudo isso em sábias decisões individuais e que podem ser transferidas de grupo a grupo, cada vez mais eficazmente.  Que faça efeito, que tenha efeito, que tenha resultado.

Digo tudo isso para que vocês aumentem um pouco ao nível que merecem (e todos merecem) de sua auto-estima que anda um pouco abalada,  sabem por que? Exatamente porque vocês não conseguem se reconhecer como pessoas em um estágio de evolução que para nós é adorável. Se batem a cabeça, se tem dificuldade, já pararam para pensar que sempre lhes vem as respostas. E parte desta explicação, se é que é necessária, diz a vocês: você estava aqui, equivocado, mas você não erra e não é culpado. Que lindo nós podermos sentir o limite de nossa responsabilidade e aplacar, diminuir, a ansiedade de achar que tem que fazer, muitas vezes, o que não sabe. Respirem fundo, meus filhos, sempre que a agitação da multidão, que a ignorância da maioria atingir vocês no que vocês tem de mais rico que é a sua individualidade, os seus valores, a sua verdade.

Este é o momento em que vocês devem se proteger. Não é esconder-se debaixo da cama, ou em cavernas. Vocês não são monges tibetanos (até gostaria que alguém fosse) mas não é o caso. Não é para se esconder, é para se preservar. A beleza se preserva, não se arranca uma flor com força. E tudo que estamos dizendo de uma forma ou de outra, já há tempos e de maneiras diferentes, é para que vocês tenham absoluta certeza – que coisa bonita esta expressão “absoluta certeza”. Quando digo isso, eu me sinto mais seguro. Repitam quando puderem sozinhos (se estiverem sozinhos para não parecerem loucos): absoluta certeza! Isso dá um alívio imenso porque muita gente tem absoluta certeza de coisa nenhuma. E vocês tem que ter absoluta certeza de que são iluminados porque procuraram, estão procurando, estão caminhando, estão subindo, uns mais depressa, outros mais devagar mas vão procurar. Vocês vão atrás da evolução espiritual e isso já lhes dá a condição de criaturas evoluídas espiritualmente.

Nesta época, como citou a sábia senhora de outra cultura, de festas, de fogo, onde se acendem as fogueiras e as tradições são tão ricas que seria necessário falar, falar, falar por noites a fio de onde vem, mas vocês podem imaginar. Solstícios de verão no hemisfério norte deram a estas tradições uma riqueza imensa que um dia poderemos conversar sobre elas mas sempre existe, ao acender a chama, o espírito da purificação, tão forte quanto da água, tão significativo quanto, e a iluminação e, principalmente, a alimentação porque é do fogo, através dele que se faz a comida e tudo isto. A época é muito propícia e muito interessante que está acontecendo toda esta revolução nesta época.

Muito interessante, mais ainda, porque não existe este espírito neste hemisfério sul. Isto é uma coisa lá do norte onde um dia vivemos. Por que esta sendo transferido? Por que nós estamos exatamente aqui? Porque revolução é absolutamente revolução, é uma volta completa! A única forma de salvar a civilização atualmente.

A mudança total, de todos. Ou revisão de todos os valores, não mudança de valores, porque há muitos valores que são importantíssimos de se manter. O maior deles é a individualidade, a essência individual, única. Não no sentido de vaidade, arrogância, pelo contrário, no sentido de unidade verdadeira. E a outra célula mater da sociedade que você s deixaram quase morrer que é a família.

Perdoem estar me estendendo mas acredito que vocês tem que ter esta consciência de que são importantes, individualmente, e em  pequenos grupos, para a mudança deste mundo atormentado. Voltaremos a falar sobre isto em outra oportunidade. E eu agradeço a vocês, como se eu pudesse abraçar a cada um.

Agradeço a vocês por fazerem parte do nosso exército, o exército da paz, a guerra pela paz.  A procura de um pouco da verdade que está em cada um de vocês e que faz parte da verdade universal que a ciência  não explica e não vai explicar nunca a ninguém. Porque é exatamente esta essência, etérea, que vocês estão começando – nós, também – a galgar. Viva São João. Rebatizem-se em águas puras e aqueçam-se em fogos sagrados, chamas de amor.

PEDRA ALTA

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Estamos aqui para aprender o que é o amor.

Posted in Casa de Luz, Guerra with tags , , on maio 6, 2013 by Helen Ians

o boboBoa noite meus irmãos. Cá estou eu, novamente. Irmão Pedra Alta, se não for pedir muito, pode deixar um pouco o aparelho?

Com certeza, Senhor.

– Guerreira Índia, faço o mesmo pedido para a senhora. Como já disse, estou novamente aqui, com muitas dúvidas e creio que sobre estas minhas dúvidas, mesmo tendo estudado bastante estas semanas passadas, não consegui nenhum progresso. Estou aqui novamente atrás da ajuda de vocês, meus amigos. Muitos diriam que esta minha dúvida é algo simples, mas, por diversas vezes, na vida, vocês se confundem, se enganam, se iludem, se magoam, entre outras emoções. E já vou deixar a pergunta de início. Quantos aqui acreditam no amor?

(Caio) – Todos que sentiram, certamente acreditam.

Então todos aqui acreditam no amor?
Sim!

Então o que é o amor? Confuso? Estranho não é. Acreditar em algo que nem sabemos o que é realmente… Alguém sabe o que é o amor? Há um leque de opções para o amor. Amor de mãe, amor de filho… É um tema um pouco confuso, concordo. Então todos acreditamos em algo que nem sabemos direito o que é, que não sabemos explicar. Se não sabemos explicar, qual a alternativa que todos nós seguimos em vida? Vivemos o amor! Quantos aqui estão vivendo o amor?
Todos!

Todos? Foi uma pergunta ou foi uma afirmação?

(Caio) Pela amplitude que o Senhor colocou, que existem várias dimensões, então todos estão sentindo. Ou é o amor pela família ou é o amor pela pátria, e este o Senhor conhece muito bem porque tinha, ou é o amor pela família, enfim.

Então todos vivemos o amor. Sabem qual o motivo por estarem aqui? Para aprenderem sobre o amor, para aprender o que é o amor. Isso, não estudando do nosso lado, em nenhum lugar ninguém pode te ensinar o que é o amor. Como já disse, o amor é para ser vivido. Eu não posso te ensinar a amar. Só você vai saber a sua forma de amar. Eu não posso induzir alguém a te amar, pois sim irá aparecer a dor. Estão entendendo um dos motivos por estarem aqui? Creio que, nesta minha primeira etapa, um tanto quanto confusa, mas foi bem clara, todos entenderam? Então esta primeira parte está terminada.

Agora, um amigo meu – eu já considero um amigo, está com muitas dúvidas, algo que achei interessante, sobre minha pessoa – quem eu era, de onde vim? E é você meu amigo Caio.

(Caio) Sim, fico muito honrado e estou emocionado de saber. Por isso é que eu disse que o Senhor tinha amor à pátria, é porque me emociona muito de minhas relações atávicas com a maravilhosa Grécia e todos os gregos nos ensinaram por milênios, 3000 anos, o que é amar uma nação. Então a honra é muitíssimo minha e a de todos nós.

Então estamos bem claros que você já me decifrou em metade, mas como já disse e bem nos conhece, nós, os gregos, costumamos ter duas faces se é que o Senhor me entende.

(Caio) Não sei exatamente o que o Senhor quer dizer.

Então vou ser bem claro. Em uma de minhas passagens, eu vivi na monarquia em um reino muito grande, com um rei muito poderoso, mas este grande homem não sabia o que era o amor e não tinha motivos para sorrir. Nem a sua corte de leais companheiros e cá estava eu. Minha função era levar o sorriso para aquelas pessoas, aqueles homens – eu era um pequeno bobo da corte…

(Caio) Ou um grande artista…

Vamos falar pelo modo como eu era visto naquela época. Um bobo da corte. Muitas vezes conseguia arrancar sorrisos, muitas vezes não, ficava preso, apanhava, mas como bem sabemos, não vim aqui trazer mais histórias tristes, então vamos pular esta parte. Se eu perguntar: quem é você Caio?
Não importa quem você falar que é e, sim, quem você demonstra ser. Cada um aqui pode falar que é qualquer coisa, o que quiser ser pode falar que é, mas suas atitudes é que vão mostrar o que você realmente é.

(Caio) Nós somos não aquilo que nós conseguimos enxergar por um espelho, mas nos somos exatamente aquilo ou quem nós conseguimos ver no reflexo da íris de outro. Esta é a verdadeira imagem. Isto foi dito aqui, isto é sabedoria grega.

Esta é a filosofia que eu vim trazer. Continuando minha história – um humilde bobo da corte, e aos poucos arrancando sorrisos, arrancando gargalhadas, fui me fortalecendo no meio dos grandes, já fui convidado a fazer parte dos soldados, recusei, porque minha função era trazer o sorriso, não a dor. E a lição que eu deixo desta minha história é que um bobo da corte, muitas vezes aqueles que vocês julgam um bobo da corte, vem a ser um sábio. Se é que me entendem.

E agora vou explicar sobre as duas faces. Muitas vezes um peão pode ser um rei, se é que me entende…

(Caio) Com certeza, graças a Deus conseguimos entender isso, eu particularmente depois de muito tempo.

Agradeço mais uma vez a oportunidade.

(Caio) Permita-me dizer senhor uma das palavras mais lindas em todas as línguas que eu já tive oportunidade de ouvir que é exatamente Efaristho – quer dizer muito mais do que “obrigado” em português, ou “gracias” em espanhol, mas quer dizer exatamente eu me curvo diante de Sua Alteza.

Eu agradeço mas não quero que o Senhor se curve a mim mas caminhe a meu lado. Que o Grande Zeus dê força e sabedoria para a busca do amor, na vida de vocês, meus irmãos.

Lembram-se de terem sido abençoados pelo Grande Espírito de forma única?

Posted in Caminho Sagrado, Guerra with tags , , on junho 27, 2012 by Helen Ians

Era mais uma lua passada, uma lua onde alguns guerreiros por um lado, estavam felizes, por mais uma guerra ganha, pela conquista, em uma guerra que já durava algumas luas e, por outro lado, alguns guerreiros tristes, pensativos, por algumas perdas no caminho.

Antes da guerra começar, o Grande Conselho se reunia para buscar o melhor caminho, para buscar um sinal do Grande Espírito. Após este sinal, após esta aproximação, aí, sim, depois desta grande visão, era só preparar o ataque no momento certo, na lua certa, e assim se passava mais uma guerra, mais uma conquista onde, pela proteção a toda uma nação – proteção aos guerreiros, às guerreiras, aos pequenos – esta guerra se fazia com mais uma vitória, com muita luta e todos os guerreiros concentrados na luta.

E os dias passaram, as luas passaram. Cacique percebeu que muitos dos guerreiros ainda não estavam de volta ao seu equilíbrio, de volta à sua paz, à sua calma, com o espírito tranquilo. Dava para notar, no olho de cada guerreiro, de cada guerreira. A guerra tinha durado muitas luas e sempre existe a tristeza acompanhando, embora guerra ganha, pois ficava no espírito dos guerreiros.

Cacique subiu à montanha para fazer encontro com o Grande Guerreiro. Depois de algumas luas conversando, este guerreiro, a pedido, decidiu descer a grande montanha sagrada e preparar o Grande Encontro com o Grande Espírito, na lua da noite, com todos os guerreiros. Este guerreiro sempre representou muita força a todos, este guerreiro sempre representou a energia sagrada pura. E assim foi feito.

Na lua da festa sagrada, quando o guerreiro – coisa que não fazia, mas decidiu fazer por toda uma nação, a pedido – Cacique pode lembrar da Grande Fogueira Sagrada, acesa, e os guerreiros fazendo seu encontro com este Grande Guerreiro, sentado ao lado da fogueira, conversando, abençoando a cada um que ia ao seu encontro.

A reação dos guerreiros era única ao chegar perto do Guerreiro. Parecia que do olho do guerreiro saía ao mesmo tempo fogo, um fogo que levava embora aquilo que atormentava a muitos, ou pela perda, pela guerra. E assim passaram algumas luas onde todos puderam fazer este encontro com este Grande Guerreiro que, em transe, aconselhava a cada um, conseguindo com sua visão longa e com seu espírito  abençoado pelo Grande Espírito,  transmitir a cada guerreiro, um recado. E assim foi feito.

Passadas algumas luas, o Guerreiro fez o seu retorno de volta à montanha sagrada e, na lua do dia seguinte, Cacique podia notar a calma e a paz de volta em cada guerreiro. A tranquilidade, o olho mais calmo, o espírito mais calmo, com amor, porque sentiram que aquele momento, como único, sagrado, o que era realmente a força maior atuando ao lado da fogueira sagrada, da chama sagrada, daquele momento único do Grande Guerreiro com o guerreiro na frente, ou com o pequeno, ou com a guerreira. Por aquele momento, sentiam novamente a si mesmos, sentiam novamente o toque do Grande Espírito, pelas palavras ou pela mensagem, ou só pelo fato de olhar no olho. Ao mesmo tempo, a sensação era de sentir a força, o amor, a paz, o acolhimento, a segurança.

Depois deste feito, a volta – o subir a montanha sagrada do Grande Guerreiro – com a aldeia inteira em paz, nós todos continuamos a seguir o caminho sagrado, atrás do tatanka, do búfalo.

Cacique podia notar a mudança nos guerreiros, porque sentiram como único, sagrado, aquilo que o Grande Espírito já falava a muitos e há tempo – é para sentir o caminho, não é para entender o caminho. E para muitos, se Cacique for mais longe, aí invertendo a situação –  não é para aceitar e, sim, entender. Mas acima de tudo isso, o sentir a energia da paz, da alegria, porque depois de algumas luas, já caminhando, alguns guerreiros se aproximavam de Cacique e perguntavam: será que vamos ter novamente este encontro?

Que os guerreiros reflitam, que os irmãos pensem, como já foi dito e Cacique só reforça aos guerreiros: quantos, quantas vezes, será que os guerreiros lembram de terem sido abençoados pelo Grande Espírito de uma forma única? Podem ter sido muitas vezes, pode ter sido uma, mas será que sentiram, será que deram a importância devida ao seu caminho como sendo sagrado?

Por isto, Cacique disse aos guerreiros, na lua passada, que os guerreiros tornem o seu caminho e tudo que forem fazer, como sendo únicos, aproveitando aquilo que o Grande Espírito está oferecendo aos guerreiros, não com tristeza e, sim, com alegria, porque muitos, lá para a frente, gostariam de ter feito o encontro novamente com o grande guerreiro mas, passadas algumas luas, o grande guerreiro desencarnou e aquele momento especial não voltou mais. Apenas voltou em forma de espírito, apenas o sentir lá para a frente da fogueira sagrada, mas acompanhou a todos por muitas e muitas luas, para uns – a mensagem, para outros – o chegar perto, para outros – o olhar, para outros – a energia passada.

Que os guerreiro dêem mais importância ao seu caminho, que os guerreiros tornem o seu caminho feliz, com alegria. Lutem! Às vezes, os guerreiros tem que tomar atitude de guerra, de luta, mas não esqueçam, voltem para o seu caminho sagrado e tratem este caminho sagrado como único porque tem coisas que não vão voltar no caminho dos guerreiros.

Isto, Cacique fala também para os guerreiros darem importância a tudo, não só ao caminho mas àquilo para que os irmãos vão dar espaço dentro do seu círculo sagrado, dentro do seu caminho.

Que os irmãos tenham boas luas pela frente, que os guerreiros aproveitem o seu caminho sagrado, que os guerreiros sintam a energia deste caminho abençoado, com alegria, com amor, com paz, e que busquem sempre a essência que existe dentro de cada guerreiro.

CACIQUE NUVEM VERMELHA

O objetivo da felicidade.

Posted in Ajuda espiritual, Guerra, Natureza with tags , on maio 8, 2012 by Helen Ians

Quantos aqui têm um objetivo? Creio que todos, estou correto? Sim. Cada um com seu objetivo em particular, correto? E é sobre este caminho que vou traçar o meu objetivo desta noite.

Logo quando os guerreiros estão na barriga de vossas mães, os próprios pais dos guerreiros já traçam o objetivo no caminho do guerreiro, planejam o futuro todo. Todo este caminho é em torno da felicidade do guerreiro e, após nascimento dos guerreiros, os pequenos começam a frequentar escola e já aparece o primeiro objetivo da caminhada dos guerreiros que é se formar.

Objetivo concluído, após se formarem, um novo objetivo, escolher uma profissão. Mais uma vez, objetivo concluído e por aí vai, sempre trilhando novos objetivos: um carro novo, um emprego melhor, um companheiro, uma companheira, uma casa, até a hora, o momento, de construir uma família.

E após ver sua companheira grávida, temos novo objetivo à frente, aquele mesmo que os seus pais depositaram no guerreiro. E este objetivo é trazer felicidade ao novo pequeno, à nova pequena que está por vir. E novamente, se eu fosse regressar, a história se repetiria. Mas vamos seguir.

Vendo seu pequeno crescendo, trilhando seus objetivos, muitos guerreiros já se encontram sem objetivo. Único objetivo é trazer felicidade para os vossos filhos. Em uns anos à frente, vendo os vossos filhos felizes, casados, com família, guerreiros já com netos, muitos se encontram tristes, desanimados, pois acabam se esquecendo daquele antigo objetivo, trilhado logo no começo do caminho dos guerreiros, que é a felicidade.

Qual a maneira de retornar à felicidade? Se observarem atrás, muitas vezes para conseguirem objetivos, necessitaram de ajudas, muitas vezes de guerreiros mais experientes. Não seria um novo objetivo: ajudar os vossos jovens com sabedoria? Pois bem, tudo se torna ligado ao objetivo. Trazer felicidade para vossos filhos, algo natural.

Muitos aqui se encontram ainda vendo vossas mães, vossos pais, se preocupando com olhar triste dos guerreiros. Já pararam para pensar como deve ser dolorido para vossos pais, ver um olhar destes? Naqueles para quem lutaram a vida toda, após nascimento dos guerreiros, para trazerem felicidade? Vocês não acham que os guerreiros se sentem fracassados, pois foi o objetivo deles manter os guerreiros felizes? Engraçado pensar assim. Alguns que não tem tanto conhecimento agora pensaram: mas meus pais já se foram há tanto tempo… Poiss bem, eles continuam te acompanhando. Pode crer que muitas coisas que o alegram eles é que lhe proporcionam. E muitas vezes encontramos guerreiros desvalorizando seus pais, e pergunto: seria isto justo? Este objetivo que guerreiros têm tomado, desvalorizando vossos pais, seria um objetivo correto?

Por que não retribuem o favor, tendo o objetivo em fazer vossos pais felizes? Uma troca justa, não acham? Foi uma pergunta. Sim. Apenas dois guerreiros acham esta troca justa, é isto mesmo? Gostaria de ouvir da boca de todos. Sim!

Assim como o Grande Espírito tem como objetivo fazer todos os guerreiros felizes, tendo paz, qual a melhor maneira de agradecer este objetivo que Ele nos tem com tanto amor e carinho? Alguém poderia me responder? Sendo felizes.

Meia dúzia apenas respondeu, meu objetivo ainda não foi concluído. Seria tão difícil conquistar meu objetivo? Faço a pergunta novamente: qual a melhor maneira para retribuir todo o amor e toda a paz que o Grande Espírito nos proporciona? Ser feliz. Ainda não estou satisfeito. Como eu disse, estou aqui hoje pronto e focado para conquistar o meu objetivo e é assim que todos devem seguir o seu caminho. Se precisar fico aqui a noite inteira. Creio que não é um obejtivo tão difícil. Qual a melhor maneira de agradecer a toda a felicidade, amor e carinho e paz que o Grande Espírito nos proporciona? Sendo felizes.

Agora sim alcancei meu objetivo. Agradeço a todos pela ajuda e espero que esta palavra que saiu d boca de cada um, agora, não tenha sido lançada em vão e que todos sigam o seu caminho com a felicidade em vossos corações e que a cada dia, ao acordar, lancem a si mesmos um novo objetivo, que seja o objetivo da felicidade, o da paz, o da caridade, mas que todos os dias ao acordarem, lancem um objetivo pois todos foram criados desde pequenos com objetivos.

Desta forma, guerreiros vão viver a cada dia com força de guerra e cada objetivo conquistado é onde se encontra a felicidade, o prazer. Que todos conquistem vossos objetivos e nunca pensem em desistir.

GUERREIRO NARIZ ROMANO

Avancem conosco!

Posted in Guerra, Visão with tags , , on fevereiro 16, 2012 by Helen Ians

A grande Mãe tem razão, e não só por ser Mater, mas por ser Grande. E tudo que foi dito tem sabedoria. Pois façam o que eu digo, e também façam o que eu faço. Esta deveria ser a mensagem de uns para outros mas não é assim – ou não tem sido assim. Não é?

É por isso que a Senhora falou em falsa justiça. É certo que se avalie por vezes o outro, por valores, e certamente existem valores universais incontestáveis. Que não estão ligados a aspectos pessoais, objetivos, mas estes, sim, ligados ao que mais possa se aproximar da verdade. Mas aqueles que não vivem em equilíbrio, que muitas vezes tendem para um lado ou outro, sem centrar-se em si mesmo e nas suas convicções, como disse a Senhora, pensando, elevando-se ao Grande Espírito – não tem o direito, se assim não for, de dizer ao outro aquilo que não pratica e, pior, acusar o outro de erros que, frequentemente, comete.

E esta contenda não leva a absolutamente nada, a não ser o estremecimento daqueles que caminham ao lado. Portanto, para os que não são capazes de harmonizar-se, serão harmonizados porque, já dissemos, e é verdade o que disse a Senhora – não porque sejam tão especiais assim – porque talvez ninguém seja neste plano. Mas eu repito – são escolhidos, não por nós mas por Deus para um trabalho sério de restauração dos valores, principalmente os da dignidade.

Como ousam, escolhidos, fazerem exatamente o que fazem aqueles a quem, ou por quem, foram vocês escolhidos para combater, não numa contenda pessoal, numa guerra física – mas numa batalha moral, ética. Reflitam antes que seja tarde. Não deixarão de ser os escolhidos mas a luta pela paz vai demorar muito mais, se num exército de guerreiros, entre si não acreditam os indivíduos – que massa é esta que avança contra um verdadeiro ou pseudo inimigo?

Falsa justiça sim, mais uma vez a Senhora pronunciou as palavras corretas. O aviso está dado e nós lamentaríamos em qualquer plano que a solução, que os resultados, nesta guerra santa, onde a espada é a luz, onde o campo de batalha é o alto – que vocês se permitam a dizer um do outro aquilo que, individualmente, não conseguem resolver.

Estamos assim conversados. Não nos atrasem, filhos. Não nos atrasemos, irmãos, porque uma das coisas que menos existe neste momento, para salvação do planeta, e quem sabe da humanidade, é o tempo. Acabou-se o tempo. Ou se faz, ou se faz. Não há alternativas. E é lamentável que guerreiros valorosos não deixem de ser mas ficarão para trás – lamentamos todos, em qualquer nível. Em nome de Deus, avancem conosco, Em nome de Deus, unam-se. Não pedimos uma aproximação fútil mas uma aproximação de princípios, uma aproximação de objetivos, uma aproximação de valores.

Aqueles que dizem que são incontestáveis, universais, eternos, porque não foram feitos, criados, vividos por nós em qualquer plano, mas doados pela grandeza real de Deus. E que Deus abençoe as suas fraquezas, e que Deus premie as nossas vitórias.

Pedra Alta

Vence aquele que persiste, acredita, muda.

Posted in Arte de viver, Guerra with tags , , on março 25, 2011 by Helen Ians

Pedi a permissão para deixar mensagem a vós, queridos irmãos, aqui nesta Casa de Luz.

Quando reencarnam, nascem, crescem, protegidos pelos amores de vossos pais, protegido pelos amores daqueles que os rodeiam. Após o entendimento, crescem e acabam encontrando tudo aquilo que precisam no vosso caminho, transformado em sabedoria porque estudaram, transformado em amor, aquilo que receberam de vossos pais.

Alguns se encontram fechados em seu próprio mundo, digo, traduzindo a vós, e alguns de vocês estarão se encontrando nestes exemplos, assim como os jovens de hoje, criados fechados pelo medo – este medo tomando conta, pondo em prova aqueles que gostariam de dar um passo. Vejo alguns, não só os jovens, mas alguns adultos aqui presentes, fechados, trancados em seu próprio mundo, assim como os jovens. Como conversava com um irmão estes dias, são jovens criados em “condomínio”, traduzindo: fechados. Isto acarreta o medo porque, no primeiro passo, na primeira luta, já desistem e querem fazer o retorno ao vosso “condomínio”.

Na primeira guerra, retornam pelo medo e se fecham novamente em vossos mundos. Acabam se perdendo em fantasias, acabam se perdendo em vossos mundos, criados na ilusão. Por isso, muitos que foram criados assim, acabam encontrando a tristeza, a depressão, porque não conseguem encontrar, no seu dia-a-dia, um mundo de verdade. Recuam na primeira batalha. Já se sentem derrotados e, o engraçado, é que ainda não lutaram. A sina de alguns transparece ou até mesmo numa sombra, quando despertam daquele medo, e provam a si mesmos a sua força, a sua luta e da sombra, do fracasso, transformam em sombra da vitória. Alguns já sabem o que digo. A sombra do fracasso de um cavalo os leva e é transformado em sombra da guerra. Ou sombra da vitória em acreditar que existe algo mais do que aquele mundo criado, pequeno, de fantasia.

A tristeza, a depressão persistem e não consegue entender o que acontece. Tanta sabedoria misturada à fantasia, misturada ao mundo fechado, leva a estes dois fatores que hoje vejo como uma doença. Ensinam tudo, a sabedoria, a leitura, tudo importante ao modo da Terra. Mas esquecem ou esqueceram, vossos pais, ou esquecem-se de orientar vossos filhos, sobre o mundo da verdade. Esquecem de incentivar a coragem, esquecem de incentivar a guerra, a luta, a persistência, esqueceram de mostrar que vence aquele que persiste, vence aquele que acredita, vence aquele que muda. A leitura é importante, como sempre digo, a sabedoria do que aprendem, o passar certos pontos, mas estão esquecendo-se do principal – encorajar vossos filhos, encorajar a si mesmo de que não precisa do medo. O medo é para os fracos.

Não falo aqui como médico, e sim como militar de guerra. Espero que alguns tenham entendido, que saiam de vossos mundos e aqueles cujos filhos estão crescendo, que transmitam coragem, transmitam a verdade do mundo. Querem encobrir certas coisas e quando deparam com o mundo real, ou retornam ou caem em tristeza, e futuramente sofrem também trancados naquilo que não existe. Equilibrem o vosso mundo, equilibrem o vosso caminho, mostrando àqueles que ainda estão presos, fechados, que existe um mundo a ser conquistado, que existe um mundo a ser transformado, com seu nome, existe um mundo aí fora a ser transformado naquilo que você deseja. Mas para isto é preciso o acreditar, para isto é preciso mudar a vossa energia.

Digo que aqueles que me serviram em guerra, não foram comprados. Serviram por livre e espontânea vontade, contagiados pela vontade, digo vontade não da guerra mas vontade de vencer. Se era guerra ou não, não importa, mas a vontade de vencer. Não existiam barreiras, não existiam lanças, não existiam números. O que existia era energia, o que existia era vontade, vontade de inflamar o próximo, onde um exército era inflamado um a um, soldado por soldado, onde esta união também transformada em estratégia – aí o equilíbrio da sabedoria, porque um ato não anda sem o outro. O que vejo hoje são soldados preparados com tanta sabedoria, mas na hora da guerra, no primeiro lançamento da lança, da sariz, acabam retornando com medo, acabam recuando e perdem a oportunidade de fincar a sua lança naquilo que busca.

Como eu disse, uns caminham para serem mais um e outros caminham para alcançar com a sua persistência, a vitória, colocando o seu nome na vossa conquista, ensinando aqueles que estão vindo que são fortes, que há muito o que fazer. Saiam deste mundo pequeno e ganhem o mundo lá fora, não importa a distância, não importa se o inimigo são muitos, mas inflame a si mesmo, como verdadeiro soldado, um verdadeiro guerreiro, que realmente busca o impossível. Essa é a forma: estratégia de sabedoria de guerra, estratégia de criarem fortalezas ao seu redor, não importa se foram criados de outra forma, mas pensem se não estão parados neste mundo pequeno, coloquem um pé neste outro mundo, ensinando os que estão vindo, encorajem. Não é possível que, no primeiro obstáculo, não é possível que no primeiro não, desistam. Não é possível, hoje em dia, com tanta informação e com tanta sabedoria à sua volta, que não consigam encontrar a força que precisam.

Não recuem, avancem, conquistem, persistam, persistam, que a guerra é ganha.

Em nome de Jesus, agradeço a todos vocês, queridos irmãos. Equilibrem toda esta cultura que chega a vossas mãos, fácil, mas que de nada adianta se não tiverem a força de vontade para buscar o que querem. Hoje em dia, afirmo, que se não tiverem força de vontade, senão mudarem o vosso semblante, com alegria, a guerra não se ganha com a cara amarrada, como alguns dizem, e sim o contagiar o seu próximo é contagiar a si mesmo, com alegria.

O que vejo hoje, para encerrar, são irmãos acordando pela manhã, chegando em vossos trabalhos, já tristes, derrotados, sem esperança, sem rumo, e o que eu não tolero de forma alguma, desde a outra época em minha passagem, é sem força de vontade para lutar. É preciso rever de tempo em tempo alguns conceitos dentro de vocês, e eu espero que eu tenha deixado este ponto de interrogação, para que alguns acordem. Para alguns ainda há tempo de encontrarem a sua força. Que Deus, na sua infinita bondade, abençoe e ilumine a todos. Vençam, conquistem o mundo e não recuem, enquanto há guerra, enquanto vocês estiverem dentro dela. Se recuarem, vão dar as costas, e as costas podem ser acertadas.

DR. PHILLIP

Ilustração: pintura de H. Roerich

Deixem as dúvidas para trás.

Posted in Ajuda espiritual, Conselhos, Guerra with tags , on maio 7, 2010 by Helen Ians

Há muitas luas atrás, havia um guerreiro em nossa tribo que tinha muitas dúvidas. O guerreiro ia caçar com dúvidas.

Quando certa vez nossa tribo entrou em guerra com os casacos azuis, o guerreiro, com suas dúvidas, viu um guerreiro muito amigo sendo atacado. Quando viu o seu amigo precisando de ajuda, o guerreiro deixou as suas dúvidas para trás e foi, com a certeza.

Com esta pequena história, queridos guerreiros, eu digo que, quando os guerreiros deixarem as dúvidas para trás, e começarem a agir com certeza, indo atrás do que realmente querem, alcançarão todos os seus objetivos. Mas os guerreiros dando espaço para os fantasmas, para as suas dúvidas, os guerreiros não chegarão a lugar nenhum.

Chaleira Preta