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Busquem na oração a presença do Grande Pai

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

prayer to the morning sunLembrem-se, queridos irmãos, sempre deve haver esperança, haver fé naquilo que vocês pretendem alcançar e naquilo que vão buscar.

A fé move montanhas e mesmo quando tudo parece sem solução, porque vocês se envolvem demais, busquem na oração a presença do Grande Pai para acalmar o vosso coração e iluminar sua mente.

ANA NERI

NUVEM VERMELHA: A médium, como se fala aqui na Terra, está com gripe e força a corda vocal, por isso guerreira deixou mensagem aos guerreiros para que tenham fé em seu propósito e em seu caminho, em forma de oração é quando os guerreiros se aproximam de si mesmos e do Grande Espírito.

Acompanhado sem ver a sua companhia

Posted in Ajuda espiritual with tags , , on junho 3, 2017 by Helen Ians

PEGADAS NA NEVEAcreditar, ter fé, exatamente nesta linha eu continuo, talvez não com a mesma doçura de quem me antecedeu. Eu me lembro de um dia eem que eu disse a alguém desta Casa, que ia para o hemisfério norte: acredite, tenha confiança, tudo vai dar certo, e se você caminhar na neve, recém-caída, neve fofa, quando, em alguns momentos, olhar para trás verá outras pegadas na mesma trilha que não são as suas. E de fato aconteceu. Esta pessoa tinha certeza de que estava muito bem acompanhada. Entenderam?

Da mesma forma, acreditar, ter fé naquilo que se vê à frente e que aconteceu, ou acontecerá, antes de você, são as pegadas que vocês podem observar, aí, em amplo sentido.

Eu me reporto aqui ao Grande Cacique que acabou de falar de rastros. Para seguir um rastro, é preciso crer que quem passou por ali é digno de confiança. Confiança tal que nos permite segui-lo, seja ele quem for.

Como se tem confiança em alguma coisa que nos antecedeu e que não vimos e não conhecemos? Simplesmente, acreditando nos sinais, e que aquele, por sua intuição, é um sinal que diz: pode me seguir, eu já passei por aqui e este caminho é bom.

Tudo isso pode parecer para vocês um tanto difícil de realizar mas alguma forma de vocês terem absouta certeza é, pelo menos, tentar, com sua intuição, com a sua inteligência, com a sua sensibilidade, com a sua presença. Tentar seguir um caminho já trilhado, tentar visualizar lá na frente que este caminho levou a  um bom lugar. Mas pode ser feito ao mesmo tempo em que você segue o rastro, você olha para trás ou vê, no caso da neve ou da areia, do terreno leve, pegadas que além das suas, não estavam ali no momento anterior.

Quando eu era muito pequeno, senti isso acontecer em um dia de neve, neve caindo fofa ainda. Eu sempre testava, olhava, pois sentia que estava sendo acompanhado, sempre aonde eu ia. E numa desta vezes eu olhei para atrás e vi exatamente o que eu já disse, as minhas pegadas pequenas, de um menino, e outras pegadas na mesma trilha, maiores. Olhei e vi, e rezei: tomara que neve muito forte para apagar as pegadas, eu não quero ter visto isso. Sabem por que? É isso que eu gostaria que um dia vocês pensassem a respeito por si próprios. Eu não queria ver aquelas pegadas porque eu não queria ter a certeza de que eu fora seguido. Eu queria desenvolver a minha fé – acreditar, sem precisar ver. Apenas sentir uma outra presença que possa nos fazer tão bem.

Não tenho tanta sutileza mas às vezes eu visito vocês e vocês estão tão distraídos. Eu costumo derrubar umas panelas, faço um pouco de barulho. Não adianta nada falar: mas como é que isso caiu?

Nem sempre é tão bom ter certeza das coisas. As melhores coisas da vida nos não precisamos registrar, apenas deixar que fiquem em torno de nós lembranças como esta que eu tenho, daquela vida, então menino, quando pelas minhas orações nevou tanto imediatamente que desapareceram as pegadas que me seguiram. E aí eu tive a consciência que eu tinha fé. Continuei andando pela mesma trilha que eu estava abrindo, sabendo, e não necessariamente precisava ver, que estava bem acompanhado. Eu digo a vocês, pelos seus guias, pelos espíritos de luz que estão próximos, que vocês estão, sim, sendo seguidos, ora sendo seguidos, ora sendo conduzidos e ora nem uma coisa  nem outra, estão sendo acompanhados. É uma sensação imensamente grata, saber-se acompanhado sem precisar ver a sua companhia mas senti-la. Era isto que eu queria dizer, na mesma linha da doce senhora, e no mesmo caminho do conceito de trilha que o Grande Cacique colocou.

Eu espero que toda esta noite seja sobre caminhar, abrir caminhos, seguir trilhas ou fazer as trilhas para que outros sigam. E cheguem ao mesmo lugar, em segurança, como cada um de vocês, um dia, chegou.

Agradecido a todos e uma noite especial, como eu falei, de neve, areia, talvez das matas, e de tudo que é natural.

PEDRA ALTA

Dêem o passo de outra forma

Posted in Ajuda espiritual with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

deem o passo de outra forma

Quando vocês saem de vossas casas e se dirigem para cá, são movidos por vários sentimentos, de incerteza, de dor de angústia mas, no fundo, acreditam que tem fé. Chegam aqui, escutam muitas coisas e muitas vezes nós sabemos que vocês não concordam com o que é dito aqui. Mas, mesmo assim, tem pessoas que continuam vindo, continuam escutando, continuam fazendo o que são orientadas a fazer. Existem aqueles que persistem e continuam e existem aqueles que tão frágeis são, que desistem.

Aqui somos mensageiros de uma corrente grandiosa. Procuramos transmitir boas palavras, bons sentimentos a todos vocês. E tentar fazer com que você entendam o que seja a fé verdadeira. A fé verdadeira é aquela que transforma a água que vocês levam embora, no mais poderoso dos remédios.

São muitos anos de trabalhos, e vimos verdadeiros milagres acontecerem, não por nosso mérito, mérito da nossa corrente ou desta Casa de Luz mas por mérito única e exclusivamente de vocês que, quando sabem aproveitar, entregam vossos corações, entregam vossas mentes a esta grande corrente, para que tudo possa ser encaminhado. Sempre fomos muito claros com todos vocês de que nada adianta vir aqui toda semana e pedir a mesma coisa por anos, anos e anos, se vocês não derem o passo, tomarem uma atitude e caminharem em busca do que estão pedindo.

Como dizia o nosso mentor, o Prof. Policarpo, 99,9% depende de vocês. Aqui, nós fazemos o restante. Pensem, reflitam, não esperem que nada caia do céu porque não vai cair. Dêem o passo, lutem, caminhem vocês que querem caminhem junto com a corrente, caminhem junto com o grande Pai, para que possam alcançar aquilo que tanto procuram. Se não deu certo até hoje, revejam suas atitudes, e dêem o passo de uma outra forma.

JURACI

Alinhando pensamento, sentimento e atitude

Posted in Ensinamentos, Uncategorized with tags , on junho 3, 2017 by Helen Ians

MonasteryDando sequência ao que foi dito pelos guerreiros aqui da Casa de Luz, e tudo vai fazendo encaixe, onde uma reunião é sequência da outra, assim como deve ser feito no caminho de vocês, guerreiros, em que o aprendizado vai puxando outro, vai fazendo ligação e esta ligação vai se tornando cada vez maior no caminho dos irmãos.

Como diz o guerreiro, foi falado aos irmãos e contada história daquele jovem que estava há horas meditando. Seu mestre se aproxima, olha para o guerreiro e diz: o que o guerreiro está fazendo já há muito tempo? O guerreiro jovem olha para o mestre e responde: estou orando concentrado porque eu quero ficar igual à mente de Buda.

Isto foi contado aos guerreiros na lua da semana passada. O guerreiro mestre, sem falar nada, levantou e buscou madeira, e começou a lixá-la. Quando o guerreiro olha novamente ao mestre e diz: o que o guerreiro está fazendo porque eu estou concentrado, o guerreiro está bem?

O mestre responde: eu estou bem mas parece que você não está bem. Como vai ficar com a mente de Buda – da mesma forma que eu não vou conseguir transformar esta madeira, lixando, em espelho.

O guerreiro diz: o que eu tenho que fazer para ficar com a mente sábia?

O mestre diz: se deseja fazer andar uma carruagem, o guerreiro bate no cavalo ou na carroça? É evidente, ele responde, que é no cavalo. E o guerreiro-mestre pergunta: por que o guerreiro está batendo na carroça?

Esta foi a história deixada aos guerreiros na lua da semana passada, onde muitos aqui numa situação, no momento daquela guerra que pode ser ganha, os guerreiros acabam fazendo de uma outra forma porque esqueceram de se blindar, como é falado aqui na Casa de Luz. Esqueceram tudo aquilo que foi dito, porque uma reunião vai puxando a outra, e as mensagens são direcionadas a todos. Onde é preciso que os guerreiros, se buscam o seu sonho, que batam no lugar certo. Na visão de Cacique, o bater no lugar certo, que seria o cavalo na história, é os guerreiros ficarem atentos na matéria onde se deve blindar a si mesmos, colocando um escudo à sua volta, não deixando que a energia ruim faça parte do caminho dos guerreiros.

Ou como disse o guerreiro Pedra Alta – que não deixe o seu rastro, e sim o rastro da forma certa mas não o rastro de energia ruim. Para os irmãos entenderem, não combina o sagrado – é quando os guerreiros trabalham na vertical, buscando o Grande Espírito, e na matéria os guerreiros caminham de qualquer jeito. Por isso o cuidado que se deve ter quando os guerreiros estão caminhando para o sagrado. Quando os irmãos caminham para o sagrado, é preciso sentir como foi dito na lua passada, o centro de sua barca, que neste momento os guerreiros largam o remo, sentem a si mesmos, sentam no meio da canoa, do barco e fazem o seu encontro com o seu Deus, com o Grande Espírito, numa só unidade, no meio, e no centro de si mesmos.

Por isso guerreiro Alce Negro diz aos irmãos, quando os guerreiros estão unificados, e não precisam tirar o pó todos os dias do espelho, traduzindo aos guerreiros, do seu espirito, da sua alma – aquele guerreiro que já se unificou sabe o que deve ser feito.

Assim como foi dito, numa das passagens do guerreiro Alexandre Magno, como os guerreiros conhecem, que cruzou com os celtas, como foi dito a vocês irmãos, às margens do Rio Danúbio, e guerreiro fez o seu encontro com os druidas e perguntou do que os celtas tinham medo. Como eram guerreiros destemidos de tudo, eram excelentes guerreiros, não tinham medo de nada, perguntou do que teriam medo e o guerreiro respondeu: ele só tem medo de que o céu caia sobre a Terra e a Terra se eleve para o céu. É o único medo que os guerreiros tem.

Por que guerreiro disse isto? Porque, na visão de Cacique, se as coisas estiverem cada uma em seu lugar, da forma certa, Céu no seu lugar, Terra no seu lugar, cada guerreiro fazendo a sua parte, tudo caminha da forma certa e em paz, quando os guerreiros vão sentir e conquistar aquilo que lhes é de direito, sem medo, como foi dito, como foi falado aos guerreiros. Quantos aqui de vocês caminham sem sentir o que estão fazendo. Como bem diz a guerreira Juraci, em atitude, e vão deixando rastro, e vão deixando rastro… Aí os guerreiros tem que fazer a volta para ir limpando, ou não cumprem a sua palavra, não se alinha pensamento, sentimento, atitude...

Guerreiro fala para Cacique que cabe aqui nesta lua da noite a história de um mosteiro, como diz o guerreiro para Cacique, onde os jovens reunidos, olhando o mosteiro inteiro, já em ruínas, já bem antigo, velho, precisando de reforma, como se fala aqui na Terra. Eles procuram o seu mestre que estava rezando, concentrado, e perguntam a ele o que poderia ser feito, pois tudo estava em ruínas, parecendo que a qualquer momento tudo iria cair. O guerreiro, com sua sabedoria, falou para os guerreiros jovens: sim, eu concordo com vocês que precisa boa reforma. Tive grande idéia. Tem um vilarejo aqui próximo. Vocês vão até o vilarejo e roubem aquilo que der para que façamos grande reforma aqui. Todos neste momento param, olham para o guerreiro sábio e dizem: mas o guerreiro está falando para a gente ir até o vilarejo roubar? Sim, ele responde. Só que com um detalhe, o mosteiro tem nome bom, e todos os conhecem, não deixem que os vejam roubando e tendo esta atitude. Um guerreiro olhou para a cara do outro, achando estranho o pedido, conversaram entre eles e foram até a cidade.

Quando o guerreiro mestre levantou, viu que um guerreiro estava rezando, concentrado: o que o guerreiro jovem está fazendo aqui, se era para ter ido junto com os outros?

Ele respondeu: o guerreiro disse que era para ir, como eles foram.

Sim, foi o que eu disse.

Mas disse que era para tomar cuidado com os guerreiros que vissem a gente roubando, pegando as coisas.

Sim.

E como eu poderia ter ido se eu me vejo todos os dias?

Neste momento, o guerreiro sábio percebeu que o único guerreiro que tinha entendido a lição dada foi este guerreiro. Era o único guerreiro que entendeu aquilo que o guerreiro estava passando para todos. Neste momento o guerreiro se iluminou com o sagrado e lá para a frente se tornou o guerreiro chefe do mosteiro. Era o único.

Era o único, Cacique fala, que conseguiu olhar para dentro de si, e já convicto de suas atitudes, convicto, como diz guerreiro Lobato, de que existe a ética de coerção e a  ética convicta, que é a do próprio guerreiro. Como diz o guerreiro Peão, como dizia o guerreiro Platão: o guerreiro é o que é quando a última porta se fecha atrás de você, onde nenhum dos guerreiros estão olhando, estão vendo. Aí sim o guerreiro trabalha esta ética pura, de ser convicto, de encontrar o seu sagrado. É este centro da barca, como diz guerreiro Alce Negro, e guerreiro Ragnar, que vocês devem encontrar dentro de si – o guerreiro é o que é quando a última porta se fecha atrás de você.

Quantos guerreiros aqui fazem o contrário e apenas usam esta ética, omo diz o guerreiro Peão,  baixa, sem valor, sem sentido, de terem uma conduta certa, apenas quando está sendo visto, ou quando tem alguém olhando. Quantos!

Cacique percebe que uma história completa a outra em um sentimento de busca de si mesmo, busca daquilo que os guerreiros carregam dentro de si, que são seus sonhos, a sua paz, a sua alegria, onde sem medo esta luta, sim, pode ser ganha!

Que os guerreiros se encontrem, encontrando a vitória, se os irmãos tiverem este caminho todo alinhado de uma só forma. Em conduta, como diz a guerreira, em atitude, em estar completo. Não limpando a poeira todos os dias e, sim, percebendo o sol refletido no espelho. Ou quando sentam, como diz o guerreiro Ragnar, no meio de sua barca, e encontram e olham para o Grande Espirito, para o Sagrado, onde você, guerreiro, vai estar refletido neste espelho.

Isso é  um guerreiro que se  prepara para a conquista, independente do que for. E aquele guerreiro que trabalha, lua a lua, nas reuniões, refletindo, vão fazendo a construção de sei mesmo. Vão transformando a si mesmo, para que consigam sentir a terra e por onde caminham. O seu caminho será iluminado, para que a cada lua, a cada dia, o guerreiro enxergue de uma forma mais forte. Para que sejam abençoados pela energia maior do povo cigano, como diz o guerreiro, onde a dança se transforma no sagrado, onde aquele momento do sagrado se transforma em paz, e esta paz se transforma no seu espírito e na sua alma preenchida daquilo que os guerreiros lutaram e é merecido por direito.

Que os guerreiros reflitam no que foi dito e que o Grande Espírito abençoe a todos.

NUVEM VERMELHA