Ouça o bufar do cavalo e solte a rédea para atravessar o que deve ser atravessado.

chuva no desertoA chuva no deserto é uma imagem sábia e apropriada para os tempos de hoje. Só vê a chuva no deserto quem um dia ousou cruzá-lo, à procura de novos horizontes, recebendo louros pelas conquistas e no que é mais profundo, em busca de si mesmo. Não foi assim?

Quando chove no deserto, a água penetra a superfície e desperta algumas sementes que estão ali adormecidas. No caso de hoje em dia, valores que foram enterrados na areia pelo vento dos tempos.

Quem sabe, melhor dizendo – com certeza, vão brotar e aqui, acolá, vão renascer oásis, lugares onde a natureza preserva tudo que é necessário para a vida. E neste imenso território, hoje, aqui, na sua nação, desértica, com os valores perdidos, enterrados, surgirão, mas muito respeito com esta reconstrução.

Vou dar um exemplo daqueles tempos. Os cavalos quando se aproximam da água da chuva que o deserto armazenou, como benção no caminho difícil da travessia, eles jamais, a não ser pelo mau cavalheiro, pisa na água. Se vocês observassem a natureza, veriam que os cavalos se ajoelham ou se dobram até que alcancem a água. Já viram isso?

Pois assim deve ser. Se esta imagem é linda, tragam-na á sua vida, e tenham respeito, admiração e agradecimento pela oportunidade de reconstruir, de ser um agente da reconstrução. Eu nem diria que vocês sejam a chuva no deserto. Eu diria mais: vocês são as sementes que, desta terra, germinarão. E mais uma coisa, me permitam. Eu agradeço em nome da corrente porque muitos de vocês, se não todos os aqui presentes, ouviram o que foi pedido a vocês, há poucas luas, no sentido de que se preservassem, tomassem muito cuidado consigo mesmos para manter elevada, vibrante , grandiosa, a energia que precisamos todos, como nuvens carregadas, e que despencam a chuva no deserto.

Sejam todos abençoados e sintam a benção cada um de vocês, como se fossem, porque na verdade e, cada um de vocês é, uma semente que estava escondida sob a poeira. E agora, revelada, se não semente, um grão da areia, brilhante, e que se nós pudéssemos, e podemos observar tudo isto de cima, como sempre devemos fazer, veremos reluzir outra vez, pela limpeza, o chão do deserto.

Se grandes guerreiros o cruzaram, com toda a adversidade, pela qual passaram, estes mesmos guerreiros chegaram ao oásis. Refizeram suas forças. E continuaram o caminho porque os grandes homens não criam raízes. Tem a noção de sua terra, mas tem que ter a percepção do mundo e do universo.

Honrando a sua presença, senhor, faço minhas as palavras que com certeza o senhor já disse, que os deuses estejam a nosso favor porque os ventos estão nesta mesma direção. Que assim possa ser e assim será.

Muito agradecido e honrado. A todos vocês e principalmente aos médicos, aos homens da cura, e que ela se faça no plano físico, mental e do espírito, nesta noite especial, como foi dito.

PEDRA ALTA

O irmão deixando a mensagem, muito bem falada, faz a gente às vezes voltar no tempo e, há muito tempo atrás, quando o ponto alto na época, para mim, em uma das passagens, onde as conquistas aconteciam uma por uma, era antes de iniciar a guerra, o confronto EM que era a última chance dada – não vamos falar ao inimigo, mas ao alvo. Quando não tinha acordo, eu subia no meu cavalo, e ele ia para um lado e para o outro. Eu percorria de ponta a ponta. Todos os soldados e generais a postos, e eu percebia que quando o cavalo passava, onde se tornava um, e naquele momento parecia que eu me transformava em 3, 4, 5, 10… a crina dele voando de um lado para o outro, este era um dos pontos altos.

CAVALO E GUERREIRO

O outro, que é o que o irmão me fez agora lembrar, quando eu percorria de um lado para o outro, eu podia perceber o meu ponto em que começava o ataque, era quando eu escutava a respiração do meu cavalo, ofegante, parecia que estava bufando… esse era o ponto alto que algo me dizia: é agora! Quando eu escutava a respiração do meu cavalo, quando eu escutava o bater do casco na terra, era o momento! A respiração forte já bufando, ofegante, com vontade. Eu sentia o sangue percorrer. E a luta acontecia. Era neste momento que eu soltava a rédea.

Que cada um de vocês aqui escute também, na magia de vocês, a respiração ofegante, o bufar do seu cavalo e solte a rédea para atravessar aquilo que deve ser atravessado.

O maior exemplo hoje, e nada é por acaso, antes de vocês virem, parece que a tarde estava sem chuva e começou a chover, aí praticamente parou, eu acredito assim como tenho certeza de que todos vocês atravessaram, sim, o deserto.A i a chuva parou e voltou um pouco agora, e a limpeza veio.

PEÃO

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