A felicidade é todo segundo, todo instante.

Mais que perfeito o que foi bem dito. Eu complementaria, enfatizando que se é preciso interiorizar para expor uma individualidade, porque pouco importa, aliás, não importa nada o que pensa, como age, hoje em dia, o coletivo.

Vou um pouco além, se me permitem. Vou fazer a pergunta da qual já sei a resposta em duas dimensões. Uma negativa e uma afirmativa. Pergunto para vocês: vamos marcar alguns dias para sermos felizes? Olha que pergunta tonta. Aqui dentro (bate no peito), eu tenho certeza de que praticamente todos responderiam: não, obrigado. Mas lá fora, no tal coletivo, eles diriam, Oh! Sim, três ou quatro dias, ou vinte e sete… Vamos, sim, comemorar… O QUE?

A felicidade é todo segundo, todo instante. É como regar uma plantinha que cresce, cresce e vai aumentando e cada vez mais forte. O resto são delírios deste tal coletivo. Política em qualquer sentido e no maior sentido, à parte. Vamos mudar de assunto? Já mudei.

Cuidem-se, este é o recado. Eu peço à corrente que todos os médiuns estejam juntos, neste momento, ao seu aparelho para que ouçam – não só o que eu digo, mas o que ainda será dito esta noite. Estão todos ouvindo? Eu sei que sim. Cuidem-se. Afastem-se de grandes grupos. Isto é difícil para os jovens aqui presentes, que eu conheço muito bem. É difícil para eles não entrar na bagunça, na folia. É difícil porque é a energia dos jovens. E têm alguns velhinhos também muito foliões. Não tenho nada contra, mas que seja verdadeiro, suave, alegre de fato. E como o coletivo não está nem alegre, nem satisfeito, pelo contrário – anda agressivo, não o enfrente. Afastem-se um pouco da multidão. Assistam a tudo isso um pouco acima, meio distantes, ouçam os sons, até sacudam o esqueleto, mas não misturem sua energia pura com aquilo que hoje em dia, no coletivo, não existe. E o que se vê, não presta. Combinados?

Eu só disse tudo isso porque o principal é que continuem se cuidando, e o que eu desejo é que, passada esta euforia, falsidade, aí de fato começa, ou pelo menos deveria, o novo ciclo, e quem sabe no fim da bagunça vocês verão no chão pisoteado todo o lixo que deveria ficar no seu lugar, não é? E eu desejo que chova muito, mas muito. Quem sabe os foliões, molhados, tomem vergonha na cara.

Exageros à parte, bom humor presente, que Deus ilumine o caminho por onde vocês pisam, com certeza que é de pétalas e flores, que é o que cada um aqui presente merece.

PEDRA ALTA

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